<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511</id><updated>2011-11-28T01:11:56.275Z</updated><category term='Sabia Que...Heróis e outras criaturas míticas'/><category term='Bibliografia e novidades literárias'/><category term='Palestras'/><category term='Filosofia 10º ano'/><category term='Filosofando...'/><category term='Seminários'/><category term='Workshop'/><category term='Vídeos'/><category term='Opinião'/><category term='Filosofia 11º ano'/><category term='Humor Filosófico'/><category term='Poesia'/><category term='Sabia Que...História de Portugal'/><category term='Dia D'/><category term='Bioética'/><category term='Psicologia 12º ano'/><category term='Entrevistas'/><category term='Encontros de Filosofia'/><category term='Sabia que...Superstições'/><category term='Figuras da História de Portugal'/><category term='Multimédia'/><category term='Humor'/><category term='Vários...'/><category term='Sociologia'/><category term='Maravilhas de Portugal e arredores...'/><category term='AP 12º'/><category term='Maravilhas de Portugal'/><category term='Filmes'/><category term='Cartoons Filosóficos'/><category term='Educação'/><category term='Filósofos e outros...'/><category term='Sabia que...Erros Históricos'/><category term='Política'/><category term='Cartoons'/><category term='Sabia que...Descoberto por acaso'/><category term='Artigos Filosóficos'/><category term='Conferências'/><category term='Sabia Que...Pontos de Vista'/><category term='Antropologia'/><category term='Cultura Clássica'/><category term='História'/><category term='Cultura'/><category term='Colóquios'/><category term='Artigos de Psicologia; Investigações científicas'/><category term='Sabia que...Realidade e Ficção'/><category term='Pontos de Vista'/><category term='Para Pensar...'/><category term='Ética'/><category term='Sabia Que...Fraudes à Vista'/><category term='Sabia que...objectos quotidianos'/><category term='Artigos de Psicologia;'/><category term='Novidades científicas'/><category term='Epistemologia'/><category term='Para Comentar'/><category term='Actividades Filosóficas'/><title type='text'>Histórico-filosóficas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>842</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2241963092053780328</id><published>2011-09-12T10:14:00.002+01:00</published><updated>2011-09-12T10:19:47.191+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><title type='text'>8 cientistas que morreram ou se feriram em nome da ciência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Alguns cientistas são tão empenhados na profissão que dão a vida pelas suas descobertas – ok, geralmente eles dão a vida sem querer. Confira a seguir 8 casos que foram importantes para a ciência, mas que, de um jeito ou de outro, tiveram um preço alto a se pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8. Marie Curie – morreu por se expor demais à radiação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O oitavo lugar é bem conhecido, mas não é por isto que não merece ser citado. Em 1898, Marie e seu marido, Pierre, descobriram o elemento químico rádio e a partir daí a cientista decidiu passar o resto da vida pesquisando mais sobre a radiação e estudando a radioterapia.&lt;br /&gt;O problema é que ela se expôs demais à radiação e isto fez com que ela desenvolvesse uma leucemia gravíssima. Marie morreu em 1934, mas entrou para a história: foi a primeira e única pessoa a receber dois prêmios Nobel de Ciência em dois campos diferentes, Química e Física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. Carl Scheele – morreu por causa do costume de provar as suas descobertas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Scheele foi um químico farmacêutico brilhante – descobriu elementos como molibdênio, tungstênio, magnésio, cloro e até oxigênio (ainda que Joseph Pristley tenha divulgado a descoberta primeiro), além de ter desenvolvido um processo parecido com a pasteurização. O problema de Scheele é que todo gênio tem um péssimo hábito e o dele era o de provar suas descobertas. Sim, colocar na boca e experimentar.&lt;br /&gt;O cara chegou a experimentar até cianeto de hidrogênio, substância que, se misturada com água, vira ácido cianídrico. E saliva tem o quê? Pois é. Enfim, ele sobreviveu a essa loucura, mas a sorte não dura para sempre: ele morreu com sintomas de forte intoxicação por mercúrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. Elizabeth Ascheim – morta por raio-X&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Elizabeth Fleischman Ascheim casou com um médico, o Dr. Woolf, e ambos eram fascinados pela recente descoberta de Wilhelm Conrad Röntgen: a máquina de raio-X. Ela decidiu comprar uma (a primeira de São Francisco), largou o emprego de bibliotecária e começou a estudar esta ciência com afinco.&lt;br /&gt;O problema é que eles sempre testavam a máquina neles mesmos e na época ninguém tinha muita noção das consequências da falta de proteção contra os raios. Resultado: ela morreu em 1905 de câncer, que se desenvolveu rapidamente e com muita força. Coitada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Alexander Bogdanov – acabou se matando com transfusão de sangue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O russo Bogdanov era físico, filósofo, economista, escritor de ficção científica e revolucionário político, mas em 1924 ele resolveu fixar seus estudos em apenas um experimento: a transfusão de sangue feita em busca da eterna juventude (ele curtia ficção científica, né pessoal).&lt;br /&gt;Após 11 transfusões ele declarou que sua calvície havia diminuído e que sua visão havia melhorado. O problema foi que a ciência da transfusão ainda era recente e ninguém pensava em testar o sangue antes de enfiá-lo veia adentro. Em 1928, Bogdanov fez uma transfusão com sangue infectado com malária e tuberculose e não resistiu, morrendo logo depois, com apenas 55 anos. Eterna juventude?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Robert Bunsen – ficou cego no laboratório&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um que prestou o mínimo de atenção nas aulas de laboratório vai lembrar que existe um objeto chamado “Bico de Bunsen” por lá e é deste mesmo Bunsen que estamos falando. O cientista alemão começou a carreira na química orgânica, mas quase morreu duas vezes por envenenamento – arsênico, pra variar. Mas ele não desistiu e continuou com suas experiências por um tempo.&lt;br /&gt;Só que aí, Bunsen perdeu a visão de um olho. Ele acidentalmente causou uma explosão com cianeto de cacodilo e um caco de vidro voou em seu olho direito (não, cacodilo e caco de vidro não foi piada). E foi aí, meu amigo, que ele decidiu trabalhar com química inorgânica e ficou famoso. É, há males que vem para o bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Sir Humphry Davy – péssimo hábito de cheirar suas descobertas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Carl Scheele tinha a mania de colocar as descobertas na boca, Humphrey Davy tinha mania de cheirá-las. Pois é, ele tinha o hábito de inalar os gases das suas experiências e por causa disso ele quase morreu várias vezes. Várias. Foram tantos envenenamentos e intoxicações acidentais que o corpo do homem pediu arrego – ele ficou inválido durante os últimos vintes anos de sua vida. Isto sem contar seus olhos, que ficaram com danos permanentes por conta de uma explosão com cloreto de hidrogênio.&lt;br /&gt;E mais: como ele não podia enxergar direito, contratou um ajudante/aprendiz: Michael Faraday (sim, aquele Faraday que descobriu os campos elétricos e magnéticos e inspirou um personagem chato de Lost). Mesmo com o novo ajudante, a maré de azar continuou a pairar sobre Scheele. Houve uma outra explosão causada pelo mesmo motivo e os olhos de Faraday também nunca mais foram os mesmos.&lt;br /&gt;No entanto, vamos combinar que pelo menos para alguma coisa essa mania doida serviu: foi Davy quem descobriu as propriedades anestésicas do óxido nitroso, vulgo “gás hilariante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Galileu Galilei – mais outro que se cegou&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de Galileu é exaltado em todos os lugares. O físico, astrônomo, filósofo e matemático foi muito importante para a revolução científica e várias de suas descobertas aconteceram com a ajuda do telescópio refrator que ele mesmo aperfeiçoou. O problema é que de tanto olhar pelo telescópio ele acabou arruinando a própria visão – ou melhor, de tanto olhar para o Sol usando o telescópio sem proteção alguma. Suas retinas não aguentaram o tranco e muitos acreditam que foi por isto que ele ficou praticamente cego nos últimos anos de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Louis Slotin – morreu por fissão nuclear acidental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O canadense Louis Slotin trabalhou no famoso Projeto Manhattan, aquele que criou as primeiras armas nucleares dos Estados Unidos. Acontece que durante os experimentos ele acidentalmente deixou cair uma esfera de berílio envolta em plutônio em uma outra igual, causando uma reação imediata. Cientistas que estavam por perto viram um brilho azul diferente e sentiram uma onda de calor. Slotin saiu correndo da sala passando mal e foi levado ao hospital às pressas. O episódio inspirou a criação do personagem Dr. Manhattan, da HQ Watchmen. A diferença é que, na história, o cientista adquiriu habilidades especiais e ficou permanentemente azul. Na vida real, o pesquisador morreu.&lt;br /&gt;O cientista foi exposto a uma quantidade de radiação absurda – calcula-se que era como se ele estivesse a menos de 1,5km de distância da explosão da bomba atômica. Foi a partir daí que o laboratório de Los Alamos passou a ter medidas de seguranças bem sérias e a manipulação de tais substâncias passou a ser feita apenas por máquinas, garantindo uma distância respeitável dos cientistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Bônus*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje temos DUAS participações especiais na nossa listinha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Benjamin Franklin – poderia ter sido o pai da cadeira elétrica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benjamin Franklin estava tentando eletrocutar um peru quando, sem querer, acabou soltando uma grande descarga elétrica em si mesmo. “O raio foi enorme e fez um barulho tão alto quanto o de uma pistola”, descreveu o cientista. “Foi um experimento de eletricidade que eu desejo que nunca mais se repita!”. Eis um caso em que o cientista se machucou, percebeu o potencial e avisou do seus males na tentativa de fazer um bem à humanidade – mas a humanidade não levou a opinião do cientista a sério e pronto, surgiu a cadeira elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Albert Hoffman – descobriu os efeitos do ácido lisérgico… e não se machucou nem um pouco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1943 o cientista suíço Albert Hoffman estava trabalhando no isolamento de princípios ativos presentes em um fungo, pesquisando uma substância que impedisse o sangramento excessivo após o parto. Ele estava analisando o ácido lisérgico quando a substância foi acidentalmente absorvida pela pele e ele precisou parar tudo o que estava fazendo – “senti tontura, distorções visuais… um desejo de rir”, contou Hoffman. E foi aí que a era do LSD começou.&lt;br /&gt;Foi uma descoberta que, ao contrário das outras, não trouxe mal algum ao cara. Hoffman viveu até os 102 anos muito lúcido e morreu de ataque cardíaco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fontes: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/8-cientistas-que-morreram-ou-se-feriram-em-nome-da-ciencia/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2241963092053780328?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2241963092053780328/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2241963092053780328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2241963092053780328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2241963092053780328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/09/8-cientistas-que-morreram-ou-se-feriram.html' title='8 cientistas que morreram ou se feriram em nome da ciência'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-8177795243814040646</id><published>2011-06-30T11:41:00.001+01:00</published><updated>2011-06-30T11:43:36.774+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><title type='text'>Filosofighters</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/multimidia/filosofighters-631063.shtml"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623961453777492226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-7XNNXWVi5Os/TgxTJSrlmQI/AAAAAAAAI1s/al9QDu8dmy0/s400/filosofighters.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Foram convocados 9 filósofos para uma batalha de ideias.&lt;br /&gt;Chegou a hora do combate. Você está pronto para a "porrada"?&lt;br /&gt;Clique na imagem e jogue!!! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-8177795243814040646?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/8177795243814040646/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=8177795243814040646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8177795243814040646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8177795243814040646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/06/filosofighters.html' title='&lt;em&gt;Filosofighters&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7XNNXWVi5Os/TgxTJSrlmQI/AAAAAAAAI1s/al9QDu8dmy0/s72-c/filosofighters.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6310554771036138504</id><published>2011-06-30T11:27:00.001+01:00</published><updated>2011-06-30T11:29:00.888+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><title type='text'>Fortifique o cérebro!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-f7YKq-1MYEU/TgxP213U1aI/AAAAAAAAI00/9AjHIQKu3YA/s1600/brain_gd.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623957838269568418" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-f7YKq-1MYEU/TgxP213U1aI/AAAAAAAAI00/9AjHIQKu3YA/s200/brain_gd.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ler e andar são boas soluções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além da química, há hábitos salutares que tonificam a musculatura do nosso cérebro. A leitura e a prática de exercício físico, sobretudo, já demonstraram a sua eficácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A plasticidade do cérebro continua a surpreender-nos, muito embora Santiago Ramón y Cajal, considerado o pai da neurologia moderna, já o tivesse afirmado há um século: os neurónios podem trocar de ligações entre si, pelo que convém exercitá-los. Se moldamos com a experiência o órgão pensante, até que ponto será possível melhorá-lo? Podemos fazer algo para evitar que as doenças de Parkinson ou de Alzheimer nos esvaziem a mente quando formos idosos ou, pelo menos, para retardar o seu aparecimento? Uma montanha de ideias e soluções rodeia a tão propagandeada ginástica cerebral. Sim, ninguém tem dúvidas sobre a necessidade de exercitar a massa cinzenta. O problema é saber como.&lt;br /&gt;A revista Nature fez eco de um estudo que demonstrava a ineficácia dos videojogos cujos anúncios mostram adultos muito felizes quando conseguem “distinguir maçãs de pêras” num ecrã. A fim de comprová-lo, 11.430 voluntários entre os 18 e os 60 anos tiveram de se entreter com um dos referidos programas; embora a pontuação que obtinham fosse cada vez melhor (como seria de esperar quando se apanha o jeito de matar marcianos), os resultados não se reflectiam nos testes que avaliavam de modo científico a memória, o raciocínio e a aprendizagem. “Não houve absolutamente nenhum efeito de transferência”, esclareceu um dos autores da investigação, o neurocientista Adrian Owen, da Universidade de Cambridge (Inglaterra).&lt;br /&gt;Será que isso significa que a ginástica mental é inútil? De modo algum: Cajal tinha razão. O cérebro opera em função das ligações que estabelece entre os neurónios. É aquilo que nos faz ser como somos. Nesse caso, o que falha? A carga intelectual de um videojogo, ou de um documentário, é bastante menor do que a proporcionada por um livro. Foram feitas experiências para observar o que acontece quando se lê: o cérebro recria paisagens e emoções, e são activadas áreas cerebrais relacionadas com a informação que se está a obter. Em contrapartida, quando vemos algo num ecrã, a única coisa que se “acende” é a zona visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preto no branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira lição: quer manter o cérebro em forma? Pois arranje um bom livro e mergulhe nas suas páginas; ou então uma revista com histórias surpreendentes que estimulem a sua curiosidade e imaginação, como a que tem agora entre as mãos. Pode também deixar momentaneamente de lado a máquina de calcular e fazer algumas contas; ou tentar aprender outra língua, ou a tocar um instrumento musical. O cérebro agradece os desafios e, numa época ultratecnológica, o leitor não tem necessariamente de envergar um traje virtual e ser protagonista de Tron para pô-lo à prova.&lt;br /&gt;Além disso, não se instale no sofá. Correr um pouco não mata. Passeie ou frequente aulas de dança. Compre uma bola de fitness e faça ginástica. As experiências efectuadas com pacientes e, sobretudo, em animais que foram submetidos a exercício físico moderado mostram claramente um aumento do respectivo rendimento cerebral. O exercício muda a face dos nossos neurónios: os vínculos aumentam e tornam-se mais ricos. Cresce o número de espinhas dendríticas, as protuberâncias em forma de fungo que surgem no tronco (axónio) do neurónio e estimulam a formação das sinapses, as mágicas ligações nervosas.&lt;br /&gt;Não sabemos muito bem como se processa todo este milagre em termos moleculares, mas o certo é que acontece. Art Kramer, investigador da Universidade do Illinois em Urbana-Champaign (Estados Unidos), está convencido de que caminhar cerca de 45 minutos, três vezes por semana, aumenta em 20 por cento a capacidade de armazenamento de memórias episódicas e optimiza as funções cerebrais, segundo afirmou à revista Newsweek. Um ano de exercício físico faz maravilhas, revelam as experiências. Assim, um indivíduo de 70 anos poderia alcançar a conectividade neuronal de alguém na casa dos 30, com os consequentes progressos na planificação de tarefas, na faculdade de fazer várias coisas em simultâneo, etc. Ora todos sabemos que, com a passagem do tempo, perdemos essas valiosas ligações entre células nervosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espelho social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutra investigação, ressonâncias magnéticas revelaram que crianças de nove e dez anos, em boa forma física, têm um hipocampo até 12% maior. A consequência é que obtêm melhores notas nos testes de memória; pelos vistos, são mais eficientes a utilizar o oxigénio.&lt;br /&gt;O cérebro é um órgão tão extraordinário que chega a reflectir o nível social dos indivíduos. A qualidade do desenvolvimento mental numa criança criada no seio de uma família com um estatuto socioeconómico elevado é melhor e mais adequada, o que coloca em questão a igualdade de oportunidades. Crescer num bairro social implica receber menos estímulos intelectuais, o que influencia o desenvolvimento cognitivo. Além disso, esses meios são propensos a provocar stress, uma alteração que estimula a produção da hormona cortisol. Quando produzida em excesso, esta substância ataca as bainhas protectoras da mielina nos neurónios e dificulta a criação de novas ligações.&lt;br /&gt;Sem cair no cliché discriminatório de que as crianças pobres são menos inteligentes, os estudos confirmam, porém, a importância decisiva do ambiente. Algumas estatísticas indicam mesmo que a probabilidade de ser vítima da doença de Alzheimer é dez vezes menor entre os cientistas e indivíduos com habilitações universitários do que entre o resto da população. Devemos aproveitar o que a neurociência nos indica para desenvolver planos de estudo. Por exemplo, sabe-se que o cérebro desliga após 40 minutos de conversa e começa a pensar noutra coisa. Ignoramos o motivo. É possível que os bons professores o tenham percebido, sem o saberem, pelo que mudam de tema passado esse tempo. Aprendemos através da repetição, necessitamos de um tempo de repouso e, também, de actividade. Se se conhecer bem a biologia do sistema, será possível tirar muito mais proveito dele. Exercite-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;L.M.A.&lt;br /&gt;SUPER 156 - Abril 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6310554771036138504?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6310554771036138504/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6310554771036138504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6310554771036138504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6310554771036138504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/06/fortifique-o-cerebro.html' title='&lt;em&gt;Fortifique o cérebro!&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-f7YKq-1MYEU/TgxP213U1aI/AAAAAAAAI00/9AjHIQKu3YA/s72-c/brain_gd.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1252340232194990118</id><published>2011-06-24T08:59:00.003+01:00</published><updated>2011-06-24T09:01:27.825+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>O Erro de Descartes</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px" id="__ss_8320409"&gt; &lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/o-erro-de-descartes-8320409" title="O Erro de Descartes"&gt;O Erro de Descartes&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8320409" width="425" height="355" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt; View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7"&gt;Sérgio Morais&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6336226849821297498</id><published>2011-06-24T08:59:00.001+01:00</published><updated>2011-06-24T08:59:35.957+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>Sentimento de Si</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px" id="__ss_8320036"&gt; &lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/sentimento-de-si" title="Sentimento de Si"&gt;Sentimento de Si&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8320036" width="425" height="355" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt; View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7"&gt;Sérgio Morais&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6336226849821297498?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6336226849821297498/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6336226849821297498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6336226849821297498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6336226849821297498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/06/sentimento-de-si.html' title='Sentimento de Si'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2857889020241624881</id><published>2011-06-24T08:56:00.000+01:00</published><updated>2011-06-24T08:57:17.801+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>Ao Encontro de Espinosa</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px" id="__ss_8320078"&gt; &lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/ao-encontro-de-espinosa" title="Ao Encontro de Espinosa"&gt;Ao Encontro de Espinosa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8320078" width="425" height="355" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt; View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7"&gt;Sérgio Morais&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2857889020241624881?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2857889020241624881/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2857889020241624881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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type='text'>Conjugador de Verbos</title><content type='html'>Siga este link:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;http://www.linguistica.insite.com.br/cgi-bin/conjugue&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-4909279490395633788?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/4909279490395633788/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=4909279490395633788' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4909279490395633788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4909279490395633788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/06/conjugador-de-verbos.html' title='Conjugador de Verbos'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6179861897409785364</id><published>2011-06-08T11:24:00.001+01:00</published><updated>2011-06-08T11:26:18.179+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Reintrodução do Exame Nacional de Filosofia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA&lt;br /&gt;E ENSINO SUPERIOR&lt;br /&gt;Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deliberação n.º 1085/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o disposto no Decreto -Lei n.º 296 -A/98, de 25 de Setembro, alterado pelos Decretos -Leis n.os 99/99, de 30 de Março, 26/2003, de 7 de Fevereiro, 76/2004, de 27 de Março, 158/2004, de 30 de Junho, 147 -A/2006, de 31 de Julho, 40/2007, de 20 de Fevereiro e 45/2007, de 23 de Fevereiro, 90/2008, de 30 de Maio, e rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 32 -C/2008, de 16 de Junho, nomeadamente na alínea b) do seu artigo 19.º;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em conta o disposto no Decreto -Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, com a redacção que lhe foi dada pelo Decreto -Lei n.º 50/2011, de 8 de Abril, nomeadamente na alínea c) do n.º 4 do seu artigo 11.º;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o disposto no artigo 1.º da Deliberação n.º 384/99,de 30 de Junho, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior; A Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior delibera o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.º Prova de ingresso de Filosofia&lt;br /&gt;1 — Nos termos do disposto no n.º 4 do artigo 11.º do Decreto--Lei n.º 74/2004, com a redacção que lhe foi dada pelo Decreto -Lei n.º 50/2011, a avaliação sumativa externa dos alunos dos cursos científico -humanísticos do ensino secundário volta a incluir a disciplina de Filosofia da componente de formação geral, de acordo com a opção do aluno, pelo que tal disciplina volta a ser objecto de exame nacional do ensino secundário, no final do 11.º ano de escolaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 — Tendo em conta as disposições legais referidas no número anterior, a disciplina de Filosofia volta a poder constituir -se como prova de ingresso, nos termos do previsto no artigo 19.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, de 25 de Setembro, pelo que o elenco de provas de ingresso a considerar, a partir da candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano lectivo de 2013 -2014, é o constante do anexo I da presente deliberação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.º Alterações de elencos de provas de ingresso decorrentes da aplicação do disposto no artigo 1.º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 — Para os cursos de ensino superior que já se encontram em funcionamento, podem as instituições de ensino superior apresentar à Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, até ao dia 6 de Maio de 2011, propostas de alteração dos respectivos elencos de provas de ingresso, com vista à inclusão da prova de ingresso de Filosofia;&lt;br /&gt;2 — As alterações propostas nos termos do número anterior podem assumir dois propósitos distintos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Adição da prova de ingresso de Filosofia aos elencos de provas de ingresso actualmente fixados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Reestruturação dos elencos de provas de ingresso, de forma a passarem a incluir a prova de ingresso de Filosofia, que obrigue à substituição de provas de ingresso actualmente em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 — As propostas apresentadas nos termos da alínea a) do n.º 2 do presente artigo, relativamente a pares estabelecimento/curso que já tenham fixado o número máximo de três elencos alternativos, nos termos do n.º 4 do artigo 20.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, poderão conter um quarto elenco alternativo de provas de ingresso, devendo tal pretensão ser devidamente fundamentada pelo órgão legal e estatutariamente competente do establecimento de ensino superior com vista à aplicação da medida excepcional prevista no n.º 5 do artigo 20.º do citado decreto -lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 — Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 20.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, os cursos abrangidos pelo disposto no anexo II da Deliberação n.º 979/2011, de 7 de Abril, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, não estão sujeitos às limitações previstas no n.º 4 do artigo 20.º do Decreto -Lei n.º 296 -A/98, sendo permitida a fixação de um máximo de seis elencos alternativos de provas de ingresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.º Aplicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 — As propostas apresentadas nos termos do disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 2.º serão implementadas a partir da candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano lectivo de 2013 -2014;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 — As propostas apresentadas nos termos do disposto na alínea b) do n.º 2 do artigo 2.º serão implementadas a partir da candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano lectivo de 2014 -2015, inclusive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 — Para efeitos de aplicação do disposto na presente Deliberação, a prova de ingresso de Filosofia passa a integrar as áreas II, III, IV, V e VI constantes do anexo I da Deliberação n.º 979/2011, de 7 de Abril, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior.&lt;br /&gt;19 de Abril de 2011. — O Presidente da Comissão, Virgílio Meira&lt;br /&gt;Soares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANEXO I&lt;br /&gt;Código Prova de Ingresso&lt;br /&gt;01 Alemão&lt;br /&gt;02 Biologia e Geologia&lt;br /&gt;03 Desenho&lt;br /&gt;04 Economia&lt;br /&gt;05 Espanhol&lt;br /&gt;06 Filosofia&lt;br /&gt;07 Física e Química&lt;br /&gt;08 Francês&lt;br /&gt;09 Geografia&lt;br /&gt;10 Geometria Descritiva&lt;br /&gt;11 História&lt;br /&gt;12 História da Cultura e das Artes&lt;br /&gt;13 Inglês&lt;br /&gt;14 Latim&lt;br /&gt;15 Literatura Portuguesa&lt;br /&gt;16 Matemática&lt;br /&gt;17 Matemática Aplicada às Ciências Sociais&lt;br /&gt;18 Português&lt;br /&gt;19 Matemática A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diário da República, 2.ª série — N.º 84 — 2 de Maio de 2011&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://paginasdefilosofia.blogspot.com/2011/06/reintroducao-do-exame-nacional-de.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://paginasdefilosofia.blogspot.com/2011/06/reintroducao-do-exame-nacional-de.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6179861897409785364?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6179861897409785364/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6179861897409785364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6179861897409785364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6179861897409785364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/06/reintroducao-do-exame-nacional-de.html' title='&lt;em&gt;Reintrodução do Exame Nacional de Filosofia&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-781235781770955401</id><published>2011-05-30T15:32:00.000+01:00</published><updated>2011-05-30T15:34:30.971+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Workshop'/><title type='text'>Workshop de Design de Produto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;UM DOS NOMES MAIS IMPORTANTES DO DESIGN INTERNACIONAL NA UNIVERSIDADE CATÓLICA – BRAGA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“LET THERE BE LIGHT” – WORKSHOP DE DESIGN DE PRODUTO&lt;br /&gt;ORIENTADO POR NICK HOLLAND&lt;br /&gt;Director of Design Master - Royal College of Art&lt;br /&gt;Faculdade de Filosofia Braga 03 de Junho de 2011 18H00-23H00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação do Workshop&lt;br /&gt;O principal objectivo consiste em levar os participantes a experimentarem pessoalmente, de uma forma dinâmica e criativa, os vários passos e processos de pensamento necessários ao design de um produto viável.&lt;br /&gt;A tarefa prática consistirá em conceber o design de um candeeiro de mesa e realizar um protótipo durante o workshop, com engenho, criatividade e sentido prático, capaz de transformar materiais simples num objecto dotado de outra dimensão e valor. Os componentes eléctricos e materiais para a estrutura do candeeiro serão fornecidos pela Universidade. Os processos de design envolvidos nesta tarefa incluem – planeamento, design, função, construção, sentido prático, sentido estético e sentido emocional.&lt;br /&gt;O resultado será avaliado do ponto de vista do consumidor – este seria um produto que eu gostaria de ter em minha casa?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Destinatários&lt;br /&gt;Docentes, alunos e profissionais do design e das artes da imagem, das belas-artes, da educação visual e tecnológica, profissionais que trabalham nas áreas das indústrias criativas e com a arte como mediação nos processos de ensino-aprendizagem e de animação cultural.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inscrições&lt;br /&gt;Número de participantes: 35 – por ordem de inscrição&lt;br /&gt;Custo: 25 euros (incluído o Certificado de Presença)&lt;br /&gt;Horário do Workshop: das 18H00 às 23H00.&lt;br /&gt;Inscrições na Faculdade de Filosofia da UCP – Telf. 253 208 075 (das 9H00 às 13H00; das 14H30 às 18H30) – Email: Artur Alves: arturalves@braga.ucp.pt&lt;br /&gt;Organização: Faculdade de Filosofia da Universidade Católica – Mestrado em Ensino de Artes Visuais – Programa: “Os Estados da Arte. Workshops em Educação pela Arte”&lt;br /&gt;Os participantes deverão trazer para o Workshop os seguintes materiais: Lápis, Régua, Tesoura, X-acto, Alicate de pontas ou de corte (o restante material será fornecido pela Universidade).&lt;br /&gt;Mais informação no endereço: http://www.eacfacfil.net/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-781235781770955401?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/781235781770955401/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=781235781770955401' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/781235781770955401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/781235781770955401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/workshop-de-design-de-produto.html' title='&lt;em&gt;Workshop de Design de Produto&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-7901896568133433762</id><published>2011-05-27T12:31:00.001+01:00</published><updated>2011-05-27T12:34:09.042+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades científicas'/><title type='text'>Wikiciências em português</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://wikiciencias.casadasciencias.org/index.php/P%C3%A1gina_principal"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5611357537149055874" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 181px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-YtKfmuZl0Ao/Td-L8yV684I/AAAAAAAAIxg/dzPDfo_-EeI/s200/casa%2Bdas%2Bciencias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Informação recebida da Casa das Ciências, projecto da Fundação Gulbenkian para o ensino das ciências, sobre o início do &lt;a href="http://wikiciencias.casadasciencias.org/index.php/P%C3%A1gina_principal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Wikiciências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internet é hoje um recurso de uso universal. É ali que todos procuramos a resposta às nossas questões, seja a simples hora do filme que tencionamos ir ver seja a última experiência em curso no CERN. Todas as revistas científicas estão hoje disponíveis, embora o acesso dependa do pagamento de uma assinatura. Está em curso um grande esforço para digitalização de livros mas o futuro é ainda incerto e a maioria dos livros recentes só pode ser acedida em papel. A realidade é que os estudantes fazem hoje um uso muito amplo da internet para o acompanhamento do seu estudo mas as têm muito poucas fontes de confiança em português. Para o ensino básico e secundário, esta é uma carência que foi identificada como muito relevante e a que a Casa das Ciências está a dar uma resposta.&lt;br /&gt;Num estudo prévio, foram identificados os termos básicos presentes nos programas das disciplinas científicas e este constitui o acervo inicial que a Casa das Ciências se propõe reunir. Na fase inicial, a Casa das Ciências convidou cientistas reconhecidos a participar neste projecto como editores sectoriais. Todas as entradas ficam permanentemente registadas e disponíveis para consulta mesmo depois de substituídas. A identidade dos autores e dos editores será pública e servirá de primeiro garante da qualidade da entrada. Uma vez aprovada, fica livremente disponível e exposta à crítica havendo uma hierarquia de editores que lidarão com todas as sugestões de melhoria que sejam apresentadas.&lt;br /&gt;Tendo como Editor-Chefe o Professor José Ferreira Gomes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, e como Comissão Editorial a mesma da Casa das Ciências, o Corpo editorial tem 2 Editores de Geologia, 3 de Matemática, 2 de Física, 2 de Geologia, 3 de Química, 3 de Biologia e 2 de Ciências dos computadores.&lt;br /&gt;Dispõe nesta primeira fase de cerca de 650 entradas das quais 250 já se encontram “abertas” para toda a gente. Todas as outras estão em fase de avaliação para poderem ser editadas e publicadas dentro dos prazos habituais nestas circunstâncias.&lt;br /&gt;Estima-se que até ao fim do ano estejam disponíveis para leitura universal cerca de 1000 entradas que, segundo os estudos prévios que foram efectuados, correspondem a uma dimensão aceitável para o universo de conceitos essenciais que são utilizados nos níveis de ensino a que a WikiCiências prioritariamente se destina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://dererummundi.blogspot.com/2011/05/wikiciencias-em-portugues.html&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-7901896568133433762?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/7901896568133433762/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=7901896568133433762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7901896568133433762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7901896568133433762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/wikiciencias-em-portugues.html' title='&lt;em&gt;Wikiciências em português&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YtKfmuZl0Ao/Td-L8yV684I/AAAAAAAAIxg/dzPDfo_-EeI/s72-c/casa%2Bdas%2Bciencias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-8072968043672907842</id><published>2011-05-27T12:29:00.001+01:00</published><updated>2011-05-27T12:30:32.910+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Recursos Educativos Abertos em Filosofia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://paginasdefilosofia.blogspot.com/2011/05/recursos-educativos-abertos-em.html?spref=bl"&gt;Páginas de Filosofia: Recursos Educativos Abertos em Filosofia&lt;/a&gt;: "Existem Recursos Educativos Abertos em Filosofia? Na verdade, existem poucas fontes exclusivamente dedicadas à Filosofia. Grande parte d..." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-8072968043672907842?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/8072968043672907842/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=8072968043672907842' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8072968043672907842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8072968043672907842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/paginas-de-filosofia-recursos.html' title='&lt;em&gt;Recursos Educativos Abertos em Filosofia&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1977140767020840572</id><published>2011-05-27T12:18:00.002+01:00</published><updated>2011-05-27T12:22:20.188+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 10º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antropologia'/><title type='text'>A cama e as cruzes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PJihRZw1Xdo/Td-JQTCti-I/AAAAAAAAIxQ/k9KDy1BmKVQ/s1600/sexo%2Be%2Ba%2Breligi%25C3%25A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5611354573809486818" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-PJihRZw1Xdo/Td-JQTCti-I/AAAAAAAAIxQ/k9KDy1BmKVQ/s200/sexo%2Be%2Ba%2Breligi%25C3%25A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O que é que as religiões têm contra o sexo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das religiões procura controlar e impor ao prazer carnal severas restrições, a fim de preservar o poder sobre os fiéis. A excepção vem de algumas correntes místicas que, longe de estigmatizá-lo, consideram o sexo uma expressão divina. A sexóloga Valérie Tasso investiga como evoluiu a complexa relação entre a alma piedosa e o corpo dos outros.&lt;br /&gt;Dois grandes entusiasmos acompanham-nos ao longo da nossa condição de seres humanos: o religioso e o erótico. O termo “entusiasmo” provém do grego clássico e significa algo como “inspiração divina”, pois contém na sua formação a expressão entheos, “ter Deus dentro”, isto é, comungar. Entusiastas são as palavras do profeta ou do visionário, ou ainda, na antiga Grécia homérica, as do poeta: aquele que dizia a verdade porque esta lhe era abertamente revelada pelas divinas musas.&lt;br /&gt;Quando alguém sente fervor (o sangue a ferver, segundo a etimologia latina, ou um ardor, segundo a castiça), todo o seu ser é invadido por uma avidez (líbido) incontrolável relativamente ao elemento que o provoca; esse fervor é directamente ditado pelo Ser superior. Assim, sexo e religião seriam uma mesma manifestação, embora tenham sido, desde tempos antigos, confrontados e raramente considerados complementares. Porquê?&lt;br /&gt;A religião não deve ser confundida com o sentimento religioso nem com a instituição religiosa. O sentimento religioso consiste em religar-se (daí o termo “religião”) com o absoluto, com o que não possui nome nem forma mas justifica ou dá sentido a uma existência (de outro modo) absurda aos olhos da razão. Por sua vez, a religião é o conjunto de doutrinas específicas que se baseiam nesse sentimento religioso inato; conta com um número de adeptos ou de iniciados nos seus mistérios sapienciais, os quais fazem da fé (a origem do fervor) a sua justificação. Quanto às instituições religiosas, são os organismos administrativos ou de gestão do conjunto de dogmas, liturgias e crenças que constituem as religiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igrejas e sentimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A função da religião e, por conseguinte, dos seus administradores não é tanto (não nos enganemos) facilitar o acesso ao sagrado, mas regular moralmente a convivência entre os mortais à luz da (alegada) única verdade. Fá-lo através da aniquilação do pensamento crítico e da submissão da liberdade individual ao que chamamos “o bem comum” (ou “palavra do Senhor”). Na nossa tradição cultural, para alcançar esse objectivo e conseguir que fiquemos quietinhos, dóceis e sem incomodar a autoridade ou o vizinho, foi preciso tranformar o entusiasmo sexual (tão caótico e subversivo) no inimigo público número um. O desejo religioso era tido como divino; o erótico, demoníaco; e assim continuam a ser considerados, embora ambas as inclinações já tenham partilhado meios e fins em algumas manifestações, como, por exemplo, a orgia.&lt;br /&gt;A orgia (a palavra possui a mesma raiz indo-europeia de “orgasmo” e “organigrama”, ou seja, o prefixo “org-”, relativo a trabalho) era o apogeu do culto divino em honra de Dionísio, deus do vinho e do êxtase. Na orgia, todos os fiéis, qualquer que fosse a sua condição, se entregavam carnalmente uns aos outros, para conseguir que a divindade entrasse no seu espírito através de um transe erótico. Os participantes na cerimónia religiosa amavam-se, beijavam-se, acariciavam-se e procuravam a visão mística de Dionísio através do chamado “paroxismo histérico” (recorde-se que o orgasmo foi definido pela medicina clínica do século XIX como uma manifestação patológica da mulher histérica).&lt;br /&gt;Através do sexo, os fiéis comungavam (entendiam, participavam e possuíam) com a figura do deus, e o importante era que todos o conseguissem. A orgia era prova da supremacia do amor e da entrega pessoal em prol da colectividade e da confraternização, isto é, fazia do gozo individual o prazer da irmandade. Oposta ao individualismo, mas não ao indivíduo, a diferença da orgia em relação ao sexo “institucional” era que, para os devotos de Dionísio, o conhecimento divino e do amor entre semelhantes se produzia através de um arrebatamento que decorria de forma vital, caó&amp;shy;tica e natural, e não através da mortificação, da ordem, da culpa e da negação da vida.&lt;br /&gt;As normas morais de carácter religioso e as normas políticas que a urbe impunha aos cidadãos não existiam nas orgias, e o êxtase (a visão de Deus) não chegava pela via da privação hipossexual da vida, mas por uma afirmação hipersexual dessa mesma existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco está bem, seis é demais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo de semelhante acontece noutras orientações religiosas distantes da nossa, como o tantrismo hindu (no ramo ou via da “mão esquerda”) ou o budismo vajrayana (tibetano ou lamaísta). No primeiro, o sexo e o estado visionário que procura alcançar constituem uma via para entender a força que gera e sustenta o universo: a Sakti que emana da união entre a divindade feminina, Devi, e a masculina, Siva. No budismo vajrayana, cuja doutrina utiliza aspectos do tantra com uma orientação mais puritana, o sexo constitui uma ascese (exercício) para controlar e submeter aquilo que nos torna infelizes: o desejo. Segundo o taoísmo mais esotérico e encantatório, o sexo deve ser utilizado para obter a energia feminina e não desperdiçar a masculina, através daquilo que os latinos denominavam coitus reservatus, a fim de alcançar a imortalidade espiritual e física.&lt;br /&gt;Em 186 a.C., o Senado romano proibiu oficialmente a celebração das bacanais, como eram conhecidos os rituais orgiásticos gregos em honra de Baco (denominação romana para o Dionísio grego). A proibição baseava-se mais em questões políticas (subversão do Estado) do que de ordem moral. Em consequência, numerosos praticantes foram executados, assistiu-se a uma destruição sistemática dos locais de culto e as práticas orgiásticas foram regulamentadas: só eram permitidas ocasionalmente, mediante uma autorização especial do Senado e com um máximo de cinco pessoas. A decisão acabou com o sentimento religioso dos devotos de Dionísio. Era o princípio da ordem imperial e da pax romana. O sexo (“fonte de ferida”, segundo Plutarco) começava a ser mais temido do que as hordas bárbaras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos entusiasmo, por favor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma religião define o sexo, está, na realidade, a definir-se a si própria. Assim, se afirmar que a sexualidade é impura, pecaminosa e algo que se deve evitar a todo o custo, o que está verdadeiramente a dizer-nos é que nos encontramos perante uma religião de ascetismo, de mortificação e de culpa. Além disso, não devemos esquecer outro aspecto significativo das religiões e das suas instituições: conquistar o poder e controlar o entusiasmo sexual é dominar por completo o ser humano.&lt;br /&gt;No âmbito do cristianismo (em especial, do catolicismo), a condenação do sexo e do processo de sexualização que nos permite tornarmo-nos seres sexuados, assim como a negação obstinada da interacção erótica, marcam a gestão e compreensão do factor sexual humano. É o princípio de definição por excelência: o sexo é o maior inimigo da virtude religiosa. Neste ponto, o cristianismo coincide e surge irmanado com as outras religiões do Livro (todas monoteístas, com um Deus individualizado que não partilha a sua existência nem qualquer vivência conjugal), em especial com o judaísmo, pois o Islão é menos escrupuloso e rígido em relação à castidade.&lt;br /&gt;Assim, assumido o facto de que existem gentios que não foram favorecidos com a sublime graça do celibato, o sexo fica reduzido (e concretiza-se), para os três monoteísmos, a dois pontos primordiais: a função reprodutiva e a sua prática exclusiva numa união consagrada pela instituição religiosa.&lt;br /&gt;Quanto ao primeiro ponto (o sexo é apenas legitimado pela procriação), o cristianismo é uma religião exotérica, isto é, não reserva as suas doutrinas aos iniciados (a exemplo das religiões esotéricas), mas estende-as a toda a humanidade, pois necessita do maior número possível de adeptos. É por isso que faz do proselitismo o seu mecanismo de divulgação; necessita de fiéis nascidos no seio da Igreja e educados nas suas doutrinas para poderem preservar e propalar a mensagem. Claro que quantos mais houver melhor, de acordo com a proclamação ecológica de “povoai a terra e submetei-a”.&lt;br /&gt;O dogma não constitui um assunto menor para eles, como se vê pelo facto de até sistemas contraceptivos como o preservativo (que converte quem o usa em onanista) serem proibidos, mesmo que sirvam para evitar o contágio de doenças e a morte de seres humanos. Por outro lado, o que dizer das práticas eróticas ou de interacções de carácter não-reprodutivo, como a masturbação, a sodomia, o voyeurismo, o sexo oral, a homossexualidade? Merecem, para o cristianismo, a mais absoluta condenação teológica e civil: a morte para Onã, fogo e enxofre para os habitantes de Sodoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para casados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao segundo princípio (o sexo apenas se destina à procriação, numa união matrimonial sancionada pela instituição), remonta aos tempos do apóstolo São Paulo e à sua célebre apologia do casamento: se um homem e uma mulher não forem capazes de dominar os seus impulsos, “que se casem, pois é melhor casar-se do que arder”. Isto é, o matrimónio é visto como um mal menor e uma solução de cumprimento obrigatório para evitar a deserção em massa. Todavia, qual será a verdadeira finalidade social de semelhante premissa?&lt;br /&gt;Resposta: preservar a organização da sociedade em redor da família nuclear, que provém da união heterossexual. A chamada “família tradicional” demonstrou ser uma estrutura social sólida e útil para conseguir transmitir os valores “que devem ser transmitidos”. Por isso, o sexo, para o cristianismo, não se restringe ao amor (por mais que pretendam, por vezes, atribuir-lhe esse disfarce), mas ao amor consagrado pela união sacramental do matrimónio; ou seja, aquele que obtém autorização do poder para se transformar em amor.&lt;br /&gt;A pena pelo incumprimento do preceito, ou por desestabilizar a união abençoada através do adultério, é tão severa como a aplicada no caso das práticas improdutivas, mas há uma característica importante. Aqui, a culpa do pecado pertence sempre à mulher.&lt;br /&gt;E não houve movimentos cristãos que conseguissem ultrapassar estes preceitos e tentassem conjugar a avidez sexual e a religiosa? Entre os gnósticos que deram origem ao cristianismo, marcado pelo acentuado dua&amp;shy;lis&amp;shy;mo entre os conceitos de alma e de mundo, encontramos duas correntes: a que via a Terra e a vida terrestre como um inferno do qual se deviam abster de participar (os ascetas), e outra constituída pelos libertinos hedonistas, que consideravam que, por possuir a gnose (o conhecimento de Deus), a alma não podia ficar manchada por manifestações de vida, pelo que o sexo e a consequente expressão de prazer constituíam uma via de agradecimento proporcionada pelo absoluto. A luta ideológica pela configuração final do cristianismo saldou-se a favor dos primeiros, que se revelaram implacáveis com os segundos, mas o debate continuou em aberto (e, de facto, ainda não terminou). As maiores heresias da cristandade fundamentavam-se nessa noção do sexo como uma bênção, como um caminho para o conhecimento e para agradecer a condição de escolhidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De puritanos a libertinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunidade cristã ortodoxa dos chlystes, cujo nome provinha da palavra russa chlyst (flagelo), era conhecida pela severidade com que os seus membros se castigavam por qualquer acesso de luxúria carnal e pelas práticas radicais de mortificação. Um dia, sem qualquer motivo aparente, o grupo mudou de orientação, mas não de fé, e transformou-se num colectivo de libertinos cristãos que se entregavam às orgias, se exibiam nus e consideravam o casamento como o maior dos pecados, pois privatizava o principal bem religioso que possuíam, o sexo.&lt;br /&gt;Fanáticos, mais do que sensatos, os grupos eram supostamente constituídos para as celebrações orgiásticas por escolha divina, através de uma cerimónia prévia que designavam por “o ritual do amor de Cristo” e que misturava idades, géneros e parentescos. Infelizmente, parece que nunca abandonaram o látego, e o sangue e o masoquismo descontrolado também desempenhavam um papel nessas orgias. Em finais do século XVIII, os chlystes foram julgados e condenados pelas autoridades eclesiásticas de Moscovo e nunca mais se ouviu falar deles.&lt;br /&gt;Outro grupo heterodoxo foi a Irmandade do Espírito Livre, um movimento comunitário cristão que surgiu no século XIII e sobreviveu durante quase 400 anos. Entre outros princípios, consideravam que Deus era tudo e estava em tudo (sexo incluído); portanto, nada podia conter pecado, pois isso teria significado que Ele continha o mal. Baseavam-se na imolação de Jesus: se Deus Pai enviou o filho para tirar o pecado do mundo, por que continuamos a pensar que as nossas acções podem ser pecaminosas?&lt;br /&gt;Com base nessas premissas, rejeitavam os sacramentos, que consideravam inúteis; ao acreditar que o pecado não existe, achavam que o inferno era um estado anímico de culpa permanente proveniente da ignorância de não nos sentirmos absolvidos por Deus. Proclamavam ainda que o prazer carnal é uma manifestação de gratidão à divindade, e o sexo o meio de manifestá-la. Foi devido a essas teses e por pô-las em prática que foram aniquilados.&lt;br /&gt;A lista de heterodoxias sensualistas cristãs incluiu, também, os goliardos (sacerdotes licenciosos e poetas satíricos), os nicolaítas (anti-casamento), os promíscuos adamitas e os seus seguidores, os begardos... O mais importante, porém, não é tanto o seu número como o empenho em viver na graça de Cristo sem ter, por isso, de renegar a sua condição de seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrebatamento místico e exaltação sexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por “misticismo”, entende-se um estado elevado de comunicação com o absoluto. O místico é o indivíduo visionário (homem ou mulher) que alcança aquilo que Nicolau de Cusa chamou “a visão de Deus”. Habitualmente oposto à ortodoxia oficial das instituições religiosas (pois o místico vê sem necessidade de intermediários institucionais e a sua prioridade é ver, e não obedecer), o misticismo está presente em quase todas as religiões. Depois, a ortodoxia costuma reclamar para si o resultado do que o visionário experimenta.&lt;br /&gt;O místico também tenta explicar o que vê, uma experiência que, pela sua natureza, se reclama inefável. E é aí que, curiosamente, as suas palavras hesitantes convergem com a descrição do clímax erótico. É difícil distinguir, em alguns versos ou relatos, se nos está a falar de Deus ou do orgasmo, ou mesmo se o próprio autor consegue estabelecer a distinção. “Sente-se um enorme deleite no corpo e grande satisfação na alma”, escreveu, em O Caminho da Perfeição, Santa Teresa de Jesus, que chega a tomar directamente o Senhor por marido: “É possível a alma enamorada pelo seu Esposo passar por todos esses prazeres e desmaios e mortes e aflições e deleites e gozos com Ele...”, relatou nas suas Meditações, inspiradas no Cântico dos Cânticos, livro erótico por excelência da Bíblia.&lt;br /&gt;Este estado de ambiguidade sensorial e intelectual foi muito bem retratado por Gian Lorenzo Bernini (1598–1680) na sua obra-prima escultórica O Êxtase de Santa Teresa. Basta ver a expressão de prazer da mulher e os elementos simbólicos, como a flecha do anjo, para perceber que essas coisas não passaram despercebidas ao artista barroco. Não devemos esquecer-nos, também, da mão suave de toque delicado (“que a vida eterna sabe...”) que se pousa sobre S. João da Cruz de cada vez que ele atinge o êxtase místico. Em suma, a mística constitui um tipo de literatura erótica que conjuga, pelo contexto em que é criada, ambas as aspirações da condição humana: a sexual e a religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratados espirituais para alcançar o êxtase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os livros eróticos considerados sagrados ou que não foram, pelo menos, proscritos nem queimados na fogueira inquisitorial, destaca-se o Kama Sutra (“Ensinamentos sobre o Prazer Sexual”) hindu. O título completo é Vatsyayana Kama Sutra, pois inclui o nome do seu autor, o religioso indiano Vatsyayana, que teria vivido no período gupta dos vedas, por volta do século V, embora também haja quem o situe no século I. Talvez este tratado erótico seja um dos livros mais mencionados e menos lidos da história, pelo que convém referir desde já que não se trata de um manual de posições. Das sete partes em que está dividido, apenas uma, a segunda, fala em posições para o coito, com prioridade para os beijos, as carícias, o sexo oral, pelo que o seu objectivo está muito mais próximo da Ars Amandi, de Ovídio, do que da ginástica rítmica.&lt;br /&gt;Por sua vez, o Koka Shastra (“A Doutrina do Amor”) foi composto, no século XII, pelo poeta Kokkoca, que alguns estudiosos associam à concepção tântrica do hinduísmo. Numa linha semelhante, mas com maior conteúdo prático do que ritual (o objectivo é que o marido mantenha a esposa satisfeita para evitar a dissolução do casamento), surgiu, entre os séculos XV e XVI, o Ananga Ranga (“Um Barco no Oceano do Amor”), escrito pelo poeta indiano Kalyana Malla.&lt;br /&gt;Na tradição islâmica, destaca-se o Al-Rawd al-’Âtir fî Nuzhat al-Khâtir, cuja tradução (mais ou menos literal) seria “Excursão dos Sentidos no Jardim Perfumado”, embora costume surgir abreviado como “O Jardim Perfumado”. Escrito pelo xeque Nefzawi (Abu Abdullah Muhammad ben Umar Nafzawi), possivelmente no século XV, trata-se de um refinado compêndio sobre a sexualidade humana no contexto da cultura muçulmana.&lt;br /&gt;Na tradição judaico-cristã, é difícil encontrar obras semelhantes (devemos o que sabemos sobre erotismo a livros confessionais onde se recolhiam os “pecados da carne”), mas existe uma obra inserida no Antigo Testamento da Bíblia, que é o Cântico dos Cânticos. Começa assim: “Que me beije com os beijos da sua boca!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 156 - Abril 2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1977140767020840572?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1977140767020840572/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1977140767020840572' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1977140767020840572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1977140767020840572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/cama-e-as-cruzes.html' title='&lt;strong&gt;A cama e as cruzes&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PJihRZw1Xdo/Td-JQTCti-I/AAAAAAAAIxQ/k9KDy1BmKVQ/s72-c/sexo%2Be%2Ba%2Breligi%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-4093565831891358810</id><published>2011-05-27T12:12:00.003+01:00</published><updated>2011-05-27T12:15:39.499+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><title type='text'>Génios loucos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AhgTkC9FaKw/Td-Hw_k_8MI/AAAAAAAAIxI/dYHqIE15QLw/s1600/salvador-dali.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5611352936497017026" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 155px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-AhgTkC9FaKw/Td-Hw_k_8MI/AAAAAAAAIxI/dYHqIE15QLw/s200/salvador-dali.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Criativos, sensíveis, estranhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história está cheia de mentes geniais capazes de criar obras sublimes e, ao mesmo tempo, cair na loucura e nas piores perversões, no roubo ou mesmo no homicídio.&lt;br /&gt;A galeria Tate Britain de Londres expõe, entre outras jóias artísticas, um pequeno quadro intitulado O Golpe de Mestre do Lenhador-Duende. O autor, o pintor Richard Dadd, fez uma viagem ao Egipto, em 1842, durante a qual sofreu uma trágica mudança de personalidade, provavelmente causada pelo consumo de ópio e de outras drogas. No regresso, já não voltaria a ser ele próprio: o seu carácter tornara-se azedo e mostrava-se paranóico e agressivo.&lt;br /&gt;De volta a Inglaterra, Dadd assegurava que o deus egípcio Osíris o incumbira de uma dolorosa missão, cujos detalhes não revelava. A conselho de um médico, o pintor resolveu passar um período a descansar na casa de campo da família, no Kent. Uma tarde, enquanto passeava por um bosque nas redondezas, Dadd desferiu uma machadada no pai e, depois, desmembrou o corpo. O parricida foi detido passados alguns dias, em França, quando se preparava para degolar um homem. Entre os seus pertences, a Polícia encontrou um caderno onde escrevera uma longa lista de nomes de pessoas, entre as quais se contava o papa, que devia assassinar por ordem de Osíris.&lt;br /&gt;Aos 27 anos, Dadd foi encerrado num hospício, onde dedicou quase uma década à referida tela, que mostra um grupo de fadas, elfos e duendes a observar um lenhador que se prepara para dar uma machadada. A seus pés, não há lenha, apenas terra. Dadd morreu no hospital psiquiátrico de Broadmoor, em 1886.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quebrar o gelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo do século XX, numa das suas inúmeras bebedeiras, Maurice Utrillo pegou fogo ao hotel de Montmartre onde se alojava. Na rua, no meio dos bombeiros e polícias, a multidão apontava para o telhado do hotel, onde se perfilava a figura do pintor francês. Os habitantes do bairro tinham-no reconhecido e gritavam “É o louco!”, “Detenham o louco!”.&lt;br /&gt;Em 1905, o dramaturgo Alfred Jarry, autor de Rei Ubu e criador da escola patafísica, sentou-se num café parisiense ao lado de uma senhora e, por alguma razão, resolveu embirrar com um cliente que se encontrava junto desta. Ergueu-se, tirou uma pistola do coldre e disparou contra um espelho, provocando pânico no café e a fuga precipitado do fulano que o punha nervoso. Já calmo, voltou-se para a aterrorizada dama e disse-lhe: “Agora que quebrámos o gelo, conversemos.” O seu gosto por puxar o gatilho causou-lhe vários problemas, mas nunca feriu ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extravagantes e criminosos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos artistas foram extravagantes, associais ou neuróticos, assim como obcecados sexuais (Giacomo Puccini), com tendência para a pedofilia (o pintor Balthus), escatológicos ou infantis e malcriados (Amadeus Mozart). Outros tinham graves perturbações mentais, como o poeta surrealista Antonin Artaud, natural de Marselha, que sofria de doença bipolar. Por sua vez, o pintor surrealista Salvador Dalí, criador do “método paranóico-crítico”, foi considerado como um génio ególatra e enlouquecido.&lt;br /&gt;Michael Fitzgerald, psiquiatra irlandês do Trinity College Dublin, assegura que muitos génios foram vítimas de alguma forma de autismo. Será que isso significa que o talento criativo está relacionado com a loucura? A maioria dos psiquiatras rejeita semelhante associação. Os grandes artistas podem ser tão normais ou tão perversos como qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;Músicos, pintores ou escritores são criativos e hiper-sensíveis, mas podem também ser assassinos, ladrões ou seres pervertidos. Tal como os restantes mortais, exibem as diversas variantes da condição humana, como poderá apreciar nas páginas que se seguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sid Vicious: décibeis de sangue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Simon Ritchie nasceu em Londres, em 1957, e foi criado pela mãe, toxicodependente, depois de o pai os ter abandonado. Na adolescência, fez parte de bandas de rua e andou a vender droga. Uma vez, quando assistia a um concerto, feriu uma espectadora e esteve preso uma semana. Depois, juntou-se ao movimento punk e conheceu o vocalista dos Sex Pistols, Johnny Rotten, que lhe deu o nome de Sid Vicious. Foi com esse pseudónimo que se juntou ao grupo como baixista, em 1977.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viciado em heroína, Sid deixou a banda em 1978 e instalou-se no Hotel Chelsea de Nova Iorque com a namorada, a groupie Nancy Spungen. No dia 12 de Outubro, ela foi encontrada morta no quarto que partilhavam, apunhalada e banhada em sangue. No chão, havia seringas e uma faca. Sid, aturdido com a droga, foi acusado de assassínio e libertado sob fiança. Enquanto aguardava o julgamento, morreu de overdose aos 21 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cervantes: brigas e prisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai de Cervantes era um médico que passou por grandes dificuldades para conseguir sustentar a numerosa prole. Na juventude, Cervantes foi para Madrid, onde decidiu dedicar-se às letras, mas meteu-se numa briga e feriu um tal Antonio de Sigura, segundo filho de um membro da alta nobreza espanhola. Foi condenado à mutilação da mão direita e a dez anos de desterro, mas fugiu para Itália e refugiou-se na milícia. O jovem escritor combateu em Lepanto, onde perdeu a mobilidade da mão esquerda, e esteve cinco anos preso em Argel. De regresso a Espanha, foi parar à cadeia, acusado de vender parte do trigo destinado à Armada. Diz-se, também, que foi proxeneta das irmãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caravaggio: um pintor em fuga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida de Michelangelo Merisi da Caravaggio foi recheada de tumultos, sexo, violência e fugas precipitadas. Nasceu em 1571, no seio de uma modesta família milanesa, e chegou a Roma aos 21 anos na mais absoluta miséria. Ali, trabalhou como retratista para subsistir, antes de entrar ao serviço do cardeal Del Monte, próximo dos Médicis. Na cidade, aperfeiçoou a técnica do claro-escuro... e a dos escândalos.&lt;br /&gt;Dizia-se que roubara o cadáver de uma mulher para servir de modelo da Virgem. Era alcoólico, frequentava os bas-fonds e passou várias vezes pela prisão. O jogo, a noite e a prostituição feminina e masculina fascinavam-no. Em 1606, aos 35 anos, matou um tal Tomassoni num duelo por causa de uma dívida de jogo. Foi condenado à morte, mas conseguiu fugir para Malta. Ali, foi acolhido pelos cavaleiros da Ordem de Malta graças ao seu talento artístico. Passados dois anos, fugiu novamente, após seduzir a filha de um dignatário, e foi expulso da Ordem por ser “putrefacto e fétido”. Esteve na Sicília e em Nápoles, seguindo depois para Roma a fim de obter o perdão do papa, mas morreu em circunstâncias estranhas e o seu corpo nunca foi encontrado. Corria o ano de 1610.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean Genet: a vida nas margens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em Paris, em 1910, de uma mãe prostituta e pai desconhecido, Jean Genet foi entregue à assistência pública, que lhe deu um uniforme, um par de tamancos de madeira e um número de registo. Deixou o orfanato para ser acolhido por um casal que cobrava 21 francos por mês para mantê-lo, e cometeu o primeiro roubo aos dez anos. Aos 15, foi enviado para um centro de menores perto de Tours, onde permaneceu três anos. Foi ali que descobriu a sua homossexualidade.&lt;br /&gt;Aos 18 anos, alistou-se na Legião Estrangeira e foi enviado para o Norte de África. Depois, deixou a milícia e prostituiu-se até conseguir voltar a Paris. Preso por roubar e falsificar documentos, foi na cela que escreveu Diário de um Ladrão. Jean Cocteau reparou no seu talento e arranjou-lhe editor, mas Genet continuou a roubar livros nas bibliotecas para vender na rua. Detiveram-no novamente e esteve à beira de ser condenado à prisão perpétua, mas Cocteau intercedeu e a pena foi reduzida a alguns meses. Depois, conheceu o êxito literário, participou nos movimentos de Maio de 1968, apoiou diversas causas revolucionárias e instalou-se em Larache (Marrocos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chatterton: mentir para triunfar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos seus escassos 18 anos de vida, Thomas Chatterton (1752–1770) conseguiu transformar-se num ícone da poesia pré-romântica e... num grande impostor. Natural de Bristol e órfão de pai, foi internado num colégio aos seis anos. Lia febrilmente e, aos onze, compôs os seus primeiros poemas. Inspirando-se em antigos pergaminhos, escreveu a écloga Eleonore e Juga, na qual imitava uma linguagem medieval que fez passar como sendo do monge Thomas Rowley. Ao ver que a coisa pegava, continuou a criar falsificações e a vendê-las por alguns xelins. Inventou autores e escreveu obras que provinham, supostamente, de um cofre encontrado numa igreja. Quando se descobriu a fraude, fugiu para Londres e começou a assinar com o seu nome. Chegou a publicar mas, depois, suicidou-se com arsénico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;William Burroughs: rápido no gatilho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser um dos escritores mais influentes da geração beat, William Burroughs (1914–1997) foi um grande adepto das armas e um tenaz dependente de heroína. Em 1951, perseguido pela polícia norte-americana, emigrou com a família para o México. Numa noite de embriaguez, colocou uma maçã na cabeça da mulher, Joan Vollmer, e disparou o seu Colt 45. Embora se orgulhasse da pontaria, falhou e matou-a. Acusado de homicídio voluntário, passou alguns dias na cadeia, mas conseguiu sair com o auxílio da sua família abastada, proprietária da companhia de calculadoras Burroughs Adding Machines. Refugiado em Tânger, bissexual e consumidor de drogas compulsivo, escreveu livros fascinantes como Junkie ou Naked Lunch (Festim Nu), baseados na sua experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arthur Rimbaud: mudado a tiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1880, Arthur Rimbaud tinha 26 anos e vivia na Etiópia, onde se dedicava ao tráfico de seda, ouro, plumas e armas. “Importamos espingardas”, escreveu à família. Uma existência oposta à vida com que sonhara quando trocou a sua Charleville natal por Paris, aos 17 anos, para se transformar num poeta boémio. Em 1871, o belo adolescente deslumbrou com os seus versos Paul Verlaine, o qual abandonou a mulher e o filho por ele. Os dois poetas amaram-se e embriagaram-se de absinto e haxixe. Durante uma cena de ciúmes, Verlaine deu um tiro no efebo e foi condenado a dois anos de prisão. Depois de criar, em três anos, uma das obras ímpares da literatura, Rimbaud fugiu e trocou a boémia pelos negócios, mas não encontrou paz em África. Sozinho e doente com cancro, regressou a Marselha para morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marquês de Sade: castigado pela sua libertinagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donatien Alphonse François, marquês de Sade, nasceu em Paris no seio de uma família da aristocracia provençal, em 1740. Na sua vida acidentada, foi preso por ordem da Monarquia, da República e do Império, e passou 27 anos encerrado em diversas cadeias e manicómios. Quais foram os seus crimes? Um comportamento com tendência para os excessos, caracterizado por uma sexualidade agressiva, além dos textos que escreveu, considerados demasiado violentos e eróticos. O pai, numa tentativa para o endireitar, casou-o aos 23 anos com a herdeira de uma família nobre e abastada. A mulher sustentou-o economicamente, apesar dos escândalos que ele protagonizou. Acusado de rapto, violência sexual e actos de barbárie contra três jovens que o denunciaram, Sade passou a juventude em fuga.&lt;br /&gt;Aos 37 anos, foi enviado para a cadeia. Durante os treze que passou por detrás das grades nas prisões de Vincennes e da Bastilha, escreveu Os 120 Dias de Sodoma. Libertado em 1790, o “Divino Marquês” sobreviveu à custa da publicação de obras clandestinas escandalosas, como Justine. Durante a Revolução francesa, tomou posição contra a pena capital e a guilhotina. Em 1800, publicou Zoloé e as Suas Duas Amantes, obra que exaltou os ânimos e lhe valeu a condenação dos revolucionários. Sade foi encarcerado no hospício de Charenton, onde morreu em 1814, aos 74 anos.&lt;br /&gt;Muitas histórias foram inventadas, e outras exageradas, sobre o nobre cujo apelido deu origem à palavra “sádico”. A verdade é que falou de sexo sem pudor, um pecado grave no século XVIII, e parte dos seus manuscritos foi destruída pela própria família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 156 - Abril 2011 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-4093565831891358810?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/4093565831891358810/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=4093565831891358810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4093565831891358810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4093565831891358810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/genios-loucos.html' title='&lt;em&gt;Génios loucos&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-AhgTkC9FaKw/Td-Hw_k_8MI/AAAAAAAAIxI/dYHqIE15QLw/s72-c/salvador-dali.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-5259162847193220333</id><published>2011-05-25T11:08:00.001+01:00</published><updated>2011-05-25T11:09:49.005+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>O regresso a um velho tema: a empregabilidade em Filosofia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://filosofiaes.blogspot.com/2011/05/o-regresso-um-velho-tema.html?spref=bl"&gt;&lt;strong&gt;Filosofia no Ensino Secundário: O regresso a um velho tema: a empregabilidade em f...&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"A revista Pública (do Jornal Público) do passado dia 8 de Maio do presente ano, traz como tema de capa um interessante artigo que tem por t..."&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(clique no link e leia o artigo completo)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5259162847193220333?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/5259162847193220333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=5259162847193220333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5259162847193220333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5259162847193220333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/filosofia-no-ensino-secundario-o.html' title='O regresso a um velho tema: a empregabilidade em Filosofia'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2055998633100443224</id><published>2011-05-25T09:17:00.000+01:00</published><updated>2011-05-25T09:18:22.988+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Relações Precoces</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/92L7TNBOwQI?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2055998633100443224?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2055998633100443224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2055998633100443224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2055998633100443224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2055998633100443224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/relacoes-precoces.html' title='&lt;em&gt;Relações Precoces&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/92L7TNBOwQI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1446492960389765119</id><published>2011-05-24T16:19:00.000+01:00</published><updated>2011-05-24T16:19:23.626+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>“Com licença”</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Retirado de um comentário...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Com licença”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Internet também nos apresenta fenómenos singulares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A uns chamamos surpresas agradáveis, a outros, desagradáveis, ou ainda, indiferentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas mesmo os indiferentes, cedo ou tarde, regressam à lembrança, e tantas vezes são recuperados como suporte dos agradáveis ou dos desagradáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temos passado recentemente por este Blogue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje batemos à porta, e entramos na «sala de comentários».&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não foi sem hesitações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Blogue tem, bem visível, o nome de identidade - Histórico-Filosóficas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o descuido e o distanciamento a que têm sido votadas as duas Disciplinas que lhe servem de suporte e referência - História e Filosofia - particularmente, para aqueles que de ambas andam à procura, até uma aproximação se torna cerimoniosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claro que ambas são campo de conhecimento dos mais vastos e com maior rede de trilhos e encruzilhadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas sempre aliciantes de se percorrer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E que bem combinam uma, a História, com a outra, a Filosofia!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E como ambas se constituem um seguro suporte e bom estímulo a qualquer outra disciplina do Conhecimento e Progresso humanos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixem-nos admitir que este Blogue, feito por um Professor de Filosofia, é maioritariamente frequentado por jovens estudantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A simplicidade com que é construído resulta desde logo numa recomendação para que todos fiquemos à vontade e sem receio de mergulhar nas águas onduladas do raciocínio, da meditação e, até, da contemplação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apoiados nos post(ai)s deste Blogue perderemos mais facilmente o medo de outro e outro dos nossos primeiros passos em disciplinas que, provavelmente, se nos afiguram, a tantos de nós, como mafarricos intelectuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixai-vos, deixemo-nos, guiar pelos mestres, e os encantos do percurso far-nos-ão entender boas partes do mistério do sentido e do significado da Vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nós, deixem-nos caminhar convosco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até breve&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luís Fernandes &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1446492960389765119?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1446492960389765119/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1446492960389765119' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1446492960389765119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1446492960389765119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/com-licenca.html' title='“Com licença”'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-5089080780324695483</id><published>2011-05-11T19:13:00.000+01:00</published><updated>2011-05-11T19:13:05.117+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>"O Livro da Consciência" - António Damásio</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px" id="__ss_7927912"&gt;&lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/o-livro-da-conscincia-antnio-damsio" title="&amp;quot;O Livro da Consciência&amp;quot; - António Damásio"&gt;&amp;quot;O Livro da Consciência&amp;quot; - António Damásio&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/7927912" width="425" height="355" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7"&gt;Sérgio Morais&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5089080780324695483?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' 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Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3082484852726347229</id><published>2011-05-02T15:36:00.003+01:00</published><updated>2011-05-02T15:44:00.808+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Acordo Ortográfico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tem dúvidas relativas ao Novo Acordo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siga esta ligação &lt;a href="http://portaldalinguaportuguesa.org/"&gt;http://portaldalinguaportuguesa.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta página divulgam-se recursos e ferramentas disponibilizados no Portal. Encontram-se aqui, por exemplo, ligações para os dicionários desenvolvidos pela equipa do Portal e para a documentação oficial relativa aos acordos ortográficos. Pode também fazer o download da ferramenta "Lince", um conversor automático, muito fácil de utilizar, entre outras funcionalidades.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3082484852726347229?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3082484852726347229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3082484852726347229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3082484852726347229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3082484852726347229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/05/acordo-ortografico.html' title='&lt;em&gt;Acordo Ortográfico&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2377971524099339106</id><published>2011-04-26T16:41:00.000+01:00</published><updated>2011-04-26T16:42:32.744+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal e arredores...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>A Beleza da Simplicidade</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/kXsQif3QLjs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2377971524099339106?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2377971524099339106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2377971524099339106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2377971524099339106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2377971524099339106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/04/beleza-da-simplicidade.html' title='&lt;em&gt;A Beleza da Simplicidade&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/kXsQif3QLjs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3980259329256030761</id><published>2011-04-26T15:52:00.001+01:00</published><updated>2011-04-26T15:53:50.188+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Nuclear Boy - Japão</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/5sakN2hSVxA?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3980259329256030761?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3980259329256030761/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3980259329256030761' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3980259329256030761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3980259329256030761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/04/nuclear-boy-japao.html' title='&lt;em&gt;Nuclear Boy - Japão&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/5sakN2hSVxA/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3617598360954048107</id><published>2011-04-15T16:23:00.000+01:00</published><updated>2011-04-15T16:24:23.475+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 10º ano'/><title type='text'>Dimensão Religiosa - O Esencial</title><content type='html'>&lt;div class="prezi-player"&gt;&lt;style type="text/css" media="screen"&gt;.prezi-player { width: 550px; } .prezi-player-links { text-align: center; }&lt;/style&gt;&lt;object id="prezi_zrbpq7pvfop6" name="prezi_zrbpq7pvfop6" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="400" height="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://prezi.com/bin/preziloader.swf"/&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"/&gt;&lt;param name="flashvars" value="prezi_id=zrbpq7pvfop6&amp;amp;lock_to_path=0&amp;amp;color=ffffff&amp;amp;autoplay=no&amp;amp;autohide_ctrls=0"/&gt;&lt;embed id="preziEmbed_zrbpq7pvfop6" name="preziEmbed_zrbpq7pvfop6" src="http://prezi.com/bin/preziloader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="400" bgcolor="#ffffff" flashvars="prezi_id=zrbpq7pvfop6&amp;amp;lock_to_path=0&amp;amp;color=ffffff&amp;amp;autoplay=no&amp;amp;autohide_ctrls=0"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="prezi-player-links"&gt;&lt;p&gt;&lt;a title="Recordar o Essencial - I" href="http://prezi.com/zrbpq7pvfop6/a-dimensao-religiosa/"&gt;A Dimensão Religiosa&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://prezi.com"&gt;Prezi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3617598360954048107?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3617598360954048107/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3617598360954048107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3617598360954048107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3617598360954048107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/04/dimensao-religiosa-o-esencial.html' title='&lt;em&gt;Dimensão Religiosa - O Esencial&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-7752947074719136108</id><published>2011-04-15T11:09:00.001+01:00</published><updated>2011-04-15T11:11:17.345+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><title type='text'>Da Vinci</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JDuTA0SUL4w/TagZoyS1CrI/AAAAAAAAIt0/nA94fZa_QqY/s1600/Leonardo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595750725494049458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 204px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-JDuTA0SUL4w/TagZoyS1CrI/AAAAAAAAIt0/nA94fZa_QqY/s320/Leonardo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Da Vinci... Leonardo como primeiro nome! Nasceu há precisamente 559 anos e tornou-se no ex-libris em forma de Homem do Renascimento e "padroeiro" da mais ingénua curiosidade que se pode ambicionar. Ingénua curiosidade, o que faz mover os Tempos e a Humanidade. O mesmo Leonardo que uma vez disse: "Eu ofendi Deus e a Humanidade porque o meu trabalho não atingiu a qualidade que deveria atingir"! Exercícios de excesso de modéstia, digo eu! Celebremos, então!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://dererummundi.blogspot.com/ &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-7752947074719136108?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/7752947074719136108/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=7752947074719136108' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7752947074719136108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7752947074719136108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/04/da-vinci.html' title='&lt;em&gt;Da Vinci&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JDuTA0SUL4w/TagZoyS1CrI/AAAAAAAAIt0/nA94fZa_QqY/s72-c/Leonardo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2892168020994718853</id><published>2011-04-13T10:21:00.002+01:00</published><updated>2011-04-13T10:24:21.486+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conferências'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>9.º ENCONTRO NACIONAL DE PROFESSORES DE FILOSOFIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5F7fgdjX2Ss/TaVro_JEx9I/AAAAAAAAItM/8NJg9OFDmXI/s1600/sociedade%2Bport%2Bde%2Bfilosofia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594996463966144466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 306px; CURSOR: hand; HEIGHT: 54px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-5F7fgdjX2Ss/TaVro_JEx9I/AAAAAAAAItM/8NJg9OFDmXI/s320/sociedade%2Bport%2Bde%2Bfilosofia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;BRAGA - UNIVERSIDADE DO MINHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sociedade Portuguesa de Filosofia, em parceria com o Departamento de Filosofia da Universidade do Minho e com o apoio do Centro de Estudos Humanísticos da mesma universidade, organiza este ano a 9.ª Edição dos Encontros Nacionais de Professores de Filosofia. O encontro deste ano realiza-se nos dias 9 e 10 de Setembro (6º e Sábado), em Braga (Universidade do Minho), e, à semelhança de anos anteriores, contará, como orador internacional, com um dos mais destacados filósofos da actualidade com obra traduzida em português, nesta edição, o Prof. Simon Blackburn (Oxford).&lt;br /&gt;Serão apresentadas comunicações e/ou sessões práticas/workshops em língua portuguesa sobre os mais diversos tópico de filosofia e didáctica da filosofia, por investigadores e docentes universitários e do ensino secundário. O programa detalhado e a informação sobre inscrições serão divulgados oportunamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para outros esclarecimentos, contactar a SPF: E-mail: spfil@spfil.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefone: 21 099 97 17 - Fax: 21 795 23 49 - Web: www.spfil.pt&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2892168020994718853?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2892168020994718853/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2892168020994718853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2892168020994718853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2892168020994718853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/04/9-encontro-nacional-de-professores-de.html' title='&lt;em&gt;9.º ENCONTRO NACIONAL DE PROFESSORES DE FILOSOFIA&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5F7fgdjX2Ss/TaVro_JEx9I/AAAAAAAAItM/8NJg9OFDmXI/s72-c/sociedade%2Bport%2Bde%2Bfilosofia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6427752867497731522</id><published>2011-04-05T23:09:00.006+01:00</published><updated>2011-04-05T23:20:08.489+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 11º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 10º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Ferramentas Web 2.0</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estou a frequentar uma acção de formação com a temática "Integrar Ferramentas Web 2.0no processo de Aprendizagem". Tenho aprendido a utilizar diversas e interessantes ferramentas! Aqui fica um exemplo de um trabalho com a ferramenta que pode encontrar em www.prezi.com &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="prezi-player"&gt;&lt;style type="text/css" media="screen"&gt;.prezi-player { width: 400px; } .prezi-player-links { text-align: center; }&lt;/style&gt;&lt;object id="prezi_b2kaufwk5by9" name="prezi_b2kaufwk5by9" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="400" height="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://prezi.com/bin/preziloader.swf"/&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"/&gt;&lt;param name="flashvars" value="prezi_id=b2kaufwk5by9&amp;amp;lock_to_path=0&amp;amp;color=ffffff&amp;amp;autoplay=no&amp;amp;autohide_ctrls=0"/&gt;&lt;embed id="preziEmbed_b2kaufwk5by9" name="preziEmbed_b2kaufwk5by9" src="http://prezi.com/bin/preziloader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="400" bgcolor="#ffffff" flashvars="prezi_id=b2kaufwk5by9&amp;amp;lock_to_path=0&amp;amp;color=ffffff&amp;amp;autoplay=no&amp;amp;autohide_ctrls=0"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="prezi-player-links"&gt;&lt;p&gt;&lt;a title="" href="http://prezi.com/b2kaufwk5by9/carta-aberta-a-filosofia/"&gt;Carta Aberta à Filosofia&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://prezi.com"&gt;Prezi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Veja em "auto-play"! Obrigado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6427752867497731522?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6427752867497731522/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6427752867497731522' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6427752867497731522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6427752867497731522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/04/ferramentas-web-20.html' title='&lt;em&gt;Ferramentas Web 2.0&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-8157432044255977088</id><published>2011-04-01T10:58:00.002+01:00</published><updated>2011-04-01T10:59:39.741+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Lula "Honoris Causa" pela Universidade de Coimbra</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-H_YkN6QC5VQ/TZWh2khf42I/AAAAAAAAIrk/nTAbDEOQtcg/s1600/Lula%2BHonoris%2BCausa%2BPela%2BUniversidade%2Bde%2BCoimbra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590552471339524962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 321px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-H_YkN6QC5VQ/TZWh2khf42I/AAAAAAAAIrk/nTAbDEOQtcg/s400/Lula%2BHonoris%2BCausa%2BPela%2BUniversidade%2Bde%2BCoimbra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cartoon de Henrique Monteiro &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-8157432044255977088?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/8157432044255977088/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=8157432044255977088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8157432044255977088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8157432044255977088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/04/lula-honoris-causa-pela-universidade-de.html' title='Lula &quot;Honoris Causa&quot; pela Universidade de Coimbra'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-H_YkN6QC5VQ/TZWh2khf42I/AAAAAAAAIrk/nTAbDEOQtcg/s72-c/Lula%2BHonoris%2BCausa%2BPela%2BUniversidade%2Bde%2BCoimbra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-7731375228507576909</id><published>2011-04-01T00:14:00.003+01:00</published><updated>2011-04-01T00:16:34.374+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 11º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 10º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><title type='text'>Filosófos e Filosofias...</title><content type='html'>&lt;img style="visibility:hidden;width:0px;height:0px;" border=0 width=0 height=0 src="http://c.gigcount.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEzMDE2MTMyNDc2NjMmcHQ9MTMwMTYxMzI2ODgzMCZwPTY1OTQwMSZkPSZnPTEmbz*zZTI4NjlmMjM2YzQ*ZmEwYjZj/NGVmZDM5OGFiZmVlZSZvZj*w.gif" /&gt;&lt;object id="embededPhotosnackFlash_b70974e1f9b5af2d7d883e206a724073" type="application/x-shockwave-flash" data="http://files.photosnack.net/app/swf/EmbedCanvas.swf?v=3&amp;hash_id=b70974e1f9b5af2d7d883e206a724073&amp;watermark=true" width="450" height="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://files.photosnack.net/app/swf/EmbedCanvas.swf?v=3&amp;hash_id=b70974e1f9b5af2d7d883e206a724073&amp;watermark=true"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="random=true"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#787878"&gt;&lt;/object&gt;&lt;noscript&gt;To view this photo slideshow you need to have Flash Player 9 or newer installed and JavaScript enabled. 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The study found a steady rise in those claiming no religious affiliation. The team's mathematical model attempts to account for the interplay between the number of religious respondents and the social motives behind being one. The result, reported at the American Physical Society meeting in Dallas, US, indicates that religion will all but die out altogether in those countries. Nonlinear dynamics is invoked to explain a wide range of physical phenomena in which a number of factors play a part. One of the team, Daniel Abrams of Northwestern University, put forth a similar model in 2003 to put a numerical basis behind the decline of lesser-spoken world languages. At its heart is the competition between speakers of different languages, and the "utility" of speaking one instead of another. "The idea is pretty simple," said Richard Wiener of the Research Corporation for Science Advancement. "It posits that social groups that have more members are going to be more attractive to join, and it posits that social groups have a social status or utility. "For example in languages, there can be greater utility or status in speaking Spanish instead of [the dying language] Quechuan in Peru, and similarly there's some kind of status or utility in being a member of a religion or not." The team took census data stretching back as far as a century from countries in which the census queried religious affiliation: Australia, Austria, Canada, the Czech Republic, Finland, Ireland, the Netherlands, New Zealand and Switzerland. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Leia a continuação em &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-12811197"&gt;http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-12811197&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mais: http://arxiv.org/abs/1012.1375&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1927827057038205495?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1927827057038205495/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1927827057038205495' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1927827057038205495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1927827057038205495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/03/religion-may-become-extinct-in-nine.html' title='&lt;em&gt;Religion may become extinct in nine nations, study says&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-82KUFpIE08k/TZGxy0gk36I/AAAAAAAAIrM/1mXbkPDC5_c/s72-c/ffoto3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3150584901074802712</id><published>2011-03-15T15:55:00.002Z</published><updated>2011-03-15T16:01:33.875Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 11º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 10º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos de Psicologia;'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antropologia'/><title type='text'>Sete pecados sociais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PNsjeLRXido/TX-M5pptxYI/AAAAAAAAIpU/ZgSi12Cp4Io/s1600/sete.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584336985023956354" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 184px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-PNsjeLRXido/TX-M5pptxYI/AAAAAAAAIpU/ZgSi12Cp4Io/s200/sete.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ser enfadonho, dogmático, negativo, avassalador, abusivo, passivo ou inoportuno é fatal quando o objectivo é manter boas relações. Saber jogar com as aptidões sociais é essencial para ter êxito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, sempre foi evidente em todas as épocas e geografias que as habilidades sociais são fundamentais para a felicidade. Desde tempos remotos, surgiram métodos empíricos para ensinar as melhores formas de se apresentar perante os outros, ao mesmo tempo que se apregoavam as atitudes a evitar quando se pretende ser bem-sucedido na sociedade.&lt;br /&gt;Os comerciantes de jade da China antiga, por exemplo, ensinavam os discípulos a captar a emoção do cliente através dos gestos e das mudanças de postura e do olhar. De acordo com o mercador, o sinal de eficácia da estratégia era a dilatação das pupilas de quem o escutava. Se estas não aumentavam de tamanho, algo estava a correr mal e o aprendiz estava a incorrer no erro crasso de se tornar indiferente ao potencial comprador.&lt;br /&gt;Por sua vez, os oradores gregos concentraram-se na comunicação verbal e aprendiam técnicas de persuasão para o seu discurso soar convincente. Alguns desses métodos, como as interrogações socráticas (quando o orador coloca a si próprio questões que convidam a pensar, fingindo ignorância, primeiro, e, depois, promovendo a análise até encontrar uma resposta), chegaram até aos nossos dias. No mundo helénico, o erro mais temido era a inconsistência na argumentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso saber vender-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, a França de Luís XIV centrou-se na arte da sedução. Durante os séculos XVII e XVIII, foram publicados livros inteiros destinados a resolver aspectos tão específicos como a forma mais adequada de beijar a mão a uma mulher. Qualquer deslize nesse tipo de pormenores condenava o infractor ao isolamento social, pois um descuido no campo da galantaria constituía, em certos sectores, a maior barbaridade que se podia cometer em público.&lt;br /&gt;No século XXI, as aptidões sociais são talvez mais importantes do que nunca, pois vivemos numa civilização individualista em que a aceitação depende da forma de “vender-se”. Hoje, a popularidade não é proporcionada, como acontecia nas culturas colectivistas, por pertencer a determinada classe social ou família. Agora, cada um tem de conquistar o seu lugar ao sol. Daí que numerosos sociólogos e psicólogos estudem as razões pelas quais somos, em determinadas etapas da nossa vida, capazes de lidar facilmente com os outros, assim como os erros que nos podem conduzir, noutras ocasiões, ao ostracismo.&lt;br /&gt;O psicólogo norte-americano Daniel Goleman, professor da Universidade do Illinois, formulou, em 1995, o conceito de inteligência emocional num livro de grande êxito e, passados onze anos, o de inteligência social. Em traços largos, consiste na capacidade para compreender as emoções dos outros e agir em consequência. As competências deste tipo são funcionais, pois servem para ter êxito na vida, mas também para fazer da vida um êxito e ajudar-nos a ser mais felizes.&lt;br /&gt;São aptidões essenciais: facilitam os vínculos imediatos e permitem-nos criar relações de intercâmbio em que ambas as partes ficam a ganhar. Os indivíduos que as possuem podem ser fracos noutros aspectos, mas não cometem pecados sociais, e isso permite-lhes aproveitar os erros daqueles que se crêem fortes. A inteligência social, segundo Goleman, contribui para que os seres humanos se possam entender e se possam prever. A verdade é que as principais lacunas nas relações interpessoais se podem resumir a duas: dificuldade em entender o outro e incapacidade para antecipar as suas emoções, pensamentos e acções. Das consequências dessas deficiências escolhemos sete perfis que nos ajudam a perceber o que devemos fazer se quisermos ter êxito social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;L.M.&lt;br /&gt;SUPER 154 - Fevereiro 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3150584901074802712?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3150584901074802712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3150584901074802712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3150584901074802712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3150584901074802712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/03/sete-pecados-sociais.html' title='&lt;em&gt;Sete pecados sociais&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PNsjeLRXido/TX-M5pptxYI/AAAAAAAAIpU/ZgSi12Cp4Io/s72-c/sete.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-7157001808159423354</id><published>2011-03-15T15:52:00.002Z</published><updated>2011-03-15T15:54:37.806Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos de Psicologia;'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antropologia'/><title type='text'>Aborrecer as ovelhas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8TaziWyedf4/TX-LsAsE4rI/AAAAAAAAIpE/4v4qeb4cw2M/s1600/chon%25C3%25A9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584335651178078898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-8TaziWyedf4/TX-LsAsE4rI/AAAAAAAAIpE/4v4qeb4cw2M/s200/chon%25C3%25A9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Recentemente, foi publicado um desses estudos que é fácil resumir sob um título chamativo. De facto, a notícia era anunciada, em todos os meios de comunicação, com as mesmas palavras: “o aborrecimento mata”. Depois, citavam-se os dados da investigação, conduzida por cientistas do University College London e que se baseou num inquérito levado a cabo, na década de 1980, para determinar os níveis de tédio no trabalho de um grupo de funcionários. Após verificar quantos continuavam vivos em 2009, chegou-se à conclusão de que os que sofriam de aborrecimento tinham mais 37 por cento de probabilidades de ter falecido. Obviamente, o tédio não matara os trabalhadores, mas actuara de forma indirecta ao promover maus hábitos de saúde. Seja como for, não deixa de ser um bom exemplo da péssima reputação que o aborrecimento possui nos nossos dias. Vivemos numa época tão preenchida de actividades, nomeadamente na cultura ocidental, tão propensa a exaltar a estimulação constante, que não se saber entreter é um passaporte seguro rumo à solidão.&lt;br /&gt;Diversos perfis enquadram-se na categoria de indivíduos enfadonhos. Há quem se empenhe em ser demasiado prolixo e miudinho a contar seja o que for, tal como existem pessoas que ignoram, pura e simplesmente, se o interlocutor está interessado no tema. Outros aborrecem por falta de graça, ou por uma conversa insípida (nunca dizem nada que já não tenhamos ouvido) e sem sentido de humor.&lt;br /&gt;Nos três casos, existe uma causa fundamental: a insegurança. O receio de fracassar como conversador ou de cometer uma gaffe leva muita gente a refugiar-se na neutralidade de uma comunicação repleta de lugares-comuns. O problema é que isso não garante a atenção dos outros, antes pelo contrário. A actriz húngara Zsa Zsa Gabor recordava que “as pessoas que não têm nada que se possa censurar possuem, de qualquer modo, um defeito grave: não são interessantes”.&lt;br /&gt;Outro factor que agrava a tendência para ser considerado “uma seca” é a falta de sensibilidade para a comunicação não-verbal. Quando achamos uma conversa aborrecida, temos tendência para afastar o corpo, desviar o olhar e fazer gestos abruptos com a mão para pedir a palavra. Porém, alguns indivíduos têm dificuldade em captar esses sinais gestuais, e isso impede-os de obter o feedback adequado sobre o interesse que estão a despertar no interlocutor. Mark L. Knapp, professor da Universidade do Texas em Austin (Estados Unidos), defende que se pode treinar as pessoas no sentido de processarem esse tipo de mensagens, aprenderem a avaliar as reacções que provocam e alterarem a forma de comunicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até à saciedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, porém, a razão pela qual alguém cansa os outros tem menos a ver com o estilo com que desenvolve os assuntos do que com uma excessiva paixão pelos temas. Todos já aturámos monólogos intermináveis e prolixos de indivíduos que pareciam incapazes de deixar de falar de algo que apenas os estimulava a eles, e que produziam em quem os escutava um tédio mortal.&lt;br /&gt;Há um estilo de pessoas “chatas” que se enquadram naquilo que David Shapiro, professor da New Southeastern University (Florida) e especialista em psicologia forense, denomina “personalidade de detective”. Tais indivíduos consideram que o que é evidente é mentira, pois a superfície das coisas está sempre longe da verdade. Transformam-se, assim, em peritos em esgravatar e analisar os aspectos mais peregrinos, para retirar conclusões decisivas. São conspiranóicos, em constante estado de hipervigilância, que já não distinguem os sinais do ruído. Todavia, a sua insistência em procurar pistas que permitam ter acesso a significados ocultos cansa os seus interlocutores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rir é o remédio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os “chatos” deveriam considerar fundamental um factor de comunicação: o sentido de humor. Steven Pinker considera-o um instinto humano. Richard Wiseman estuda o modo como o riso pode mudar a vida. Tyler Stillman é autor de estudos sobre o humor negro como factor de libertação de medos. Todos concordam que fazer rir atrai. Churchill afirmava que “uma boa conversa deve esgotar o tema, não os interlocutores”. O humor evita esse risco, pois torna-nos interessantes, intelectualmente estimulantes e pouco previsíveis, além de melhorar a disposição de quem ouve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 154 - Fevereiro 2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-7157001808159423354?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/7157001808159423354/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=7157001808159423354' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7157001808159423354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7157001808159423354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/03/aborrecer-as-ovelhas.html' title='&lt;em&gt;Aborrecer as ovelhas&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8TaziWyedf4/TX-LsAsE4rI/AAAAAAAAIpE/4v4qeb4cw2M/s72-c/chon%25C3%25A9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6701913415462592557</id><published>2011-03-02T10:38:00.001Z</published><updated>2011-03-02T10:40:25.781Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Workshop'/><title type='text'>WORKSHOP SOBRE DESIGN GRÁFICO E ILUSTRAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YV8GIrPJ4OI/TW4ejFdoORI/AAAAAAAAIn8/STJpbl5Mxa0/s1600/Lu%25C3%25ADs%2BMendon%25C3%25A7a%2Bworkshop.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579430576469326098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-YV8GIrPJ4OI/TW4ejFdoORI/AAAAAAAAIn8/STJpbl5Mxa0/s200/Lu%25C3%25ADs%2BMendon%25C3%25A7a%2Bworkshop.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica - Braga&lt;br /&gt;COM O PROF. LUÍS MENDONÇA&lt;br /&gt;04 de Março de 2011, das 18H00 às 23H00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta formação tem como objectivo a exploração de processos e a produção de materiais nas áreas do design gráfico e da ilustração em ordem à didáctica das artes, de modo a enriquecer as possibilidades do seu ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;Poeticamente intitulada Ser e Sentir, esta Oficina evoluirá ao ritmo da perífrase que o próprio artista gravou:&lt;br /&gt;«Já ouviste dizer que esta brisa, que sentes no cabelo, pode vir do outro lado do mundo, onde uma pequena borboleta bate as asas?&lt;br /&gt;Ou da mais subtil e resistente força de vontade? Talvez esta seja uma história sobre o vento, pois é com o vento que vão e vêm as sementes, as ideias, a vontade de mudar o mundo.&lt;br /&gt;A partir do livro Catavento uma oficina de ideias, palavras, imagens e emoções».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;MAIS INFORMAÇÕES NO ENDEREÇO:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.eacfacfil.net/?p=1930"&gt;http://www.eacfacfil.net/?p=1930&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6701913415462592557?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6701913415462592557/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6701913415462592557' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6701913415462592557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6701913415462592557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/03/workshop-sobre-design-grafico-e.html' title='&lt;em&gt;WORKSHOP SOBRE DESIGN GRÁFICO E ILUSTRAÇÃO&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YV8GIrPJ4OI/TW4ejFdoORI/AAAAAAAAIn8/STJpbl5Mxa0/s72-c/Lu%25C3%25ADs%2BMendon%25C3%25A7a%2Bworkshop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1298054837187189357</id><published>2011-02-22T16:07:00.002Z</published><updated>2011-02-22T16:10:21.003Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal e arredores...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sabia Que...História de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Figuras da História de Portugal'/><title type='text'>Adeus, Napoleão!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DYui-9gQg-o/TWPf1XNkquI/AAAAAAAAInc/VvjyTDaiLAA/s1600/12_infant_napoleao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576546871471811298" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-DYui-9gQg-o/TWPf1XNkquI/AAAAAAAAInc/VvjyTDaiLAA/s200/12_infant_napoleao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A defesa mais eficaz da história é portuguesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À força de braços, a população construiu 152 fortificações ao longo de uma centena de quilómetros. Tudo no mais absoluto sigilo e em tempo record. Objectivo cumprido: os franceses foram expulsos de vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montes de terra, pedra, argamassa e alguma madeira. Aquele que é considerado o sistema de fortificações de campanha mais eficiente da história militar não impressiona à primeira vista. Não tem o ar imponente de São Julião da Barra, em Oeiras, ou de São João da Foz do Douro, no Porto. Na verdade, está mais perto do poeirento Forte Sedgwick, onde Kevin Costner assume o papel de capitão Dunbar, no filme Danças Com Lobos. As aparências iludem e as Linhas de Torres Vedras são um bom exemplo do dito popular. No Outono de 1809, perante a ameaça de uma nova invasão francesa, o general inglês Arthur Wellesley ordena o reconhecimento dos terrenos a Norte de Lisboa. A sua intenção é estabelecer um sistema defensivo para proteger a capital porque “é-lhe difícil prever por onde Napoleão irá invadir Portugal”, explica o historiador Carlos Guardado da Silva, director do Arquivo Municipal de Torres Vedras.&lt;br /&gt;Wellesley decide cercar o Norte da cidade com três linhas, que reforçam os obstáculos naturais do terreno e permitem controlar os principais acessos. Os trabalhos de construção arrancam a 3 de Novembro de 1809 e, “num período inferior a um ano, constroem-se, no maior segredo, 126 obras, entre fortificações permanentes e outras de carácter temporário”, revela Ana Catarina Sousa, arqueóloga da Câmara Municipal de Mafra. Desde 2002 que a especialista se dedica ao estudo das Linhas de Torres Vedras e, por isso, sabe que o aperfeiçoamento do sistema continua até 1812, “pois esperam uma nova investida de Napoleão, o que não acontece”. No total, erguem 152 fortificações apetrechadas com 523 bocas de fogo.&lt;br /&gt;A primeira linha a ser feita, embora se chame segunda, estende-se de Ribamar à Póvoa de Santa Iria, intercepta os desfiladeiros de Mafra, Montachique e Via Longa e apoia-se nas serras de Chipre, Fanhões e Serves e no Cabeço de Montachique. Estas posições têm um flanco direito frágil, pelo que se cria uma linha mais para Norte, a primeira. Situa-se a 13 quilómetros da segunda e liga Alhandra à foz do rio Sizandro, em Torres Vedras. Ana Catarina Sousa acrescenta que “os flancos de ambas são reforçados por flotilhas de navios ingleses, que constituem verdadeiras batarias flutuantes”.&lt;br /&gt;Quando as tropas francesas chegam às linhas, a 11 de Outubro de 1810, encontram uma terra estéril e o exército aliado atrás de uma posição impenetrável. O factor surpresa é fundamental. Consta que o general Massena fica furioso quando tem conhecimento das fortificações de campanha, bem guarnecidas de artilharia. A 4 de Março de 1811, os franceses batem em retirada, o que permite, como sublinha Guardado da Silva, “manter o reino de Portugal fora do jugo do império napoleónico”. As linhas “marcam o início da queda de Napoleão, cujo desfecho se dá em Waterloo, assim como a reviravolta da Guerra Peninsular, que termina em 1814, em Toulouse”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitar a natureza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história tem vários modelos de sistemas defensivos que constituem verdadeiros marcos de engenharia e de arquitectura. É o caso da Grande Muralha da China, do Muro de Adriano, da Linha Siegfried ou da Linha Maginot. A grande diferença é que o de Torres Vedras foi bem sucedido e os outros não. Ainda para mais, o êxito não se deve a uma construção humana poderosa, mas ao aproveitamento inteligente do relevo e da hidrografia da região para garantir que o progresso da marcha do adversário fosse muito lento. As linhas reforçam os obstáculos naturais do terreno através de redutos e baterias, mas também de escarpamentos que consistem na remoção das terras das encostas dos montes para aumentar o declive. O acesso natural torna-se impossível. Só com o recurso a escadas e cordas, o que dificulta a manutenção da formação de ataque e diminui o ímpeto da investida. Os abatises, isto é, os obstáculos feitos com árvores derrubadas voltadas para o inimigo, impedem um assalto, assim como as paliçadas, que consistem em fileiras de estacas pontiagudas.&lt;br /&gt;A construção de estradas para ligar as 152 fortificações, de redutos de peças de artilharia e de um sistema de comunicações telegráficas e a enorme extensão das linhas também justificam a eficiência do sistema. Um misto de natural e artificial que forma uma barreira delimitada pelo Atlântico e pelo Tejo, construída no maior secretismo. Um silêncio que muitos especialistas consideram ser decisivo para o sucesso. Ana Catarina Sousa afirma que “nem mesmo os governantes de Inglaterra ou Portugal sabiam da empreitada”.&lt;br /&gt;O general Massena alcança as linhas mais tarde do que os engenheiros militares e o próprio Wellesley prevêem, o que lhes concede muito tempo para construir e até aperfeiçoar o sistema através de obras hidráulicas para inundar toda a zona baixa das lezírias. O terreno desde Alverca até ao Norte de Alhandra fica “intransitável”, na descrição do chefe do Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar, tenente-coronel José Paulo Berger. Ao longo do leito do rio Sizandro, a jusante de Torres Vedras, “as inundações, que inicialmente foram resultado das condições atmosféricas naturais, tornam impossível a transposição do rio durante o Inverno”, acrescenta.&lt;br /&gt;Para que esta condição se mantenha durante a invasão, “constroem diques sucessivos até à foz, protegidos pelo tiro das batarias de artilharia, que estão ao longo da margem esquerda”. Segundo José Berger, estes trabalhos defensivos proporcionam “condições de protecção e de resistência às tropas menos treinadas”. É o caso do exército anglo-luso, maioritariamente composto por milícias e ordenanças (voluntários).&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, asseguram “um maior equilíbrio face à experiência detida pelos veteranos soldados franceses”, que, na opinião do militar, são “as melhores tropas da Europa e dispõem de mais efectivos, o que lhes permite atacar, simultaneamente, pelo Norte e pelo Sul do Tejo”. O tenente-coronel frisa que, ao contrário dos vários sistemas defensivos referidos, as Linhas de Torres Vedras “não são fortificações contínuas”. Pelo contrário, “constituem posições descontínuas, ligadas à retaguarda por um conjunto de estradas militares; só os seus pontos importantes são fortificados e as obras defensivas não são de carácter permanente”.&lt;br /&gt;Na história escrevem-se mais dois aspectos. O primeiro é “não ocorrer nas linhas uma grande batalha, o que só releva o seu papel”, argumenta Guardado da Silva, que as estuda há quatro anos. O segundo é que a construção não foi cara. De acordo com uma carta de João Paulo Bezerra, ministro plenipotenciário português em Londres, datada de 1817, custaram exactamente 255.793 libras esterlinas. À cotação actual do euro e da libra, qualquer coisa como 300 mil euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engenhar, esconder, queimar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As linhas são feitas por engenheiros militares e estão em conformidade com os avanços da época. Dois factos provados através da observação da planta dos fortes e do recurso a certos materiais, como a taipa militar, que absorvem melhor os tiros de artilharia. Há quem defenda que a construção foi aleatória, basea&amp;shy;da nas necessidades do momento e nos materiais existentes, devido ao facto de os &amp;shy;paióis dos fortes serem todos diferentes. Porém, Jessica Levy Represas, directora científica dos trabalhos de campo de Sobral de Monte Agraço, contraria a ideia e defende que “alguns aspectos são, manifestamente, estudados e realizados com muito cuidado”. Por exemplo, “todos os paióis têm bons sistemas de drenagem que garantem que a água não entre na câmara e inutilize as munições”.&lt;br /&gt;No decorrer das intervenções arqueológicas no Forte da Casa, em Vila Franca de Xira, entre 2008 e 2010, a equipa detecta um complexo sistema de canalizações. João Pimenta, arqueólogo deste município, desvenda que as águas são conduzidas, “através de caixas de derivação dos diversos caneiros, para uma conduta comum que as expele directamente para o fosso da fortificação”. Nesta escavação foram detectadas, na posição original, diversas peças de cantaria em calcário. “Estes elementos referenciados à superfície em diversos fortes correspondem a canalizações e caixas com função de decantação e derivação das águas”, explica Pimenta. “Alguns destes elementos, face ao seu material de construção, podem ter chegado pré-fabricados ao local, o que antevê uma verdadeira linha de montagem de matérias-primas para estas edificações”, acrescenta.&lt;br /&gt;Os paióis têm outros segredos que revelam complexidade, na convicção de Jessica Levy Represas. “Uma estrutura inteiramente de pedra é muito mais perigosa em caso de explosão; o talude de terra amortece o impacto, pelo que faz todo o sentido essa escolha”, fundamenta. O tenente-coronel José Berger destaca que a pedra é usada “só nas estruturas resistentes dos paióis, que depois também eram cobertas de terra” e “na construção dos muros de contenção dos taludes dos fossos”. Outro dado que revela a sofisticação dos paióis é o posicionamento dos corredores de acesso em relação às câmaras de armazenagem da pólvora, pois evita que os estilhaços atinjam as tropas aliadas.&lt;br /&gt;Há mais detalhes que mostram mestria. Por exemplo, um elemento básico sempre presente é o parapeito, como lembra José Berger, “com a altura suficiente para proteger os defensores dos tiros da artilharia; e um fosso com a largura suficiente para servir de obstáculo aos atacantes”. A configuração também não foi ao acaso. “A forma de estrela permite a defesa dos flancos sobre os fossos, bem como fazer fogo cruzado”, diz Guardado da Silva.&lt;br /&gt;José Berger resume as outras características dos fortes: “Alguns são apenas guarnecidos por infantaria, outros estão dotados de canhoneiras; também dispõem de paióis e de outras obras defensivas acessórias, como escarpamentos.” Cada um é reforçado com um fosso de cerca de cinco metros de largura e três de profundidade. Podem ter também esplanadas. Assemelham-se a pequenas planícies e servem para as tropas se juntarem e retirarem sem entrar em desordem.&lt;br /&gt;“Todos os fortes guardam segredos, pois embora tenham uma arquitectura semelhante estão adaptados ao terreno, ao meio envolvente e aos objectivos defensivos que perseguem.” A afirmação é de Ana Catarina Sousa, que acrescenta que em cada um deles se encontram especificidades “como o posicionamento das peças de artilharia, nos Fortes da Carvalha e da Arruda, ou a orientação e a protecção das entradas, como no Forte da Malveira”. Há elementos construtivos únicos como o túnel do Forte do Zambujal, no concelho de Mafra, ou o posto de comando do Forte do Alqueidão,em Sobral de Monte Agraço.&lt;br /&gt;O sucesso das linhas deve-se a muita astúcia, mas também a uma política de queimada e de desertificação que garante uma maior defesa. A partir de Almeida, vila do actual distrito da Guarda onde começa a terceira invasão, Massena encontra um país silencioso, com terras desertas e desoladas. Um ofício seu para Berthier, chefe do Estado-Maior francês, de 23 de Setembro de 1810, revela o seguinte: “Atravessamos um deserto, nem uma alma se encontra, tudo foi abandonado. Os ingleses levam a sua barbárie até ao fuzilamento do pobre que permanecesse em sua casa, mulheres, crianças, idosos, todos fogem, não se encontra um guia em nenhum lado.” A descrição corresponde a “uma estratégia montada por Wellesley, com o apoio da regência”, conta Guardado da Silva. O historiador explica que os franceses usam a táctica de se abastecerem no terreno e que Wellesley sabe disso, pelo que “impõe no território português, sobretudo de Coimbra até às Linhas de Torres Vedras, a política de terra queimada”. Ou seja, “a população é obrigada a esconder ou destruir os produtos das colheitas que não consegue transportar consigo, a deixar as suas casas e a refugiar-se no interior das linhas”. Tudo para “privar o invasor de recursos”, a pior situação que pode acontecer a qualquer exército, “obrigando-o a morrer de fome”.&lt;br /&gt;A população adere forçada à ideia. Na época, vive-se da agricultura, especialmente do resultado das colheitas armazenadas para o ano todo, pelo que “não se destrói de ânimo leve o que tanto custa a ganhar”, justifica o historiador. Aliás, há relatos, sobretudo de franceses, que provam que alguns populares tentam esconder os seus bens na esperança de os reaver mais tarde. Guardado da Silva confirma e acrescenta que “os soldados de Napoleão acabam por encontrar esses cereais ora emparedados, ora enterrados”. Outras vezes, o inimigo consegue cereais à força, o que “instiga ainda mais os povos à revolta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Vicente é mais avançado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tenente-coronel José Berger defende “que o sistema funciona pelo seu conjunto” e que a cada forte cabe uma função. No entanto, dentro da estratégia, uns são mais importantes do que outros. Na primeira linha de defesa, os pontos-chave são Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço e Alhandra. Os dois primeiros são os maiores do sistema defensivo.&lt;br /&gt;O Forte de São Vicente, em Torres Vedras, é o mais avançado, porque defende a estrada litoral entre Coimbra e Lisboa. Para o leigo, conforme reconhece Guardado da Silva, é também o que “mais enche o olho”. José Berger descreve que um ataque por esta zona “pode visar não só o torneamento da sua posição defensiva como também o isolamento do exército anglo-luso das suas bases”. É certo que Wellesley considera esta hipótese. Prova disso é que o forte está rodeado por um muro perimétrico com cerca de 1500 metros e comporta uma guarnição de 2200 homens e 39 peças de artilharia. Possui ainda um posto telegráfico. Guardado da Silva afirma que o reconhecimento da importância da defesa de Torres Vedras para a protecção da capital se nota, inclusivamente, na origem do nome destas linhas.&lt;br /&gt;O Forte do Alqueidão, em Sobral de Monte Agraço, é o ponto mais elevado do sistema, a 439 metros, e o seu ângulo de visão cruza as duas linhas de defesa. Dali é possível visualizar o Tejo, o Atlântico, a Serra do Socorro, Torres Vedras, Montejunto, Arruda dos Vinhos, Bucelas e Loures. A sua missão estratégica, na qual colaboram os restantes fortes implantados na Serra de Monte Agraço, é impedir o acesso do exército inimigo a Lisboa pela estrada de Bucelas. A ocupação desta região permite também impedir que se divida a posição de defesa. Por tudo isto, “Wellesley visita este forte com frequência, para dar as ordens directamente daquele ponto”, afiança a responsável pelo projecto das Linhas de Torres na Câmara de Sobral de Monte Agraço, Sandra Oliveira.&lt;br /&gt;Aliás, desvenda um segredo do Forte de Alqueidão: “Tem uma estrutura que não foi encontrada em nenhum dos outros e que, à partida, é a casa do governador da praça, ou seja, o general que comandava a posição defensiva.” Os especialistas baseiam esta ideia no facto de não ser uma estrutura militar, pois tem telha. A responsável acrescenta mais um pormenor, até há pouco tempo secreto: os arqueólogos “encontraram uma porta mas ainda não a sondaram”. Para já, não se sabe o que esconde.&lt;br /&gt;Da Serra de Serves até ao Tejo, o terreno desce gradualmente e apresenta condições muito favoráveis ao atacante. Wellesley preocupa-se com esta questão, pelo que organiza uma posição avançada em Alhandra e “torna-a incontornável mediante uma ligação com a posição principal”, nas palavras do tenente-coronel José Berger. Por fim, este especialista elege as regiões de Alrota, no concelho de Loures, e da Enxara, no de Mafra. Ambas “estão dotadas de fortes específicos para proteger a retirada das tropas ocupantes das fortificações de Torres Vedras e do Sobral de Monte Agraço para a posição principal”.&lt;br /&gt;A construção das estradas militares é o factor que falta justificar. É indesmentível que elas fazem que tudo o resto resulte, pois permitem a deslocação das tropas para qualquer ponto das linhas com a rapidez e o sigilo necessários. “Em conjunto com os transportes, eram fundamentais para a manutenção permanente do sistema de abastecimentos do exército anglo-luso”, conclui o militar. Nesta época, são basicamente de terra e areia, com grandes massas de pedras soltas ou mal pavimentadas. A sua construção segue o modo, os métodos e a tecnologia praticados pelos romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estruturas de madeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As linhas estendem-se por 88 quilómetros e atravessam seis concelhos: Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira. Para gerir este vasto património, em 2006, os municípios constituíram a Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres (PILT).&lt;br /&gt;Ana Catarina Sousa conta que, em 2002, fez-se um rastreio do estado de conservação de todos os fortes. “Com base no diagnóstico, foram seleccionados 30 para integrar, numa primeira fase, a Rota Histórica das Linhas de Torres, e 22 estavam bem conservados.” O objectivo é recuperá-los, como já aconteceu ao do Zambujal, ao de São Vicente, ao de Alqueidão e ao da Casa, entre outros. Até 2012, as escavações chegarão a mais dez fortes de diversos concelhos. Para além deste conjunto, “prevê-se o alargamento a outros, como sucede no Forte do Juncal, em Mafra, feito com a colaboração da Escola Prática de Infantaria e da Engenharia Militar”, detalha a arqueóloga. O Exército também tem um plano para recuperar os fortes que ainda se mantêm sob a sua responsabilidade.&lt;br /&gt;O trabalho de arqueologia nas linhas traz uma novidade: a recuperação de estruturas em madeira. Em Portugal, confirma Ana Catarina Sousa, “são raros os contextos arqueológicos com este nível de conservação”. Os trabalhos nos fortes do Zambujal, Cego, Carvalha, Arpim, Ajuda Grande e Feira revelaram paliçadas e plataformas para as peças de artilharia. Os primeiros vestígios surgiram em Julho de 2009, no Zambujal, e, actualmente, “estão em curso análises para determinar as espécies das madeiras utilizadas”. Os investigadores acreditam que, provavelmente, serão detectadas mais em futuras escavações.&lt;br /&gt;O antigo telégrafo da Serra do Socorro está reconstituído à escala natural e com o sistema utilizado em 1810 para transmitir mensagens entre o centro de comando e as diversas fortificações das linhas. Graças à documentação histórica, às evidências arqueológicas, à colaboração do Museu de Marinha e ao trabalho de Rui Sá Leal, comandante da Marinha em situação de reforma, de Isabel Luna, da Câmara de Torres Vedras, e de Ana Catarina Sousa. Os materiais de construção naval e as técnicas empregues correspondem ao uso da época.&lt;br /&gt;No caso dos escarpamentos localizados em Loures – Ribas, Picotinhos e Serves –, Florbela Estevão, arqueóloga do município, confessa que o estado de conservação “não é o melhor”: “A sua extensão e a sua dispersão por diversos proprietários privados dificulta as acções de conservação.” Apesar de, em alguns pontos, se apresentarem um pouco arruinados, são de fácil reconstrução, uma possibilidade que depende do financiamento.&lt;br /&gt;Para dinamizar a recuperação do património, os municípios estão a apostar na criação de centros interpretativos. Até ao final deste ano, em Sobral de Monte Agraço, será aberto um. Em 2011, Loures e Mafra inauguram os seus. Torres Vedras concluirá o seu em 2012. Já em funcionamento está o de Arruda dos Vinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.O.E.&lt;br /&gt;Para saber mais&lt;br /&gt;http://www.rhlt.com.pt/ Páginas da Rota Histórica das Linhas de Torres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro linhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o sistema não é composto apenas por duas linhas. Na verdade, são quatro. O engenheiro principal, tenente coronel Fletcher, comunica, a 15 de Outubro de 1809, que a pequena baía a Leste de São Julião, em Oeiras, é o único local onde um pequeno destacamento de retaguarda pode cobrir o embarque de todo o exército inglês no caso de ser obrigado a retirar de Portugal. Wellington aceita o conselho e manda erguer a terceira linha defensiva, com três quilómetros de extensão, que liga Santo Amaro de Oeiras ao Forte do Junqueiro, aproveitando as fortificações pré-existentes e fazendo mais redutos.&lt;br /&gt;Com uma extensão de 7,5 quilómetros, entre a Mutela, em Cacilhas, e o Alto da Raposeira, na Trafaria, cria-se uma quarta linha. “A posição na Margem Sul do Tejo tem como funções garantir a segurança no momento de um eventual embarque e controlar a acção do inimigo na Península de Setúbal”, explica a arqueóloga Ana Catarina Sousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resistir três vezes e vencer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As invasões francesas ocorrem entre 1807 e 1811 porque Portugal não adere ao bloqueio continental, a ordem do imperador Napoleão para fechar os portos aos ingleses, que eram o maior obstáculo à expansão territorial de França. Em Novembro de 1807, as tropas comandadas pelo general Junot invadem o país. Muitos camponeses são assassinados e as aldeias saqueadas, mas a família real muda-se para o Brasil para estabelecer aí a capital do reino e conservar a independência. Inglaterra ajuda a vencer algumas batalhas e força Junot a assinar um tratado de paz e a retirar.&lt;br /&gt;Napoleão não desiste e em 1809 manda o general Soult invadir uma segunda vez, mas a resistência é grande. Na batalha do Douro, as tropas luso-britânicas vencem os franceses, sob o comando do general Arthur Wellesley e do marechal Beresford. Depois desta tentativa, torna-se indiscutível que Napoleão quer dominar Portugal e, principalmente, o porto de Lisboa. De facto, o general Massena entra pela fronteira da Beira, conquista a praça-forte de Almeida, a 28 de Agosto de 1810, e planifica um novo movimento de marcha até Lisboa para ocupar a capital. As linhas de Torres foram alcançadas pelos franceses entre 11 e 13 de Outubro de 1810. Apesar de contarem com mais armamento, não conseguem ultrapassá-las.&lt;br /&gt;Para além de o sistema defensivo ser muito eficaz, o historiador Carlos Guardado da Silva revela que o exército aliado tem outra vantagem: os franceses estão divididos. “Junot e Ney não reconhecem a autoridade e o comando de Massena; o grande erro de Napoleão foi colocar ambos sob o comando de Massena.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telegrafia de guerra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que as linhas funcionem na perfeição, o exército aliado tem de estar a postos para acorrer a qualquer posição atacada pelo inimigo. Porém, como sublinha o tenente-coronel José Paulo Berger, “os seus movimentos dependiam da rapidez, eficácia e segurança da difusão das ordens dentro da posição”. Assim, torna-se necessário um sistema que funcione em terra, que permita que as fortificações das Linhas de Torres e os seus flancos laterais comuniquem entre si, mas também com os navios ingleses fundeados no Tejo e na costa atlântica. Na Serra do Socorro, concelho de Mafra, instala-se uma estação de comunicações, que transmite para oito fortes, onde existem mastros de sinais.&lt;br /&gt;De início, a central parte do sistema usado pela Marinha inglesa. José Berger esclarece que “consiste num conjunto de balões e bandeiras que se hasteiam numa verga cruzada num mastro; a ordem relativa à sua colocação compõe um número, que por sua vez corresponde a uma expressão ou frase previamente definida no código”. Mais tarde, o sistema inglês é substituído pelo telégrafo português. José Berger dá dois motivos para a mudança. Em primeiro lugar, “a pouca capacidade de aumento dos óculos e lunetas utilizados para a observação face à distância existente entre os vários postos de sinais”. Em segundo, “a dificuldade causada pelo vento que fustiga as posições altas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paisagismo militar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O historiador britânico Patrick Wilcken dedica alguns parágrafos do seu excelente Império à Deriva – A Corte Portuguesa no Rio de Janeiro 1808-1821 (Civilização Editora, Lisboa, 2004) à linha de defesa imaginada por Wellesley. O livro narra a inédita aventura da transferência de uma corte europeia para uma das suas colónias, com todos os sobressaltos que isso significou de ambos os lados do Atlântico. Embora discutível na sua interpretação do protagonismo inglês em toda a operação, é um notável retrato da época e da ambiguidade com que foram recebidos, primeiro, os ideais da Revolução Francesa e, depois, as tropas invasoras. Excertos do livro de Wilckens sobre as Linhas de Torres:&lt;br /&gt;“Em Portugal, Wellesley empreendia uma das mais elaboradas estratégias a longo prazo das guerras napoleónicas. As regiões rurais situadas num raio de cinquenta quilómetros em volta de Lisboa foram evacuadas. Contratou dez mil camponeses portugueses que, sob as ordens e instruções de uma equipa de engenheiros britânicos, começaram a moldar a paisagem numa série de intrincadas defesas: muraram vales, escarparam colinas, desviaram água de rios para formar pântanos, fizeram aterros e fortificações que produziram subtis mas decisivas mudanças na topografia. Aos poucos, uma série de estruturas defensivas emergiu no campo – três arcos concêntricos, que se tornariam conhecidos por Linhas de Torres (Vedras), impedindo qualquer ataque por terra a Lisboa. Wellesley teve mais tempo do que esperava e a cada mês que passava as linhas ganhavam novas protecções, postos de observação e fortificações. Foram construídos mais de cem redutos, ligados por um sistema de semáforos que permitia enviar mensagens em poucos minutos por toda a linha. Numa dada fase, existiu mesmo o plano de construir um canal artificial que permitisse a entrada de transportes oceânicos até ao interior do território.&lt;br /&gt;“Os portugueses mostraram-se de início cépticos relativamente a estes trabalhos – as defesas, especialmente as mais interiores, pareciam concebidas para facilitar a fuga em caso de nova invasão francesa da cidade. Mas com as obras a expandir-se para o exterior, a confiança regressou e as linhas tornaram-se uma espécie de atracção turística para excursionistas da cidade.&lt;br /&gt;“Os historiadores militares têm-se maravilhado com a sofisticação técnica das linhas de defesa de Wellington e com a combinação criativa da paisagem e fortificações construídas utilizada para defender Lisboa dos franceses. Verificou-se, porém, outra faceta menos edificante em toda esta operação, uma vez que as Linhas de Torres Vedras envolveram destruição em larga escala. Equipas de trabalho lideradas por ingleses demoliram quintas, cortaram estradas e arrasaram florestas. ‘Não poupámos casa, jardim, vinha, bosque ou propriedade privada de nenhum tipo’, comentou o Major John Jones, um dos supervisores. Não foi por isso surpresa que se registassem protestos por parte daqueles que perdiam não apenas os seus bens e meios de subsistência mas também toda a zona envolvente. Alguns habitantes pediram com tal veemência ao Major Jones que não abatesse uma bela alameda de árvores muito antigas, que ele cedeu. A prorrogação, no entanto, foi evidentemente de curta duração: ‘Como possuo homens de confiança com machados prontos no local, não há dúvidas de que serão abatidas a seu tempo.’ "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema também falava português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos para a construção das linhas de defesa de Lisboa, de acordo com o historiador Carlos Guardado da Silva, são partilhados por franceses e portugueses. Nas primeiras invasões, o general Junot encarrega o coronel de engenharia Vincent de estudar a defesa da capital. Na sequência desse trabalho, o engenheiro português Neves Costa, antigo colaborador de Vincent, descreve pormenorizadamente o terreno a Norte da cidade e indica as posições que oferecem vantagens ao exército defensor. A Arthur Wellesley, o futuro duque de Wellington, cabe a ordem de construção da estrutura defensiva.&lt;br /&gt;Richard Flectcher assume o cargo de engenheiro responsável, mas, a partir de Julho de 1810, John Thomas Jones substitui-o na função. Na sua memória sobre os aspectos relacionados com a direcção dos trabalhos, Jones garante que nunca houve mais de 17 engenheiros a trabalhar em simultâneo nas linhas: onze ingleses, quatro portugueses e dois naturais da cidade de Hannover (na actual Alemanha). Dispunham de 18 sargentos de construções e de 150 soldados, na maioria artífices, para as executar. Os segundos estavam sob o comando de um capitão estabelecido em Mafra e de um oficial que estava em Alhandra. Guardado da Silva destaca que durante os trabalhos nunca houve actos de insubordinação e que é justo dizer que o resultado se deve mais aos hábitos regulares e ao zelo que os portugueses mantinham do que “à eficácia da direcção exercida sobre eles”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;SUPER 151 - Novembro 2010 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1298054837187189357?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1298054837187189357/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1298054837187189357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1298054837187189357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1298054837187189357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/adeus-napoleao.html' title='&lt;em&gt;Adeus, Napoleão!&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DYui-9gQg-o/TWPf1XNkquI/AAAAAAAAInc/VvjyTDaiLAA/s72-c/12_infant_napoleao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-4325715115953943341</id><published>2011-02-22T15:39:00.002Z</published><updated>2011-02-22T15:40:20.258Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cartoons'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Herança do Velho Continente...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GvNUI-8rr2g/TWPYyzdXitI/AAAAAAAAIm8/Hf-doCKpxH0/s1600/heran%25C3%25A7as%2Bdo%2Bvelho%2Bcontinente.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576539130933250770" style="DISPLAY: block; 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MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-RvAqiF5jYho/TVuoG78ovoI/AAAAAAAAIls/-xBJo5LQnUc/s200/cocacola.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Coca Cola já veio desmentir a&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/receita-secreta-da-coca-cola-revelada.html"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;notícia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A receita, segundo a empresa, continua secreta e bem secreta!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos dizer mil e uma coisas sobre a Coca Cola, mas que nenhuma outra cola consegue um sabor idêntico é uma verdade!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6368952973095959734?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6368952973095959734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6368952973095959734' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6368952973095959734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6368952973095959734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/receita-secreta-da-coca-cola-parte-ii.html' title='&lt;em&gt;Receita secreta da Coca Cola - Parte II&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-RvAqiF5jYho/TVuoG78ovoI/AAAAAAAAIls/-xBJo5LQnUc/s72-c/cocacola.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-315087304063892016</id><published>2011-02-15T16:44:00.001Z</published><updated>2011-02-15T16:47:13.544Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 11º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 10º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antropologia'/><title type='text'>A Evolução Culminou no Homem?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-U3_-DiKiUXQ/TVqtlRgMb5I/AAAAAAAAIlU/x6DwGZW0kbs/s1600/si152-7879.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573958344689610642" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-U3_-DiKiUXQ/TVqtlRgMb5I/AAAAAAAAIlU/x6DwGZW0kbs/s200/si152-7879.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Contingências, catástrofes e extraterrestres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bióloga e professora universitária Teresa Avelar acaba de publicar, na Bertrand Editora, um novo livro, A Evolução Culminou no Homem?, subtitulado Progresso, Contingências, Catástrofes e Extraterrestres. Trazemos-lhe a introdução e o primeiro capítulo, para aguçar a curiosidade.&lt;br /&gt;A noção de progresso, no sentido de uma mudança direccional conduzindo a um estado que se assume ser “melhor”, influencia profundamente o pensamento contemporâneo, a ponto de se pensar frequentemente que não só existe progresso cultural e tecnológico como progresso ao nível biológico: ou seja, que a evolução tem levado os seres vivos a “progredir” ao longo do tempo. Esse progresso culmina em nós, seres humanos, que somos “evidentemente” a espécie mais “evoluída” que existe. Expressões como “animais inferiores e superiores” (os “superiores” são aqueles que são mais parecidos connosco), espécies mais ou menos “evoluídas”, linhagens “progressivas e degeneradas” são outros indicadores da crença em progresso evolutivo culminando nos humanos. Melhores do que nós só eventuais inteligências extraterrestres (visto que outros tipos de seres “superiores”, como anjos ou deuses, já não são do domínio científico). Quantas vezes vimos a nossa evolução representada como uma série de macacos cada vez mais “evoluí&amp;shy;dos” e verticais, até vermos um homem (é praticamente sempre um indivíduo do sexo masculino) a caminhar, de modo quase heróico, em direcção ao futuro?&lt;br /&gt;De facto, é difícil ter uma ideia mais errada do que esta relativamente ao processo evolutivo. Mas a crença na existência objectiva de progresso ao nível dos fenómenos e processos biológicos é extraordinariamente persistente. Parece-nos chocante que, no século XXI, uma noção tão subjectiva e antropocêntrica não só continue a ter aceitação geral por parte de leigos, como até seja defendida por alguns cientistas. A convicção de que há progresso biológico, e que é praticamente inevitável que a evolução conduza a seres semelhantes a nós, é ilustrada pelo pressuposto de que, se ocorrer vida extraterrestre, haverá necessariamente, algures, inteligência extraterrestre, como se uma coisa implicasse automaticamente a outra. É essa ideia de progresso inevitável, “garantido” pelos processos biológicos, que vamos discutir neste livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de Darwin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de progresso em geral é relativamente recente, uma vez que só é possível quando se admite que o mundo mudou ao longo do tempo. Os Gregos raramente consideraram essa ideia, visto que, em geral, imaginavam o mundo como sendo estático. Em relação aos seres humanos, uma ideia frequente era a de uma queda e regressão após uma “Idade do Ouro” ou uma idade heróica – por exemplo, na Ilíada, o velho Nestor contrasta o presente com a sua juventude, quando os homens eram “maiores” em todos os aspectos, e em geral Homero fala dos seus heróis como sendo “superiores” às pessoas a quem estava a contar a história. No entanto, mais tarde, vários pensadores gregos admitiram que os humanos haviam progredido: por exemplo, o autor da peça Prometeu Agrilhoado descreve o progresso cultural dos humanos desde um estado inicial miserável. Certos filósofos pré-socráticos como Protágoras e, mais tarde, o romano Lucrécio, inspirado pelo filósofo grego Epicuro (cujas obras em grande parte se perderam), referem-se ao progresso humano desde a “barbárie” até à civilização.&lt;br /&gt;O cristianismo foi inicialmente ambivalente em relação ao progresso. Por um lado, baseia-se na ideia de queda e expulsão do “Jardim do Éden” e na crença em que qualquer melhoria e salvação só são possíveis pela graça de Deus e não devido a esforços humanos. Por outro lado, admite que houve progresso desde os pagãos até à instauração do cristianismo e projecta um futuro paradisíaco (e.g., Santo Agostinho, na Cidade de Deus, século V). Além disso, ao introduzir a noção de que o mundo (e não apenas os seres humanos) tem uma história mais ou menos linear, ou seja, que se alterou desde a Criação e que se modificará até chegar ao Juízo Final, contribuiu para preparar o terreno relativamente à possibilidade de progresso secular em geral.&lt;br /&gt;A convicção generalizada relativamente ao progresso humano só se espalhou após a Renascença. Por exemplo, em França, no século XVII, teve lugar a famosa Querela entre Antigos e Modernos, em que os partidários dos Antigos (e.g., Boileau e, em Inglaterra, Jonathan Swift) defendiam que nada se tinha produzido que chegasse à altura da Antiguidade clássica e os partidários dos Modernos afirmavam, pelo contrário, que os modernos eram superiores porque podiam construir sobre os alicerces elaborados pelas épocas anteriores. No século XVIII, com o iluminismo, influenciado pelos triunfos científicos de Galileu e Newton, a crença num progresso cultural inevitável e cada vez maior generalizou-se. O fim da Revolução Francesa abalou um pouco este optimismo, mas não o conseguiu eliminar. Por exemplo, o reverendo Thomas Malthus (1766–1834) escreveu o seu famoso livro (Essay on the Principle of Population) em 1798 para demonstrar que a população humana tende a crescer geometricamente mas os recursos apenas crescem aritmeticamente, de onde se conclui que, a menos que as pessoas refreiem a sua actividade sexual (concebida como só sendo lícita quando se trata de procriar), haverá sempre intensa competição por recursos e muita miséria. Esta visão parecia ir contra a crença iluminista no progresso, mas para Malthus a situação fora elaborada por Deus precisamente para encorajar as pessoas a se esforçarem, trabalharem e comportarem com virtude (i.e., pouco sexo).&lt;br /&gt;Durante todo o século XIX e grande parte do século XX, a fé no progresso perdurou, afirmada por filósofos como Auguste Comte, John Stuart Mill, Herbert Spencer, Karl Marx e Friedrich Engels, e vários outros. No fundo, continuamos a subscrever esta ideia de progresso inevitável da cultura humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Progresso e evolucionismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ideias evolucionistas foram influenciadas pela noção de progresso cultural humano, estendendo essa ideia e tornando possível a concepção de um progresso já não só humano e cultural, mas biológico, i.e., dos seres vivos em geral. Mais tarde, a influência foi recíproca, ou seja, o próprio evolucionismo favoreceu a crença no progresso humano.&lt;br /&gt;A hipótese de evolução surgiu em parte a partir de uma modificação da concepção da Grande Cadeia dos Seres (ou Scala Naturae), uma escala linear ascendente ordenando todos os seres, do mais simples até ao mais “perfeito”. Na sua versão inicial, esta cadeia remontava a Aristóteles, e foi muito difundida na Idade Média. A cadeia era obviamente estática e, na Idade Média, incluía tudo, desde os minerais, em baixo, até aos anjos, em cima, logo abaixo de Deus, passando pelas plantas e pelos animais, e assumindo, claro, que todos coexistiam no mesmo momento, sem alteração desde a Criação. Em versões posteriores, evolutivas, como as de Erasmus Darwin (o avô de Charles Darwin) e de Lamarck, a cadeia passou não só a ter uma dimensão temporal (os seres mais simples davam origem a seres cada vez mais complexos), mas a dividir-se em duas (uma para as plantas e outra para os animais, ficando os minerais fora da biologia) e a culminar no homem em vez de nos anjos. Assim, a vida tinha uma história (não ocorrera uma Criação única e definitiva) e essa história mostraria um progresso indo dos seres mais “simples”, como as criaturas unicelulares, aos invertebrados mais “complexos”, destes aos vertebrados, e finalmente atingindo o “apogeu” no homem. Ainda hoje essa ideia perdura em expressões do tipo “da bactéria ao homem”, como se a evolução seguisse um caminho previamente traçado para chegar finalmente até nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O progresso para todo o sempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erasmus Darwin (1731–1802), médico bem-sucedido e avô paterno de Charles Darwin, foi o primeiro autor a propor uma teoria evolutiva, quer num tratado em prosa, Zoonomia (1794, e reeditado pelo autor em 1801), quer, de modo ainda mais explícito, em verso, no livro póstumo The Temple of Nature (“O Templo da Natureza”, 1803). A evolução e o progresso estavam indissoluvelmente associados para Erasmus Darwin. A vida teve uma origem única (uma entidade microscópica inicial, microscopic ens) e desenvolveu-se, passando por fases sucessivamente mais aperfeiçoadas, até culminar, até ao momento, no homem, e, eventualmente (no futuro), em formas ainda mais perfeitas, visto que o processo de aperfeiçoamento continua a operar e continuará para todo o sempre (FOR EVER AND EVER, como escreveu Erasmus, com maiúsculas). O mecanismo desta mudança não era claro, mas Deus estava por detrás dele: Erasmus Darwin era crente, deís&amp;shy;ta, como muitos autores do século XVIII, para os quais Deus ainda era o Grande Arquitecto, o Autor de todas as coisas, embora posteriormente à Criação inicial do universo tivesse essencialmente deixado de interferir (os deístas, ao contrário dos teístas, não aceitavam a existência de milagres).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A força que leva ao progresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As especulações evolutivas de Erasmus Dar&amp;shy;win não foram tomadas muito a sério e assim foi Jean-Baptiste Antoine de Monet, chevalier de Lamarck (1744–1829), o primeiro autor a propor uma teoria evolutiva que teve algum efeito sobre os contemporâneos (mesmo que fosse sobretudo negativo). Lamarck ganhara credibilidade científica ao publicar obras em botânica (a primeira Flora completa de França, 1778) e depois em zoologia, em especial sobre invertebrados (termo inventado por ele), em tratados publicados em 1801 e 1815–1822, após se tornar curador dos invertebrados no Museu de História Natural de Paris (reorganizado após a Revolução Francesa). As suas ideias evolutivas estão subjacentes a várias das &amp;shy;suas obras, mas foram principalmente dadas a conhecer na Philosophie Zoologique (“Filosofia Zoológica”, 1809). A sua teoria, tal como a de Erasmus Darwin, baseava-se na transformação da Scala Naturae, tornando-a dinâmica: os seres vivos mais simples (unicelulares) originam-se permanentemente por geração espontânea e depois transformam-se e aperfeiçoam-se ao longo do tempo até chegarem ao último estado da scala, que é o dos seres humanos. Lamarck foi mais claro do que Erasmus ao explicitar os mecanismos que levam os seres vivos a progredir. O primeiro mecanismo era uma “força que tende permanentemente a compor a organização” e que portanto levava os seres vivos a “melhorarem” linearmente. Mas, como os ambientes estão permanentemente a variar, outro mecanismo, a “influência das circunstâncias”, pode causar desvios relativamente à cadeia linear, produzindo ramificações, embora de menor importância. A sua capacidade permanente de mudança faz com que os organismos não se extingam, mas se transformem noutros, mais bem adaptados.Curiosamente, embora acreditasse firmemente numa tendência progressiva inerente aos seres vivos, Lamarck não aceitava claramente uma mudança direccional do mundo ao longo do tempo, visto que, para ele, haveria sempre espécies em todas as fases do “avanço”. Por essa razão, Lamarck pouco se interessou pelo registo fóssil que começava a ser conhecido na época e nunca acreditou na existência de extinção (segundo ele, as espécies aparentemente extintas cujos fósseis começavam a ser descritos ainda existiam algures na Terra). Embora a sua “força” motora nos pareça hoje milagrosa, Lamarck considerava-se um mecanicista (falava de fluidos orgânicos) e opunha-se ao “vitalismo” aristotélico. Ao contrário de Erasmus Darwin, não invocava a acção directa de Deus sobre a matéria viva.&lt;br /&gt;As especulações evolutivas de Lamarck foram no entanto classificadas pelos seus contemporâneos como fazendo parte do seu lado menos científico, junto com teorias químicas já completamente ultrapassadas na época de Lavoisier e especulações meteorológicas delirantes (Lamarck estava convencido de que podia prever o clima de todo o ano e publicou almanaques com previsões para cada dia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regresso do iguanodonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inglês Charles Lyell (1797–1875) é um caso curioso, visto que foi dos poucos que, embora acreditasse no progresso humano, começou por negar não só o progresso biológico mas inclusivamente mudanças direccionais no registo fóssil. Lyell começou por ter uma formação de advogado, mas cedo se “mudou” para a geologia, a sua grande paixão. Foi o autor do famoso livro Principles of Geology: Being an Attempt to Explain the Former Changes of the Earth’s Surface by Reference to Causes now in Operation (“Os Princípios da Geologia: Uma Tentativa para Explicar as Mudanças Passadas da Superfície da Terra Invocando Causas hoje em Operação”), publicado em três volumes entre 1830 e 1833. Neste livro, Lyell defendeu a causa do que veio a chamar-se “uniformitarismo” (o nome foi inventado por um opositor), contra a ideia vigente em geologia, o “catastrofismo”. Segundo os geólogos catastrofistas, a sucessão de floras e faunas observáveis no registo fóssil explicava-se através de uma sucessão de catástrofes de magnitude superior ao que ocorria no presente e que haviam dizimado as espécies do passado. Após cada catástrofe, novas espécies surgiam (criadas directamente por Deus), substituindo as anteriores, e cada vez mais semelhantes às actuais, dado que Deus estava por assim dizer a “preparar o terreno” para a criação do homem. Lyell insinuou, como crítica, que essas “catástrofes” eram consideradas como tendo uma origem sobrenatural, o que não era necessariamente o caso: muitos “catastrofistas” apenas argumentavam que certos fenómenos como tremores de terra haviam sido mais violentos do que o que era observável no presente. Apenas a criação de novas espécies resultava da acção directa de Deus (e Lyell não se opunha a esta ideia).&lt;br /&gt;No seu livro, Lyell avançou três hipóteses. Em primeiro lugar, as leis da natureza não se alteraram com o tempo: esta componente da teoria de Lyell não era controversa e era aceite por todos os contemporâneos. Em segundo lugar, a intensidade dos processos que existem no presente não se alterou com o tempo, ao contrário do que era afirmado pelos “catastrofistas”. Lyell acumulou uma impressionante quantidade de factos para apoiar a sua afirmação de que os fenómenos observáveis no presente, como o vulcanismo, os tremores de terra, a erosão pela água e pelo vento, a sedimentação, etc., são suficientes para explicar todas as observações do registo do passado. Por exemplo, no frontispício do livro, Lyell apresentou uma gravura das colunas do templo de Serápis em Pozzuoli para mostrar que se tinham mantido de pé (o que não seria possível se tivessem sofrido alterações violentas) apesar de terem sido submergidas no passado, como se demonstrava pelos vestígios de perfurações por bivalves marinhos. Esta componente da sua teoria, inicialmente controversa, acabou por conquistar a comunidade científica, dada a sua vantagem metodológica relativamente às teorias “catastrofistas”.&lt;br /&gt;O terceiro elemento da teoria de Lyell era que a própria Terra não se alterou direccionalmente com o tempo. Esta sugestão parece-nos hoje (e assim pareceu aos seus contemporâneos) muito estranha, mas segundo Lyell a aparente direccionalidade do registo fóssil é um artefacto da preservação, e a Terra existe num estado global de equilíbrio, de modo que as faunas se substituem ciclicamente (daí a sua frase famosa: “o enorme iguanodonte pode reaparecer nos bosques, e o ictiossauro no mar, enquanto o pterodáctilo pode voltar a voar através de bosques de fetos gigantes”). A única excepção a este estado de equilíbrio sem alterações temporais irreversíveis é o ser humano. Nós, obviamente, surgimos uma única vez.&lt;br /&gt;Dada esta ideia de que a Terra não mudou direccionalmente, mas apenas se alterou de modo cíclico, com repetições dos mesmos fenómenos, Lyell constituiu uma excepção em relação à crença contemporânea no progresso biológico. De facto, praticamente todos os cientistas admitiam que havia progresso biológico ao longo do tempo, mesmo antes de as ideias evolucionistas serem geralmente aceites. O progresso biológico podia ter ocorrido por saltos bruscos (e.g., após sucessivas catástrofes), e substituições dos seres de uma dada época por seres posteriores “superiores” (entenda-se mais perfeitos, melhores, ou seja, mais semelhantes aos humanos), mas praticamente ninguém duvidava de que ocorrera. Os processos que tinham levado a esse progresso não eram especificados, embora a ideia subjacente era que de algum modo se deviam à intervenção mais ou menos directa de Deus.&lt;br /&gt;Lyell acabou por renunciar a esta parte da sua teoria uniformitarista. Em 1866 admitiu que a Terra havia de facto mudado ao longo do tempo – e que essa mudança havia, obviamente, sido progressista. Ou seja, logo que Lyell aceitou a ideia de direccionalidade, aceitou concomitantemente a ideia de progresso, como se as duas noções fossem inseparáveis. É sintomático que a “conversão” de Lyell ao progresso não foi devida à sua “conversão” às ideias evolucionistas do seu amigo Darwin (na realidade, Lyell nunca aceitou plenamente o mecanismo evolutivo proposto por Darwin, ou seja, a selecção natural), mas sim à sua admissão de que havia direccionalidade na história da Terra (e portanto já não podemos esperar que o iguanodonte ou o ictiossauro regressem...). A partir dessa admissão, o progresso biológico era automático e Lyell não o questionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei do desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1844 surgiu em Inglaterra um livro de divulgação intitulado Vestiges of the Natural History of Creation (“Vestígios da História Natural da Criação”), delineando uma teoria evolutiva eminentemente progressista, segundo a qual leis de “desenvolvimento” (não especificadas mas semelhantes às leis que governam o desenvolvimento embrionário dos seres vivos mais complexos) estariam subjacentes à evolução dirigida (por Deus) dos seres vivos, com um objectivo final, o de produzir o homem. O último capítulo do livro é precisamente intitulado “Objectivo e condição geral da criação animada”. Nele o autor garante que “o sistema presente é apenas parte de um todo, uma etapa numa Grande Progressão, e a Compensação está garantida”. Segundo o livro, “o mundo inorgânico tem uma lei final abrangente, a GRAVITAÇÃO. O mundo orgânico, a outra grande secção de coisas terrenas, apoia-se de modo semelhante numa única lei, e esta é – DESENVOLVIMENTO”. Não fica claro se o autor dos Vestiges se considerava o Newton da biologia... O autor era na realidade um editor escocês bem-sucedido, Robert Chambers (1802–1883), que publicou Vestiges anonimamente, porque não queria arriscar a sua reputação (Vestiges só foi oficialmente assumido como sendo de Chambers na 12.ª edição, póstuma, em 1884). O livro foi atacado pela comunidade científica, em grande parte com razão porque continha inúmeras incorrecções factuais (chegando a sugerir que seres tão complexos como insectos eram produzidos por geração espontânea), embora muitas das críticas se devessem mais à sua ideia de evolução do que aos erros factuais. No entanto, essas críticas ajudaram à enorme popularidade do livro, o qual vendeu mais exemplares do que A Origem das Espécies. Mais uma vez vemos como ideias de mudança ao longo do tempo estavam indissoluvelmente associadas à ideia de progresso: i.e., essas mudanças só podiam ser concebidas como sendo no sentido de uma melhoria (entenda-se: no sentido da produção de seres cada vez mais semelhantes a nós), e o estado final (nós) estava predeterminado desde o início (tal como no caso do desenvolvimento do embrião).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia do progresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Spencer foi o maior apologista da inevitabilidade do progresso. No seu tempo, foi considerado como um filósofo de primeira grandeza, e mais importante como pensador do que Darwin, embora tivesse sido subsequentemente esquecido a ponto de nem sequer ser referido por Bertrand Russell na sua História da Filosofia Ocidental. O próprio Darwin chamou-lhe “o maior filósofo vivo” numa carta, mas noutras cartas a outros correspondentes afirmou que Spencer o deixava sempre confuso e na sua Autobiografia (privada e escrita para os filhos) escreveu que as generalizações de Spencer, embora valiosas do ponto de vista filosófico, não lhe pareciam de qualquer utilidade científica. Thomas Henry Huxley, o grande defensor de Darwin, era amigo pessoal de Spencer, mas céptico relativamente às suas teorias ambiciosas, e disse uma vez que, para Spencer, a ideia de uma verdadeira tragédia era a de uma linda dedução destruída por um pequeno facto.&lt;br /&gt;Spencer foi um defensor precoce da evolução, tendo sido influenciado pelo livro Principles of Geology de Lyell, por Lamarck (tal como Lyell o descrevera) e outros, incluindo Malthus, e provavelmente pelos Vestiges. A sua primeira publicação sobre evolução foi em 1852: The Development Hypothesis (“A Hipótese do Desenvolvimento”). Como muitos contemporâneos, Spencer usou a palavra evolução para designar quer o desenvolvimento embrionário quer as transformações evolutivas propriamente ditas. Segundo ele, a competição pelos recursos obrigaria à utilização crescente das faculdades mentais e levaria ao seu aumento durante a vida de um indivíduo. Ora isso estaria associado a uma diminuição da fertilidade, visto que a energia vital é limitada e se mais energia for investida no cérebro sobra menos para os órgãos genitais e para a fertilidade. O aumento das faculdades intelectuais durante a vida seria herdável e daria portanto origem a uma sucessão de formas cada vez mais inteligentes, culminando (obviamente) no homem inglês vitoriano. Neste, sempre de acordo com Spencer, ter-se-ia chegado perto de um equilíbrio populacional estável, porque a fertilidade teria diminuído relativamente não só aos animais como a populações humanas menos “evoluídas” e mais férteis, por exemplo os irlandeses (a grande fome da Irlanda ocorreu em 1848). Note-se que Spencer, solteiro, sem filhos e muito inteligente, seria um bom exemplo de “perfeição evolutiva”.&lt;br /&gt;Em 1855, Spencer publicou uma nova obra, Principles of Psychology (“Princípios de Psicologia”), a qual, de acordo com a sua “modesta” opinião, seria colocada a par da obra de Newton, e em 1859 publicou um artigo intitulado “Progress: its law and cause” (“Progresso: a sua lei e causa”). Segundo Spencer, tudo (incluindo a física) estaria abrangido por uma vasta lei global de progresso e de desenvolvimento. Esta lei (tão abrangente como a da gravidade) consistiria numa mudança do “homogéneo” para o “heterogéneo”. Esta mudança iria desde a condensação da nebulosa homogénea inicial que originou o sistema planetário heterogéneo actual até ao aparecimento do homem. Entre os seres vivos, a progressão parecia óbvia a Spencer: os peixes seriam mais “homogéneos” do que os répteis (e.g., têm um corpo mais simples, não têm membros), que por sua vez seriam mais “homogéneos” do que as aves e os mamíferos.&lt;br /&gt;Após ter proposto esta lei universal, Spencer passou o resto da sua vida a preencher os detalhes. Não mostrou muito apreço pela teoria evolutiva de Darwin, considerou a selecção natural como um mecanismo absolutamente menor e defendeu energicamente as ideias de hereditariedade das características adquiridas, as quais considerava necessárias e suficientes para o processo evolutivo.&lt;br /&gt;Convém sublinhar que as ideias de Spencer só começaram a ter repercussão após a publicação de A Origem das Espécies de Darwin em 1859 – antes disso ele não convencera ninguém relativamente à ocorrência da evolução. Relativamente ao progresso, pelo menos no seu aspecto pré-evolutivo, não era necessário convencer as pessoas, dado que a existência de progresso, com os ingleses do sexo masculino no cume, era considerada evidente por quase todos. Após a publicação de A Origem das Espécies, como veremos, a ideia de progresso biológico, com os seres humanos no cume, foi praticamente imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;N.R. – Os subtítulos deste texto são adaptações das divisões originais do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 152 - Dezembro 2010&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-315087304063892016?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/315087304063892016/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=315087304063892016' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/315087304063892016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/315087304063892016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/evolucao-culminou-no-homem.html' title='&lt;em&gt;A Evolução Culminou no Homem?&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-U3_-DiKiUXQ/TVqtlRgMb5I/AAAAAAAAIlU/x6DwGZW0kbs/s72-c/si152-7879.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6223364233783046294</id><published>2011-02-15T15:35:00.004Z</published><updated>2011-02-15T15:41:38.351Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Receita secreta da Coca-Cola revelada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qsefVvrnb5A/TVqeFB95UQI/AAAAAAAAIlE/dl1ZkEK1aio/s1600/receita%2Bcocacola.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573941298088988930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-qsefVvrnb5A/TVqeFB95UQI/AAAAAAAAIlE/dl1ZkEK1aio/s320/receita%2Bcocacola.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O mito da receita secreta da Coca-Cola pode ter sido desvendado. O alegado segredo do refrigerante norte-americano foi publicado num site norte-americano. Saiba como se faz a bebida, criada em 1886.&lt;br /&gt;Há muitas histórias em torno da receita da Coca-Cola. Ao longo dos anos tem sido apregoada como um dos maiores segredos do Mundo, guardado numa caixa-forte a que só um grupo muito restrito de pessoas tem acesso.&lt;br /&gt;Segundo algumas histórias, a receita estará, até, dividida em duas partes distintas, cada uma usada por pessoas diferentes em etapas distintas durante o processo de fabricação, de modo a que ningém tenha acesso à receita original na íntegra.&lt;br /&gt;Quase 125 anos depois da chegada da bebida, em 1886, o site norte-americano "Thisamericanlife.org" publica o que diz ser a receita original da Coca-Cola.&lt;br /&gt;E não foi preciso um golpe de magia ou um assalto tecnologicamente evoluído à suposta caixa-forte. Afinal,aquele que é um dos segredos mais bem guardados do Mundo estava escarrapachado nas páginas de um jornal de Atlanta, a terra natal da "Coca Cola".&lt;br /&gt;O site afirma que o artigo publicado há 32 anos, em 1979, na página 28 do Atlanta Journal-Constitution reproduz a receita original da Coca-Cola. O "Thisamericanlife.org" mostra uma fotografia do que pretende ser a cópia da receita original da bebida criada por John Pemberton.&lt;br /&gt;Segundo Mark Pendergrast, um especialista na história da bebida, estaremos perante a receita autêntica. Uma fonte da empresa, citada pelo tablóide britânico Daily Mail, diz que os ingredientes que se usam actualmente para fazer a coca-cola são muito similares aos da receite encontrada no jornal, embora com pequenas modificações.&lt;br /&gt;O essencial da receita é público, vem, de acordo com a lei a que a empresa foi obrigada a cumprir, descrito no rótulo das garrafas ou estampado nas latas. O que faltava eram quantidades exactas para completar a receita original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes da receita publicada em 1979 e agora desvendada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 1 colher de chá de fluído de extracto de coca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3 onças (cerca de 85 gramas) de ácido cítrico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 1 onça (cerca 29 gramas) de cafeína&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- açúcar 30 (não se lê bem a quantidade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 2,5 onças (cerca de 71 gramas) de água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 2 gotas de sumo de limão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 1 onça (cerca 29 gramas) de baunilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 1,5 onças (cerca de 42,5 gramas) de caramelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para o "7X" (o secreto aditivo de sabor)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 8 onças de álcool (cerca de 2,2 decilitros)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 20 gotas de óleo de laranja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 30 gotas de óleo de limão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 10 gotas de óleo de noz moscada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 5 gotas de óleo de coentros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 10 gotas de óleo de neroli (extraído das flores de laranja amarga)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-10 gotas de óleo de canela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fontes: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1784572&amp;amp;page"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1784572&amp;amp;page&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VMvrEOYsAr4/TVqePV9s8VI/AAAAAAAAIlM/w6TjMRIrGaE/s1600/cocacola.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573941475255578962" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-VMvrEOYsAr4/TVqePV9s8VI/AAAAAAAAIlM/w6TjMRIrGaE/s200/cocacola.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6223364233783046294?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6223364233783046294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6223364233783046294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6223364233783046294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6223364233783046294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/receita-secreta-da-coca-cola-revelada.html' title='&lt;em&gt;Receita secreta da Coca-Cola revelada&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-qsefVvrnb5A/TVqeFB95UQI/AAAAAAAAIlE/dl1ZkEK1aio/s72-c/receita%2Bcocacola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3031845847918861131</id><published>2011-02-11T11:54:00.000Z</published><updated>2011-02-11T11:56:07.003Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos de Psicologia; Investigações científicas'/><title type='text'>Gorduras e açúcares podem afectar inteligência das crianças</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma dieta rica em gorduras e açúcares durante os primeiros anos de vida pode afectar o desenvolvimento de quociente de inteligência (QI) das crianças, revela um estudo divulgado no British Medical Journal.&lt;br /&gt;Os autores do ensaio, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, basearam as suas conclusões no estudo ALSPAC, realizado em 14 mil crianças nascidas entre 1991 e 1992 e que pretendia fazer o acompanhamento a longo prazo da saúde dos participantes.&lt;br /&gt;Com este objectivo, os pais responderam a questionários detalhados sobre o tipo de comida e bebida que os filhos comeram no terceiro, quarto, sétimo e oitavo ano de vida.&lt;br /&gt;As crianças foram submetidas periodicamente ao teste de inteligência Wechsler, que revelou que aquelas cuja dieta era pouco saudável tinham um QI mais baixo, segundo o estudo.&lt;br /&gt;Os padrões de alimentação entre os quatro e os sete anos não tiveram impacto sobre o nível de inteligência das crianças, mas sim o tipo de dieta entre os zero e três anos.&lt;br /&gt;Os especialistas esclarecem que esses estudos sugerem que "os efeitos cognitivos relacionados com os hábitos alimentares no início da vida podem persistir mesmo se fosse alterada a dieta".&lt;br /&gt;No entanto, os especialistas afirmam que estes resultados são "modestos" e recomendam novas pesquisas para entender melhor o efeito sobre a inteligência que pode ter um determinado tipo de dieta numa idade avançada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1778965&amp;amp;page=2&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3031845847918861131?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3031845847918861131/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3031845847918861131' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3031845847918861131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3031845847918861131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/gorduras-e-acucares-podem-afectar.html' title='&lt;em&gt;Gorduras e açúcares podem afectar inteligência das crianças&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-7317977054015330272</id><published>2011-02-11T10:50:00.002Z</published><updated>2011-02-11T10:53:05.718Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actividades Filosóficas'/><title type='text'>Estudar Arte e Cultura como “Ouvinte” na FacFil da UCP</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TuhUd2uduLo/TVUVARXmbaI/AAAAAAAAIj0/0I-4S3G_RHg/s1600/ucp.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572383208347430306" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 136px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-TuhUd2uduLo/TVUVARXmbaI/AAAAAAAAIj0/0I-4S3G_RHg/s200/ucp.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estão abertas as inscrições para quem pretenda frequentar as seguintes disciplinas de Estudos Artísticos e Culturais como Aluno/a Ouvinte, na Faculdade de Filosofia da Univ. Católica - Braga:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agenda Mediática das Indústrias Criativas &gt; Carlos Magno&lt;br /&gt;Arte Sacra &gt; Luís da Silva Pereira&lt;br /&gt;Ética e Deontologia da Actividade Artística &gt; José M Dias Costa&lt;br /&gt;Movimentos do Pensamento Contemporâneo &gt; João Amadeu S Carvalho&lt;br /&gt;História da Arte Contemporânea &gt; José Cândido O Martins&lt;br /&gt;Psicologia da Arte &gt; José M Dias Costa&lt;br /&gt;Mais informações &gt;&lt;a href="http://www.eacfacfil.net/?page_id=1383"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-7317977054015330272?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/7317977054015330272/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=7317977054015330272' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7317977054015330272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7317977054015330272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/estudar-arte-e-cultura-como-ouvinte-na.html' title='Estudar Arte e Cultura como “Ouvinte” na FacFil da UCP'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-TuhUd2uduLo/TVUVARXmbaI/AAAAAAAAIj0/0I-4S3G_RHg/s72-c/ucp.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-8391003184073413518</id><published>2011-02-07T15:18:00.001Z</published><updated>2011-02-07T15:20:54.083Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conferências'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>"A Cicatriz do Ar" - Jorge Fallorca</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TVANfTaCMtI/AAAAAAAAIi8/tSqiHD7dlhU/s1600/Cartaz_3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570967570493878994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 295px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TVANfTaCMtI/AAAAAAAAIi8/tSqiHD7dlhU/s400/Cartaz_3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-8391003184073413518?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/8391003184073413518/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=8391003184073413518' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8391003184073413518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8391003184073413518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/cicatriz-do-ar-jorge-fallorca.html' title='&quot;A Cicatriz do Ar&quot; - Jorge Fallorca'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TVANfTaCMtI/AAAAAAAAIi8/tSqiHD7dlhU/s72-c/Cartaz_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-5246489788168508945</id><published>2011-02-04T11:27:00.001Z</published><updated>2011-02-04T11:28:59.560Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><title type='text'>Um disco rígido muito flexível</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvi1CeMHII/AAAAAAAAIi0/CzgKCnmMbQQ/s1600/disco%2Brigido.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569794764998188162" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvi1CeMHII/AAAAAAAAIi0/CzgKCnmMbQQ/s200/disco%2Brigido.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando arquivamos uma recordação ou a recuperamos, pomos grande parte do cérebro a trabalhar. Novas descobertas sobre o intrincado mecanismo da memória indicam que ela é mais frágil e manipulável do que pensávamos.&lt;br /&gt;Em Março de 2009, um terrível acontecimento comoveu Portugal: um bebé de nove meses morreu de paragem cardiorrespiratória, em Aveiro, após ter passado mais de três horas fechado num carro ao sol, esquecido pelo pai. Se nunca se tinham interrogado antes, muitos devem ter pensado na altura: até onde pode chegar a capacidade humana de distracção? Será a memória tão pouco fiável?&lt;br /&gt;Antes de entrar na matéria propriamente dita, convém especificar que se agrupam, sob o termo demasiado genérico de “memória”, fenómenos muito diversos, que até possuem mecanismos de armazenamento distintos. “Se estivermos a falar do tempo de retenção, distinguimos entre a memória sensorial, que vai de milésimos de segundos a segundos; a de curto prazo, de segundos a minutos; e a de longo prazo, de dias a anos ou, por vezes, toda a vida”, pormenoriza o neurologista Francisco J. Rubia.&lt;br /&gt;Além disso, as memórias também podem subdividir-se em declarativas ou explícitas (as que se referem a factos da nossa vida), e não-declarativas, que podem abranger desde como andar de bicicleta a reacções condicionadas, como a associação entre o ruído de pratos e a salivação antes de uma refeição. Não falamos, pois, com propriedade quando nos queixamos de ter “má memória”: podemos ser alunos ineptos e óptimos a saber onde deixámos exactamente, anteontem, o guarda-chuva.&lt;br /&gt;Quanto mais a neurociência esquadrinha este campo mental, mais intricado parece. O momento decisivo na criação do nosso álbum de experiências ocorre quando uma recordação efémera passa a memória duradoura ou permanente. “Sabemos que é imprescindível o hipocampo, uma estrutura pertencente ao cérebro emocional, ou sistema límbico. Depois de os conteúdos estarem consolidados, essa área deixa de ser imprescindível. Nessa altura, o armazenamento decorre em diversas partes do córtex cerebral”, explica Rubia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bailado bioquímico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se tornaram obsoletas metáforas como as do gravador ou do dísco rígido. De facto, o nosso cérebro arquiva a informação em diferentes pontos para depois os montar como se estivesse a fazer uma colagem, a comparação talvez mais adequada para descrever o processo: aqui, recupero o som da chuva que caía; ali, a cor dos brincos que ela levava; do outro lado, o sabor da bebida quente que tomámos... Um vertiginoso bailado bioquímico em que mais de cem proteínas se põem a dançar.&lt;br /&gt;Essa complexa edificação memorística alicerça-se na ocorrência de determinadas transformações nos níveis profundos da nossa massa cinzenta. Tal como afirma David Linden, neurocientista norte-americano, no livro O Cérebro Acidental, os especialistas consideram que as experiências modificam as sinapses, isto é, os contactos químicos e eléctricos entre neurónios. Quando perdemos horas, por exemplo, a aprender a tocar flauta, o que estamos a fazer é reforçar os vínculos entre as células cerebrais envolvidas na aquisição dessa competência. Basta saber, então, que o glutamato e os iões de cálcio desempenham o papel de protagonistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há memórias indeléveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, não são apenas as associações entre neurónios que influem; também as alterações na própria estrutura são importantes. Especialistas do Cold Spring Harbor Laboratory, em Nova Iorque, observaram durante 30 dias as dendrites (as terminações neuronais que recebem os impulsos nervosos) de ratos e comprovaram que 25 por cento das suas espinhas (pequenas saliências da membrana dendrítica) desapareciam e voltavam a formar-se. Seguramente, esta plasticidade é imprescindível para assentar as nossas memórias. Um fixador muito eficaz é o factor emotivo: todos os norte-americanos sabem onde se encontravam no 11 de Setembro; todos nós recordamos o dia em que nos deram uma má notícia familiar.&lt;br /&gt;Antes, pensava-se que, uma vez consolidada, a memória a longo prazo era praticamente indelével, como o cimento quando solidifica. Contudo, os últimos estudos indicam que não devemos pôr as mãos no fogo em sua defesa. A suspeita surgiu durante os ensaios iniciados, há cerca de dez anos, por um jovem cientista, Karim Nader, que estudava a neurobiologia do medo em ratos de laboratório, em Nova Iorque. De acordo com a revolucionária hipótese que formulara, as memórias permanentes não só são maleáveis como, também, se reescrevem de cada vez que as recuperamos.&lt;br /&gt;Esse facto explicaria a chamada “alucinação colectiva retrospectiva”, como a que tomou conta dos holandeses após o espectacular acidente do Boeing 747 da companhia israelita El-Al que colidiu, em 1992, contra um edifício de apartamentos em Amesterdão e causou a morte de 43 pessoas. Menos de um ano depois, 55% dos holandeses asseguravam ter visto na TV a forma como o avião chocou contra o prédio, fornecendo mesmo pormenores da trajectória. Contudo, o desastre nunca foi gravado em vídeo. As testemunhas tinham fabricado a história com base nas informações publicadas na imprensa e nas imagens posteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montar o quebra-cabeças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que o principal problema da memória não é tanto a armazenagem como a recuperação das diferentes peças do &amp;shy;puz&amp;shy;zle para serem colocadas no devido lugar e se poder, depois, atribuir-lhes uma coerência narrativa. “Não é como folhear um álbum de fotografias, nem sequer um álbum de fotografias que começam a perder intensidade. É mais parecido com algo equivalente a fazer uma busca na internet com o Google”, explica Linden. Refere-se à necessidade de introduzir a maior quantidade possível de elementos de busca.&lt;br /&gt;Tal como indica o psicólogo Gary Marcus na sua recente obra Kluge: The Haphazard Construction of the Human Mind, rememorar é um mecanismo contextual; recorremos sempre a pistas. Dá como exemplo uma curiosa expe&amp;shy;riência realizada na década de 1970: um grupo de mergulhadores recordava melhor as palavras que tinha memorizado debaixo de água quando submergia do que em terra firme.&lt;br /&gt;A recuperação das informações registadas nas nossas circunvoluções cerebrais poderia, pois, ser descrita como um processo dinâmico que se enriquece (e também se contamina) com as experiências do presente, o que faz sentido do ponto de vista evolutivo. Dá-se preferência à rapidez e à antecipação dos acontecimentos, valores supremos da sobrevivência para os nossos antepassados da savana. A contrapartida é a perda de precisão nos detalhes e erros de vulto como aquele em que incorreram os holandeses. “Efectivamente, o cérebro é feito de retalhos; não segue critérios de perfeição, mas adaptativos. Todavia, não se trata de um biscate, no sentido de ‘obra sem importância, pequeno trabalho’, segundo a definição do dicionário. Os resultados estão à vista”, argumenta Rubia.&lt;br /&gt;Karim Nader chamou “reconsolidação” a essa inconsistência das memórias a longo prazo quando são repescadas pelo pensamento consciente. A sua intuição seria confirmada pelo psicólogo David Schacter, da Universidade de Harvard (Estados Unidos), que escrutinou, através de ressonâncias magnéticas, o cérebro de vários voluntários enquanto imaginavam algo e, depois, quando desenvolviam um esforço memorístico. Conclusão: eram activadas praticamente as mesmas áreas cerebrais. De cada vez que rememoramos, voltamos a cozinhar uma experiência e somamos ou subtraímos novos ingredientes, em especial quando a contamos a alguém. Não há duas evocações idênticas sobre a mesma vivência.&lt;br /&gt;Schacter publicou, há alguns anos, um livro que obteve um êxito considerável, intitulado Os Sete Pecados da Memória, em que consignava os deslizes mais frequentes da traiçoeira faculdade mental. Um dos mais curiosos é a atribuição errónea, que pode levar-nos a crer que inventámos algo quando, na realidade, o copiámos de outros. Foi o que aconteceu a Geor&amp;shy;ge Harrison quando compôs My Sweet Lord (1970), una cópia involuntária, segundo o magistrado que instruiu o processo por plágio, do tema He’s So Fine (1964), dos Chiffons.&lt;br /&gt;Outra especialista em extrair os pecados da memória humana é Elizabeth Loftus. A psicóloga demonstrou que as testemunhas de um caso de homicídio, por exemplo, se lhes forem feitas as perguntas oportunas, podem acreditar ter visto o que nunca aconteceu. Inserindo informações falsas entre outras verdadeiras, conseguiu fazer que vários voluntários estivessem convencidos de que tinham ficado perdidos, aos cinco anos, num centro comercial...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprimidos para más lembranças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme O Despertar da Mente (2004), Jim Carrey e Kate Winslet submetiam-se a uma terapia para apagar as memórias da sua relação, que estava em ponto morto. O argumento ter-se-á baseado nas investigações do neurocientista Karim Nader e na sua teoria da reconsolidação das memórias. Actual&amp;shy;mente, Nader estuda a possibilidade de curar pacientes que sofrem de stress pós-traumático, como vítimas de violações ou veteranos de guerra. A técnica que utiliza consiste em fazer o paciente reviver a má experiência para diminuir a sua intensidade com recurso a um beta-bloqueante, um fármaco originalmente prescrito para doenças cardíacas.&lt;br /&gt;Outros especialistas exploram as possibilidades da amnésia selectiva. Joe Tsien, do Medical College da Geórgia, dedica-se a manipular a enzima CaMKII, responsável por garantir os sinais eléctricos entre neurónios, enquanto a equipa de Todd C. Sacktor, do SUNY Downstate Medical Center, em Nova Iorque, tenta o mesmo com a PKMzeta, outra enzima de características semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 152 - Dezembro 2010&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5246489788168508945?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/5246489788168508945/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=5246489788168508945' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5246489788168508945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5246489788168508945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/um-disco-rigido-muito-flexivel.html' title='&lt;em&gt;Um disco rígido muito flexível&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvi1CeMHII/AAAAAAAAIi0/CzgKCnmMbQQ/s72-c/disco%2Brigido.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3218465438513087672</id><published>2011-02-04T11:25:00.001Z</published><updated>2011-02-04T11:27:16.940Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><title type='text'>Não me posso esquecer</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvihJTyoHI/AAAAAAAAIis/KARom9ziJII/s1600/nao%2Bme%2Bposso%2Besquecer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569794423236239474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvihJTyoHI/AAAAAAAAIis/KARom9ziJII/s200/nao%2Bme%2Bposso%2Besquecer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com a passagem dos anos, o cérebro também perde acuidade e surgem os esquecimentos. Não há motivo para alarme, excepto no caso de se tornarem impeditivos e poderem constituir a antecâmara da doença de Alzheimer, a que os investigadores começaram a fechar o cerco.&lt;br /&gt;A partir dos 25, dos 40, dos 50 e tal, dos 60... Não há unanimidade entre os cientistas no que toca a estabelecer um limite etário em que os esquecimentos deixam de constituir uma excepção para se transformarem em algo tristemente quotidiano. Tal como qualquer outro órgão, o cérebro está sujeito ao processo de envelhecimento. Nessa altura, produzem-se alterações na nossa mente, como uma redução da velocidade de processamento e da capacidade de aprendizagem e de retenção, nomeadamente dos nomes próprios.&lt;br /&gt;No entanto, convém não se alarmar demasiado. Como comenta o neurologista francês Bruno Dubois, num livro do colega Jean-Didier Vicent (Viagem Extraordinária ao Centro do Cérebro), “quanto mais alguém se queixar da memória, menos probabilidades terá de sofrer de uma doença da memória”. Em primeiro lugar, devemos considerar as circunstâncias atenuantes. Será que o leitor vive numa cidade de alguma dimensão, pressionado pela agenda, pelo relógio e pelos estímulos sensoriais? Segundo um curioso estudo da Universidade do Michigan, é um candidato a ser esquecido. Com efeito, os investigadores colocaram vários voluntários a caminhar por um parque e outros por uma rua. Depois, fizeram-nos responder a um teste de memória e o resultado foi surpreendente: os primeiros pontuaram 70 por cento melhor. Os especialistas atribuíram o desfecho ao facto de a mente ter maior dificuldade, no mundo moderno, em encontrar a tranquilidade imprescindível para as memórias poderem consolidar-se.&lt;br /&gt;Segundo o investigador francês Philippe Amouyel, professor da Universidade de Lille, cujo estudo desenvolvido no Instituto Pasteur permitiu a identificação de dois novos genes de predisposição para a doença de Alzheimer, “a vida urbana é menos favorável do que a vida rural (pelo menos aqui, em França), pois na primeira os idosos permanecem, muitas vezes, dentro de casa até ao fim das suas vidas”. Enquanto os mais velhos, nos meios rurais, continuam a cumprir uma função social, nas cidades há maiores probabilidades de se isolarem e caírem num estado de passividade, factores negativos para a capacidade memorística.&lt;br /&gt;É o que confirmam, de certo modo, os economistas norte-americanos Susan Rohwedder e Robert Willis, no resultado de um estudo que destaca a estreita relação entre a idade normal da reforma e o declínio cognitivo. A análise estatística feita em 13 países revela que as pes&amp;shy;soas com mais de 50 anos nos Estados Unidos, em Inglaterra e na Dinamarca (onde mais se atrasa a aposentação laboral) obtêm as melhores notas num teste de memorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falhas do sistema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, mesmo que trabalhemos indefinidamente e nos dediquemos à ginástica cerebral, a decadência acaba por afectar todos, mais cedo ou mais tarde. Vejamos como é o panorama cerebral de qualquer paciente infectado com essa doença crónica que é a passagem do tempo: o hipocampo, centro de operações da fábrica de memórias, encolhe consideravelmente a partir dos 60 anos (aos 80, terá perdido 20% do volume); o córtex pré-frontal, responsável, entre outras habilidades, pela capacidade de prestar atenção, deteriora-se; a acetilcolina, neurotransmissor fundamental para a fixação das experiências, diminui; a glicose (a “gasolina” do cérebro) deixa de ser bem assimilada, e poderíamos ir por aí fora.&lt;br /&gt;Todavia, ninguém reaje às pequenas amnésias da terceira idade com a mesma resignação com que aceita uma dor nas costas ou a vista cansada, pois é irremediavelmente invadido pelo receio de ser vítima de um dos grandes flagelos do nosso tempo: a doença de Alzheimer. O terrível mal, baptizado com o nome do médico alemão Alois Alzheimer, em 1910, representa 60% das demências, estando muito à frente das de origem vascular ou das associadas à doença de Parkinson. Os números são preocupantes: cerca de 90 mil portugueses sofrem dessa doença neurodegenerativa que lhes retira, progressivamente, a identidade e a dignidade, e o número poderá duplicar nos próximos 30 anos, segundo a Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer (APFADA). Será o preço a pagar por termos um cérebro tão versátil, dizem amargamente alguns, e a verdade é que o homem é a única espécie animal a sofrer do mal. O principal problema é que, até agora, apenas existe uma maneira de efectuar um diagnóstico cem por cento seguro: a análise post-mortem do tecido cerebral. Quando os sintomas levam a crer que alguém sofre de Alzheimer, o fatídico processo pode ter começado a desencadear-se há cerca de dez anos. Além disso, os neurologistas continuam sem ter uma ideia nítida do seu modus operandi. Prevalece a hipótese de o principal causador ser a proteína beta-amilóide, que se vai depositando, na forma de placas, no órgão pensante, e produzindo lesões irreversíveis. Todavia, essas lâminas nem sempre provocam demência. E se fossem os resíduos de outras substâncias tóxicas? Há também um papel desempenhado por certos novelos de neurofibrilhas, os quais atacam directamente o interior dos neurónios. Têm origem numa proteína chamada tau, a qual também poderá (ou não) ser activada pela beta-amilóide. Uma confusão.&lt;br /&gt;Apesar da magnitude do desafio, os especialistas começam a vencer pequenas batalhas contra esta doença até agora incurável. Actual&amp;shy;mente, há mais de 700 estudos clínicos a decorrer, e as estratégias mais inovadoras consistem em tentar eliminar a beta-amilóide através de imunizações activas (vacinas) ou passivas (anticorpos anti-proteína). No campo do diagnóstico, verificam-se resultados promissores tanto na análise de proteínas do líquido cefalorraquidiano como no recurso a técnicas de imagem, caso da tomografia por emissão de positrões com marcadores que se ligam ao amilóide, embora este método seja ainda consideravelmente dispendioso.&lt;br /&gt;Uma boa notícia, publicada na revista Archives of Neurology, é que poderá ser detectada através de uma punção lombar. A luta continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será caso para nos preocuparmos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tiver tendência para perder as chaves, aconselhamos que seja mais organizado. Outra coisa é esquecer para que servem as chaves. Nessa altura, torna-se indispensável consultar um neurologista, resume o especialista Nolasc Acarin, que fornece também uma lista de sete situações para servir de alerta e podermos saber se estamos diante de um caso de demência, que afecta um em cada oito idosos com mais de 65 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente faz a mesma pergunta sucessivas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repete a mesma história, palavra por palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquece-se de como se cozinha, de arrumar a casa ou de qualquer outra actividade que praticava regularmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa de pagar as contas a tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perde-se em locais conhecidos ou na sua própria casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descuida a higiene pessoal e veste sempre a mesma roupa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende de outra pessoa, como o cônjuge, quando tem de tomar uma decisão ou responder a perguntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 152 - Dezembro 2010&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3218465438513087672?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3218465438513087672/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3218465438513087672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3218465438513087672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3218465438513087672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/nao-me-posso-esquecer.html' title='&lt;em&gt;Não me posso esquecer&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvihJTyoHI/AAAAAAAAIis/KARom9ziJII/s72-c/nao%2Bme%2Bposso%2Besquecer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3415461160593959973</id><published>2011-02-04T11:22:00.001Z</published><updated>2011-02-04T11:24:33.953Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><title type='text'>A idade da crise</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvh1PQ6N1I/AAAAAAAAIik/z-cuYq96aRA/s1600/idade%2Bda%2Bcrise.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569793668920522578" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvh1PQ6N1I/AAAAAAAAIik/z-cuYq96aRA/s200/idade%2Bda%2Bcrise.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dez chaves para compreender a adolescência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os neurologistas descobriram que o cérebro começa a reorganizar-se na puberdade e provoca um tremendo alvoroço que é responsável, em grande medida, pelas atitudes dos mais jovens.&lt;br /&gt;Em 1955, o filme Rebelde Sem Causa, de Nicholas Ray, criou um estereótipo que subsiste no imaginário colectivo: o adolescente como figura indómita. Na película, Jimmy Stark (James Dean) era a imagem viva de um jovem torturado. Desde então, essa etapa da vida caracterizada pela oposição a tudo tem sido estudada a fundo. Psicólogos e sociólogos tentam descobrir se o comportamento adolescente obedece a um rito social, se é provocado por uma acumulação de factores biológicos ou uma combinação de ambos. Procurámos dar resposta a algumas das questões fundamentais que se colocam entre os onze e os dezanove anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque comem como frieiras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A surpreendente voracidade dos adolescentes ocorre por motivos biológicos: à medida que se alcança a puberdade, a necessidade de nutrientes aumenta, pois nessa etapa o crescimento é um processo muito rápido. No entanto, parecem estar sempre esgotados: uma fadiga que é geralmente atribuída a alterações hormonais, problemas de adaptação ou esforço excessivo. Outra das causas para essa quebra poderia ser um atraso no relógio biológico que controla os ritmos do sono. Segundo investigadores australianos da Universidade Tecnológica de Swinburne, os jovens na puberdade vivem num desfasamento horário que os faz despertar um par de horas antes do que seria normal. Isso traduz-se numa sensação de atordoamento e de falta de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A que se deve a cara de zombie?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade sentida por muitos adolescentes para conseguir dormir a horas consideradas normais também está relacionada com uma alteração no ritmo circadiano. Segundo esta hipótese, o seu relógio biológico inverte-se relativamente à infância e à maturidade; isto é, o corpo pede aos adolescentes para adormecer e despertar mais tarde. Uma espécie de jet lag permanente.&lt;br /&gt;Agora, um estudo do Instituto Politécnico Rensselaer de Berlim, publicado na revista Neuroendocrinology Letters, veio revelar um dos factores envolvidos nessa alteração biológica: a falta de luz natural. Numa experiência, os cientistas pediram aos voluntários que usassem, durante vários dias, óculos especiais que evitavam os comprimentos de onda mais curta, ou luz azul. O truque fez que levassem mais 30 minutos, em média, para adormecer. Os especialistas sublinham que a ausência de luz diurna atrasa o início da produção de melatonina, uma hormona que indica ao organismo a necessidade de dormir. Ora o aparecimento da referida hormona levou seis minutos em cada dia com exposição limitada à luz azul. As conclusões coincidem com dados de outros estudos, segundo os quais o pico da melatonina nos adolescentes se verifica de manhã, às horas em que as restantes pessoas despertam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não pensam nas coisas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos olhos dos adultos, os jovens de 15 ou 16 anos parecem estar sempre mergulhados no caos. Da sua mente surgem ideias que não têm nada a ver com a sua personalidade e tomam decisões que parecem baseadas em critérios incoerentes e instáveis. Contudo, uma equipa de investigadores da Universidade Temple (Filadélfia, Estados Unidos) negou, na revista American Psychologist, que o problema se deva apenas a uma suposta irracionalidade. A verdade é que os jovens dessa faixa etária chegam a conclusões do mesmo modo que os adultos, mas não possuem as aptidões sociais necessárias para impor e manter as suas decisões. Não adquiriram suficiente capacidade de coordenação entre o que pensam e o que fazem. A experiência, realizada por faixas etárias, permitiu chegar à conclusão de que a capacidade de resolução dos jovens alcançava de imediato o nível de qualquer adulto. Os adolescentes demonstraram ser capazes de optar, de forma reflectida, entre as alternativas que lhes tinham sido colocadas sobre diferentes aspectos do quotidiano, fosse saúde ou problemas jurídicos. No entanto, verificou-se que a maioria perdia a capacidade de raciocínio quando os seus colegas intervinham no processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se conseguem concentrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, temos a impressão de que, ao menor estímulo, um adolescente abandona qualquer actividade que os pais considerem importante. Não se trata, porém, de preguiça. Segundo um estudo do Instituto de Neurociên&amp;shy;cia Cognitiva do University College London, os adolescentes conservam parte da estrutura cerebral da infância. Assim, o cérebro continua a executar tarefas desnecessárias mesmo nos momentos em que o indivíduo deveria estar concentrado numa única coisa. Através de exames de ressonância magnética, os investigadores constataram que o cérebro de um jovem, quando este tenta concentrar-se numa tarefa e ignorar os estímulos que o possam distrair, apresenta uma grande actividade no córtex pré-frontal, uma área envolvida na tomada de decisões. Isto é, ao mesmo tempo que tenta focar a mente na tarefa, está também a pensar nos problemas com o namorado, nas discussões com os amigos ou nos estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que os atrai tanto nas drogas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientistas da universidade norte-americana de Yale descobriram dados relevantes sobre as bases fisiológicas de outro fenómeno clássico desta faixa etária: uma maior vulnerabilidade a todo o tipo de dependências. A imensa maioria das pessoas que dependem de substâncias como o tabaco, o álcool ou a cocaína iniciaram o seu consumo durante a adolescência. A questão é saber se existem, para além de factores psicológicos como a importância atribuída à opinião dos pares e ao papel que o indivíduo desempenha no grupo, factores biológicos que possam desencadear e explicar a propensão para fumar, beber ou consumir drogas. Um estudo publicado na revista American Journal of Psychiatry defende que as zonas do cérebro que exercem autocontrolo sobre os impulsos ainda não estão completamente formadas na adolescência. Assim, a tendência para se tornar dependente não seria apenas um distúrbio do comportamento como, também, um problema de desenvolvimento neuronal. Segundo estes especialistas, as grandes alterações bioquímicas que se produzem nesta etapa da vida levam o jovem a procurar novas experiências sem que os mecanismos fisiológicos de contenção estejam preparados para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque são tão temerários?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe igualmente uma causa orgânica por detrás do comportamento imprudente de muitos adolescentes. Um estudo da Universidade do Texas em Austin, dirigido por Russell Poldrack, professor de psicologia cognitiva, veio determinar que se regista, nessa etapa da vida, uma grande actividade no sistema mesolímbico, região em que o neurotransmissor predominante é a dopamina. O mensageiro químico está muito envolvido no sistema cerebral de recompensa: todas as experiências satisfatórias naturais (provocadas, por exemplo, pela comida ou pelo sexo) e artificiais (induzidas pelas drogas) coincidem com uma libertação de dopamina. Quanto mais se activa o sistema dopaminérgico, maior a sensação de euforia do indivíduo. Por outro lado, a dopamina está mais relacionada com a expectativa de prazer do que com a recompensa em si; isto é, produz-se maior libertação com o desejo do que com a própria satisfação. Os comportamentos de risco, como praticar desportos radicais ou fazer experiências com drogas, são estimulados pela substância. O facto é confirmado pelo estudo da Universidade do Texas, segundo o qual os adolescentes libertam grande quantidade de dopamina em determinadas alturas, o que os torna propensos a actividades arriscadas das quais se poderão arrepender quando os níveis do neurotransmissor baixarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque têm mudanças de humor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações fisiológicas explicam, em grande parte, a razão pela qual os adolescentes costumam estar de mau-humor mais vezes do que parece normal. As descargas de hormonas no organismo podem produzir transições rápidas da tristeza para a alegria ou da afabilidade para a fúria. Porém, há outro factor que se revela fundamental, segundo um estudo recente da organização Sleep Scotland (Edimburgo, Escócia): a falta de sono. A investigação detectou que as alterações no estado de humor coincidem com épocas em que dormimos poucas horas. No caso de jovens na fase da puberdade, deve-se sobretudo à grande quantidade de tempo que dedicam, todas as noites, aos videojogos, à TV ou à internet: muitos apenas dormem entre quatro e cinco horas por noite, o que influi de forma determinante nas suas drásticas alterações emocionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opinião dos colegas conta muito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicóloga Helen Jones Emmerich, da Universidade do Estado de Nova Iorque em Stony Brook, constatou experimentalmente, em meados da década de 1970, algo que parecia fazer parte do senso comum: os adolescentes dependem mais do que os amigos acham do que da opinião dos pais. Essa influência ocorre, sobretudo, em áreas como o modo de vestir, os hábitos de diversão ou a forma de resolver problemas escolares. Em assuntos como a escolha de uma profissão ou a resolução de um conflito moral profundo, têm menos peso, mas a influência dos pares continua sempre presente. De acordo com alguns especialistas, os adolescentes dependem tanto do critério alheio porque existem, nessa faixa etária, muitos factores psicológicos que apenas se optimizam quando obtêm um bom feedback dos amigos. Por exemplo, num estudo recente, os psiquiatras David Moreno, Estefania Estevez, Sergio Murgui e Gonzalo Musitu chegaram à conclusão de que a reputação social do jovem é responsável, em grande parte, pelo seu maior ou menor sentimento de solidão, auto-estima ou satisfação global. Por outro lado, os investigadores advertem que, na referida faixa etária, parece essencial satisfazer as expectativas do grupo de referência, o que pode constituir um factor positivo para determinados jovens mas também promover, em simultâneo, o seu lado mais violento e anti-social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque gostam tanto de SMS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo recente da Universidade do Michigan e do Projecto Pew Internet &amp;amp; American Life revelou que os adolescentes comunicam sobretudo através de mensagens de texto, apesar da utilização em massa do correio electrónico e do êxito de redes sociais como o Facebook ou o Twitter. O volume é impressionante: uma média de 30 SMS por dia, no caso deles, e de 80, no delas. As razões estão relacionadas com um formato que impõe a brevidade (o que lhes agrada) e a transmissão quase universal, pois praticamente toda a gente possui um telemóvel. Além disso, o estudo descobriu outro factor para explicar a preferência juvenil: o sentido de privacidade. Os SMS parecem bilhetinhos secretos, o que os transforma no meio ideal para trocar mensagens íntimas. Todavia, há um dado curioso que nos faz reflectir sobre o tipo de comunicação que se estabelece com os pais: na maior parte dos casos, os miúdos recorrem a chamadas de voz quando querem falar com os progenitores. Talvez porque não lhes contam todos os seus segredos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque são tão susceptíveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens são melindrosos quando lhes dizem piadas sobre certos temas: é algo que todos já constatámos ao ver a cara que o adolescente faz quando considera que foi alvo de uma brincadeira de mau gosto. Porém, poucos investigadores se teriam lembrado de relacionar essa vulnerabilidade com as alterações hormonais. O dermatologista Sam Shuster, do Norfolk and Norwich University Hospital, no Reino Unido, tinha o hábito de passear pelas ruas de monociclo. Ao fim de algum tempo, começou a verificar que as reacções dos transeuntes eram semelhantes e que podiam ser facilmente agrupadas por idade e género. A observação fê-lo pensar que devia haver um factor biológico subjacente, pelo que decidiu efectuar um estudo. O resultado, publicado há três anos no British Medical Journal, confirma que a descarga de androgénios, como a testosterona, produz uma reacção mais agressiva relativamente ao que é percebido como chocante. De facto, as atitudes mais violentas (por exemplo, de peões que tentavam derrubá-lo do monociclo) provinham quase sempre de rapazinhos com cerca de onze anos. A reacção é, depois, canalizada com a idade e deriva em ataques verbais, típicos da adolescência. Todavia, persiste a mesma tendência bioquímica de rejeição de qualquer acto que o jovem considere uma excentricidade da parte do adulto. É como se houvesse uma propensão para ficar pessoalmente ofendido quando acha que uma pessoa madura está a fazer um papel ridículo. Vergonha alheia, necessidade de colocar os pais no devido lugar ou simples falta de sentido de humor? Quem sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L.M.&lt;br /&gt;SUPER 152 - Dezembro 2010&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3415461160593959973?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3415461160593959973/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3415461160593959973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3415461160593959973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3415461160593959973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/idade-da-crise.html' title='&lt;em&gt;A idade da crise&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvh1PQ6N1I/AAAAAAAAIik/z-cuYq96aRA/s72-c/idade%2Bda%2Bcrise.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6277161515422643006</id><published>2011-02-04T11:20:00.001Z</published><updated>2011-02-04T11:22:17.510Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><title type='text'>Controlados pela rede</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvhSMhN1yI/AAAAAAAAIic/dYse4FF0xk4/s1600/controlados%2Bpela%2Brede.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569793066888189730" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvhSMhN1yI/AAAAAAAAIic/dYse4FF0xk4/s200/controlados%2Bpela%2Brede.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=374%3Acontrolados-pela-rede&amp;amp;catid=24%3Aartigos&amp;amp;Itemid=104"&gt;Controlados pela rede&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a vida digital está a mudar o nosso cérebro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O uso (e sobretudo o abuso) da internet pode estar a alterar a nossa capacidade de assimilar dados e interpretar a realidade. Esta ideia, defendida por um número crescente de cientistas, gerou um debate inflamado.&lt;br /&gt;A poeira inicial foi levantada por Nicholas Carr, um escritor norte-americano interessado no efeito que as tecnologias exercem sobre os seres humanos. Carr publicou, no Verão de 2008, um pequeno e já clássico ensaio intitulado Estará o Google a Tornar-nos Estúpidos?. O argumento que apresenta é, essencialmente, o seguinte: a forma que temos de obter informação através da internet, com a leitura rápida de textos curtos e saltos constantes, é muito diferente da assimilação pausada e continuada no tempo que a leitura de um livro implica, assim como da reflexão que daí resulta. A rede global é um emaranhado de dados em que se torna difícil, se não se estiver preparado, separar o trigo do joio. Pior: está cheia de distracções.&lt;br /&gt;Dado que a nossa mente é o resultado, em grande medida, de experiências pessoais, os internautas terão uma forma de pensar distinta daqueles que obtêm dados pelas vias tradicionais. Em princípio, isso não seria mau nem bom; apenas outro modo, claramente inovador, de ter acesso ao conhecimento. Porém, Carr vislumbra um problema de fundo, que é o do próprio conhecimento: a internet funciona como uma imensa memória global que coloca à nossa disposição todo o tipo de informação a um clique de distância. Todavia, a informação adquirida não implica conhecimento; isto é, ter acesso aos dados ou mesmo utilizá-los não implica assimilar o seu conteúdo.&lt;br /&gt;Melhor por escrito&lt;br /&gt;Em Janeiro de 2009, Patricia Greenfield, uma psicóloga da Universidade da Califórnia, publicou na revista Science um estudo sobre os meios informais de aprendizagem (TV, cinema, rádio, videojogos) que apoiava a hipótese de Carr. Segundo ela, embora essas ferramentas possam apresentar vantagens educativas (por exemplo, no desenvolvimento de capacidades visuoespaciais), “não permitem tempo para reflexão: a única tecnologia da comunicação que o faz é a palavra escrita; a leitura é fundamental para o desenvolvimento de processos cognitivos fundamentais, como o pensamento crítico ou a imaginação”.&lt;br /&gt;Todavia, será que a internet pode mesmo modificar a maneira como pensamos? A nossa mente, o nosso “eu”, é moldada pelas actividades do quotidiano. Na realidade, praticamente qualquer experiência altera, de algum modo, a actividade fisiológica e mesmo a estrutura física do sistema nervoso. No entanto, as mudanças a que Carr se refere são mais profundas: propõe que a utilização da rede global poderá mudar, perceptivelmente, a forma como interpretamos o mundo. A ideia não é descabida: de facto, os usos culturais são susceptíveis de moldar o intelecto de forma muito intensa.&lt;br /&gt;As experiências dos primeiros meses de vida servem para esculpir eficazmente o funcionamento do encéfalo, ou seja, do cérebro, do cerebelo e do tronco encefálico. Por exemplo, as pessoas que passaram esse período em alguns países asiáticos não conseguem distinguir os sons R e L quando se tornam adultas. Não se trata de uma característica genética associada às populações, mas de influência cultural.&lt;br /&gt;Patricia Kuhl, co-directora do Instituto para as Ciências do Cérebro e da Aprendizagem da Universidade de Washington em Seattle, demonstrou que todos os bebés têm, na realidade, capacidade para distinguir qualquer som dos milhares de línguas que existem no mundo. Todavia, o encéfalo adapta-se com rapidez às características de cada cultura, e acaba por perder a faculdade de diferenciar as que não são usadas. A questão é que as línguas não são apenas colecções de sons distintos, mas também diferem nos aspectos simbólicos e estruturais. Por isso, muitos cientistas consideram que o idioma que cada grupo cultural fala contribui para determinar, em certa medida, a sua maneira de pensar.&lt;br /&gt;Aprende-se olhando?&lt;br /&gt;Por sua vez, a tecnologia pode afectar a mente até níveis insuspeitados. No mundo moderno ocidental, estamos habituados a observar imagens e fotografias, reproduções em duas dimensões do que nos rodeia, mas há culturas em que não existe essa tradição de representar visualmente a realidade. Se uma foto fosse mostrada aos seus membros, não identificariam o que representa. O antropólogo inglês Nigel Barley descreve no livro O Antropólogo Inocente essa inépcia entre os membros de uma tribo dos Camarões: “Os homens não distinguiam a silhueta masculina da feminina. Atribuí o facto, simplemente, à minha falta de jeito para o desenho, até que tentei usar instantâneos de leões e &amp;shy;leo&amp;shy;par&amp;shy;dos. Os mais idosos ficavam a olhar para as fotos, cujas imagens eram perfeitamente nítidas, viravam-nas para todos os lados e, depois, diziam algo do género: ‘Não conheço este homem’ ”!&lt;br /&gt;Na argumentação sobre a internet e os seus efeitos, Nicholas Carr recorre a outro exemplo curioso da relação entre mente e tecnologia. Quando Friedrich Nietzsche deixou de poder escrever à mão devido a problemas na vista, adquiriu uma máquina de escrever com a qual veio a conseguir trabalhar mesmo de olhos fechados. Influenciado pela mudança, o seu estilo modificou-se e passou a ser mais telegráfico e menos retórico. Como o próprio filósofo admitia, “os aparelhos de escrita têm muito a ver com a formação dos pensamentos”.&lt;br /&gt;Ao longo da história, os seres humanos têm assimilado todo o género de tecnologias. A rejeição inicial devido a eventuais efeitos prejudiciais tem sido bastante comum. A imprensa não foi excepção. O humanista italiano quatrocentista Hieronimo Squarciafico deitava as mãos à cabeça face aos perigos que vislumbrava com a introdução do invento de Gutenberg. “A abundância de livros torna o homem menos estudioso”, dizia. No começo do século XX, o escritor e ensaísta Aldous Huxley retomava a preocupação: “A cultura corre o risco de ser sepultada sob uma avalancha de livros.”&lt;br /&gt;Curiosamente, receava a mesma coisa que se atribui, agora, à internet: excesso de informação e excesso de diversão. Segundo dizia, “o mundo do século XX acarreta uma enorme carga de conhecimento científico, histórico, literário e psicológico, demasiado grande para poder ser absorvido por qualquer indivíduo; esse gigantesco corpo de conhecimento é a causa para algumas mentes serem desviadas por infinitas distracções”.&lt;br /&gt;Apesar disso, não está provado que a utilização da rede global tenha de afectar a nossa capacidade de análise e nos transforme em meros gestores de dados superficiais. Na opinião de Steven Pinker, psicólogo da Universidade de Harvard, as novas tecnologias, longe de nos estupidificar, são de facto a melhor maneira de nos mantermos despertos, pois permitem armazenar e ter acesso à enorme quantidade de informação que a nossa sociedade produz.&lt;br /&gt;A reprodução não mudou&lt;br /&gt;Do ponto de vista biológico, Pinker tem, provavelmente, razão. A mente do ser humano não se transforma com facilidade. Os psicólogos evolutivos consideram que as características cognitivas da nossa espécie não mudaram, praticamente, nos últimos 13 mil anos, desde que abandonámos a vida de caçadores-recolectores. Isto é, se pudéssemos trazer para esta época um bebé que tivesse nascido quando foram pintadas as gravuras de Foz Coa, ele cresceria e tornar-se-ia um ser humano moderno, sem se distinguir de qualquer um de nós. Esta ideia torna evidente um facto fundamental quando se trata de interpretar os possíveis efeitos da internet: todas as alterações na plasticidade encefálica que temos referido, desde a identificação de sons à percepção de imagens, não afectam o material genético. Por isso, não teriam repercussões na geração seguinte.&lt;br /&gt;Alguns neurofisiólogos apressaram-se a sugerir que a internet está a produzir uma alteração evolutiva no ser humano, uma hipótese descabida: para a utilização da rede global poder modificar, de alguma forma, a biologia da espécie humana, teriam de verificar-se, pelo menos, duas condições: já deveria existir alguma diferença genética entre as pessoas que usam intensamente a internet e as que não o fazem e, em segundo lugar, essa diferença teria de afectar, de algum modo, as funções reprodutivas dos internautas.&lt;br /&gt;Nos últimos anos, foram publicados diversos estudos sobre as consequências da utilização da Web, sobretudo nos adolescentes. Nesses trabalhos, chama-se a atenção para algumas questões psicológicas e sociais, tanto negativas (dependências, assédio), como positivas (aprendizagem, fomento de relações sociais). No entanto, até agora, quase não existe investigação sobre os possíveis efeitos neurobiológicos. O psicólogo Eyal Ophir e os seus colaboradores da Universidade de Stanford (Estados Unidos) desenvolveram um estudo sobre o assunto: analisaram as faculdades cognitivas de um grupo de estudantes habituados à multitarefa e a trabalhar em contacto com várias fontes de informação, como correio electrónico, motores de busca da internet, televisão, suportes escritos e mensagens SMS.&lt;br /&gt;As conclusões a que chegaram revelaram-se, em certa medida, surpreendentes: os viciados na multitarefa tiveram menor pontuação do que os restantes utilizadores num exercício em que se media a velocidade com que se trocava de trabalho ou função, talvez por se distraírem mais facilmente com qualquer estímulo. Resta saber se essa inclinação para a distracção é a causa ou a consequência do hábito de fazer várias coisas em simultâneo.&lt;br /&gt;Por sua vez, cientistas da Universidade de Tianjin (China) convidaram, em 2008, vários utilizadores intensivos da rede global para se submeterem a um teste de compreensão semântica de caracteres chineses, enquanto um electroencefalógrafo registava o potencial evocado nas suas cabeças (ondas N400). Ao comparar os resultados com os de um grupo de controlo, os neurologistas observaram que os ciberviciados mostravam um potencial N400 de menor amplitude e com maior latência (a onda surgia com antecipação). Qual o significado? Talvez os internautas possuam maior inclinação para o processamento semântico.&lt;br /&gt;Segundo se depreende das experiências, a utilização da tecnologia poderá ter os seus prós e contras, mas, por enquanto, tudo não passa de mera especulação. Por conseguinte, o debate tem vindo essencialmente a centrar-se sobre os alegados efeitos culturais. O certo é que, além de Greenfield e Carr, outros cientistas consideram que a utilização quotidiana da internet modifica substancialmente (e de forma negativa) a nossa maneira de pensar.&lt;br /&gt;Leo Chalupa, neurobiólogo da Universidade da Califórnia, chegou a afirmar: “A Web é a maior detractora do pensamento rigoroso desde a invenção do televisor. O meu conselho é que, se quiser pensar a sério, a melhor coisa a fazer é desligar a internet, o telefone e a TV, e tentar passar 24 horas em absoluta solidão.” A opinião do físico Anthony Aguirre, da mesma instituição, é quase idêntica: “A velocidade com que se obtém informação pela internet é demasiado rápida, deixa pouco espaço e tempo mentais para processar os dados, ajustá-los aos esquemas existentes e tirar conclusões. O brilho da luz impede que dediquemos algum tempo ao fértil mistério obscuro.”&lt;br /&gt;Vida contemplativa&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, outras vozes defendem que as virtudes da Web ultrapassam amplamente os seus inconvenientes. Kevin Kelly, fundador da revista Wired, considera que ela contribui de forma muito importante para incentivar a criatividade, pois permite, entre outras coisas, pensar enquanto se distrai. Na sua opinião, não estamos a perder tempo quando utilizamos a internet, nem a desperdiçar recursos mentais; mantemos a cabeça ocupada com uma actividade contemplativa que pode, em determinado momento, tornar-se produtiva.&lt;br /&gt;Lisa Randall, física da Universidade de Harvard, reconhece que a rede global afecta o grau de profundidade com que se abordam os textos, mas também vê um lado positivo, que acaba por destacar: os jornais online, por exemplo, facilitam o acesso directo aos artigos e secções que mais interessam a determinado indivíduo e, por conseguinte, contribuem para evitar as informações que poderiam distraí-lo.&lt;br /&gt;Outro físico, Max Tegmark, do Instituto Tecnológico do Massachusetts, reconhece que poupa muito tempo com a internet, pois não tem de ir buscar livros e apontamentos científicos às livrarias e bibliotecas; também lhe permite concentrar-se no cerne da investigação, em vez de ter de “reinventar a roda” em cada trabalho. Além disso, sublinha que se tornou difícil uma investigação inédita e potencialmente útil passar despercebida, algo que não era raro acontecer há apenas alguns anos.&lt;br /&gt;Em resumo, a conclusão que podemos extrair do debate é que a internet possui, como todas as tecnologias, as suas virtudes e as suas desvantagens; cada um deverá aprender a retirar o melhor e o que é mais útil da cada suporte. A psicóloga Patricia Greenfield coloca as coisas assim: “Nenhum meio pode proporcionar tudo. Cada um possui os seus pontos fortes e fracos; cada um desenvolve faculdades cognitivas à custa de outras. Do que a mente humana necessita é de uma dieta equilibrada com esses meios de aprendizagem e comunicação.”&lt;br /&gt;X.M.A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixámos de saber recordar?&lt;br /&gt;Um dos investigadores que melhor resumem os efeitos contraditórios que a utilização da rede global poderá exercer (ou não) sobre o nosso intelecto é Stephen Kosslyn, professor de psicologia na Universidade de Harvard (Estados Unidos). Por um lado, este especialista em neurociência cognitiva afirma que sente falta da reflexão pausada de que usufruía antes da chegada desse furacão que é a internet. Todavia, por outro, considera que a rede veio aumentar a sua capacidade de percepção e análise.&lt;br /&gt;Além disso, Kosslyn vê a rede global como uma extensão da sua própria memória que lhe permite procurar dados com rapidez, enquanto escreve, e extrair a essência do conteúdo. Destaca, igualmente, que se trata de um meio em que se pode efectuar rapidamente aquilo a que chama “um teste de bom-senso”: consiste, fundamentalmente, em confrontar opiniões e reacções emocionais com as de outros. “Integrei a internet no meu processamento mental e emocional e agora penso melhor”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caiaques e canoas&lt;br /&gt;George Dyson, especialista em história da ciência, propôs uma sugestiva comparação entre a construção de botes e o modo de acesso ao conhecimento. “No Pacífico Norte, há duas formas de construir embarcações. Os aleutianos vivem em ilhas próximas do mar de Bering onde não existem árvores, pelo que montam o esqueleto dos seus caiaques com fragmentos de madeira interligados. Os tlingit (indígenas que habitam no Noroeste do Canadá), pelo contrario, fabricam as canoas com uma única árvore escolhida entre todas as que existem na floresta, da qual vão retirando pedaços de madeira até só restar a estrutura da embarcação. Os aleutianos e os tlingit obtêm resultados semelhantes – um bom bote com o mínimo de material – através de métodos opostos. A internet produziu uma divisão cultural parecida. Costumávamos ser construtores de caiaques, isto é, reuníamos todos os fragmentos disponíveis de informação para configurar a estrutura que nos mantinha à tona. Agora, temos de aprender a ser fabricantes de canoas, ou seja, saber eliminar os dados desnecessários para o perfil do conhecimento que se oculta no interior se poder revelar. Aqueles que não conseguirem adaptar-se vão acabar a navegar sobre troncos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 153 - Janeiro 2011 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6277161515422643006?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6277161515422643006/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6277161515422643006' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6277161515422643006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6277161515422643006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/controlados-pela-rede.html' title='&lt;em&gt;Controlados pela rede&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvhSMhN1yI/AAAAAAAAIic/dYse4FF0xk4/s72-c/controlados%2Bpela%2Brede.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-8202236021201815457</id><published>2011-02-04T11:17:00.000Z</published><updated>2011-02-04T11:18:44.338Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><title type='text'>Aprenda a potenciá-la</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Desconfie dos anúncios que prometem a solução definitiva para evitar os lapsos ou triunfar nos estudos. O segredo é treinar a memória.&lt;br /&gt;A receita mais eficaz para manter e melhorar a memória não tem segredos: praticar uma alimentação saudável, evitar o sedentarismo e a inactividade, encarar a vida com calma e nunca parar de dar trabalho ao cérebro. Eis uma lista de conselhos realmente eficazes para potenciar o seu órgão da recordação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginástica mental: a neuróbica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O cérebro é como um músculo; se não for exercitado, perde-se.” A frase pertence ao espanhol Santiago Ramón y Cajal, Prémio Nobel da Medicina em 1906 e o primeiro investigador moderno a estudar os neurónios. As palavras mantêm toda a actualidade, mas não serve qualquer desporto. Quem tem a mania de fazer muitas palavras cruzadas ou sudokus será muito bom... a resolver sudokus e palavras cruzadas. Ocupar a mente em tarefas repetitivas não é a melhor estratégia para tonificar e, sobretudo, para preservar a nossa capacidade de retenção.&lt;br /&gt;A rotina é o principal inimigo da agilidade mental. Uma técnica eficaz para combatê-la consiste em desempenhar as tarefas quotidianas de outro modo, isto é, praticar aquilo a que o mundo anglo-saxão começa a chamar “exercícios neuróbicos”. Por exemplo, as células nervosas têm de fazer um esforço suplementar quando se lava os dentes segurando a escova com a mão oposta ao que é habitual, quando nos vestimos de olhos fechados ou tantamos cozinhar receitas exóticas. Ao alcançar determinada idade, os especialistas aconselham actividades completamente novas, pois estas envolvem e desenvolvem o cérebro no seu conjunto. Aprender a tocar um instrumento ou uma língua estrangeira a partir dos 60 anos são estímulos que também envolvem contacto social, outra solução para manter a mente em boa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dieta: nada de inovações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde há dois ou três anos, diversos neurologistas concordam em sublinhar as virtudes do mirtilo, uma riquíssima fonte de antioxidantes. Um estudo publicado pela revista norte-americana Journal of Agricultural and Food Chemistry confirmou que beber, pelo menos, dois sumos por dia do fruto durante dois meses impedia a deterioração memorística num grupo de pessoas com mais de 70 anos. Suspeita-se, também, da curcuma, pois trata-se de uma espécie muito consumida na Índia, país com níveis surpreendentemente baixos da doença de Alzheimer.&lt;br /&gt;Seja como for, não há dietas milagrosas no âmbito cognitivo. Se o que ingerimos for bom para o corpo, também o será para o cérebro. Segundo uma investigação publicada, em 2008, na revista Neurobiology, as pessoas com excesso de peso e acumulação de gordura na zona abdominal correm até 2,3 vezes maior risco de vir a sofrer de demência do que as que conservam a linha. Parece que o excesso de glicose no sangue ataca as faculdades mentais em idades avançadas.&lt;br /&gt;Muitos especialistas realçam, em contrapartida, os benefícios da nossa conhecida dieta mediterrânica: azeite virgem, proteínas provenientes sobretudo do peixe, oligoelementos de frutas e verduras, poucas carnes vermelhas. Quanto ao primeiro ingrediente, o azeite, já foi demonstrado que as gorduras mono-insaturadas contribuem para melhorar o fornecimento de oxigénio e nutrientes aos neurónios. Por sua vez, o ómega-3 dos peixes gordos favorece a irrigação sanguínea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercício: as virtudes da mens sana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até há pouco tempo, pensava-se que nascíamos com uma determinada quantidade de neurónios, cujo número ia diminuindo com a idade. Todavia, há duas secções em que a fábrica de células nervosas continua a funcionar até ao derradeiro suspiro: o bolbo olfactivo e a circunvolução dentada, zona pertencente ao hipocampo e directamente envolvida na efi&amp;shy;ciên&amp;shy;cia memorística do indivíduo.&lt;br /&gt;Dezenas de estudos com animais de laboratório mostram como os exemplares sedentários são mais esquecidos do que aqueles que passam o tempo a fazer girar as rodinhas das gaiolas. Mas há mais: mesmo os filhos das ratas atléticas têm crias com maior capacidade de aprendizagem, e isso deve-se ao facto de a actividade física renovar a rede celular da referida circunvolução. Os seres humanos também foram postos à prova. O último estudo, divulgado em Outubro passado, indica que caminhar mais de 9,5 quilómetros por semana trava significativamente a atrofia do cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hábitos: tenha calma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O stress é um mecanismo de sobrevivência. Por isso, as memórias necessárias para enfrentar uma situação crítica parecem emergir como por artes de magia, e as novas expe&amp;shy;riências ficam mais firmemente consolidadas nessas ocasiões. O problema surge quando a tensão não diminui, o que afecta a memória e a concentração. Além disso, a exposição contínua a determadas substâncias estimulantes poderá ter efeitos nocivos no hipocampo. É o caso dos glicocorticóides, hormonas para suportar o stress.&lt;br /&gt;Encarar a vida com calma também irá incidir na qualidade do repouso nocturno, fundamental para arquivar os dados obtidos durante as horas de vigília. Uma teoria sugere que boa parte do processo ocorre durante a fase REM do sono, pois quem se vê privado dela manifesta problemas em recordar regras, capacidades ou associações subconscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Truques: memorizar não custa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizar os nós das duas mãos para saber se os meses têm 30 ou 31 dias é uma conhecida “técnica” a que recorremos para não deixarmos escapar uma informação sempre esquiva. Há também quem recorra a provérbios ou rimas, ou quem invente a sua própria receita: frases divertidas que começam com a primeira sílaba de cada termo que devemos aprender, palavras formadas com iniciais de vocábulos...&lt;br /&gt;A expressão “aprender de cor” (de coração) é um termo expressivo que alude à pouca racionalidade de adquirir determinados conhecimentos. O primeiro truque mnemotécnico da história foi o chamado “método de loci”. Trata-se de associar a lista de coisas que queremos recordar aos objectos correspondentes num itinerário familiar, como uma rua que percorremos todos os dias ou as divisões da nossa casa. Dizem que foi inventado por um poeta grego, Simónides, há 2500 anos, e ainda continua a ser utilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios para activar o cérebro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponha em forma os seus dotes de memorização com estes quatro tipos de exercícios simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Velocidade – Decore listas ou, mais simples ainda, mude de posição conceitos familiares, como os meses do ano ou os dias da semana. Por exemplo, consegue ordená-los por ordem alfabética? Com que esforço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retenção episódica – Tome nota de todos os pormenores de um acontecimento. Passado uma semana, volte a escrever o que recorda e compare as duas descrições. Ficará a conhecer os pontos fracos da sua memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associações – Substitua as palavras que formam o nome de uma rua por símbolos. No caso de se tratar de pessoas, pode tentar relacionar o seu nome com o de uma celebridade, uma característica física ou outra associação fantasiosa e inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistência ocular – Imagine que uma linha oblíqua atravessa, de cima para baixo, a sala onde se encontra. Depois, feche os olhos e tente recordar todos os objectos ligados por essa linha mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 152 - Dezembro 2010&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-8202236021201815457?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/8202236021201815457/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=8202236021201815457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8202236021201815457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8202236021201815457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/aprenda-potencia-la.html' title='&lt;em&gt;Aprenda a potenciá-la&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1533335470987087184</id><published>2011-02-04T10:59:00.001Z</published><updated>2011-02-04T11:01:38.762Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dia D'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Figuras da História de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Aniversário de Almeida Garrett</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvcevIfgrI/AAAAAAAAIiE/C9jcpNdVqg8/s1600/almeidagarrett.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569787784780022450" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 140px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvcevIfgrI/AAAAAAAAIiE/C9jcpNdVqg8/s200/almeidagarrett.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;por Maria Helena Santana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Baptista da Silva Leitão [mais tarde de Almeida Garrett], nasceu no Porto, em 1799. Aí passou a primeira infância, num caloroso ambiente burguês que lhe deixaria gratas recordações. Aos 10 anos parte com a família para os Açores, onde inicia a sua formação literária, sob a tutela do tio Frei Alexandre da Sagrada Família, bispo de Angra.&lt;br /&gt;Em 1816 ingressa na Universidade de Coimbra, para seguir estudos de Leis. A vivência académica seria determinante na sua iniciação política e filosófica. Ainda estudante, participa no movimento conspirativo que conduziria à revolução de 1820. Paralelamente despontava, irreverente, a vocação literária: no ano seguinte surgia o seu primeiro livro, O Retrato de Vénus, um ousado poema que lhe mereceu um processo em tribunal.&lt;br /&gt;No período conturbado que se seguiu, o trajecto pessoal do escritor (já casado com uma menina elegante, Luísa Midosi) entrelaça-se com a história política do Liberalismo. A revolução foi um breve momento de entusiasmo liberal, logo desfeito pela chegada ao poder da facção conservadora, que apoiava o Infante D. Miguel. Garrett foi obrigado a deixar o País (entre 1823-26), situação que se repetiria pouco tempo depois (1828-31), na sequência da abdicação de D. Pedro. No entanto, o escritor encontra na circunstância penosa do exílio uma oportunidade intelectualmente vantajosa. A permanência em França e Inglaterra permitiu-lhe conhecer o movimento cultural europeu, na sua dimensão artística e ideológica. A publicação (ainda em Paris) dos poemas Camões e Dona Branca – os primeiros textos românticos portugueses – constitui o resultado mais simbólico e expressivo dessa experiência.&lt;br /&gt;O regresso a Portugal, em 1832, integrando a expedição liberal comandada por D. Pedro, constituiu um momento heróico para o «poeta-soldado», que se incorpora no Batalhão Académico; Garrett foi chamado a participar nas reformas legislativas do novo regime, mas pouco depois afastado do poder, sob pretexto de missões diplomáticas no estrangeiro. Voltará à cena política em 1836, no contexto da «revolução de Setembro», pela mão de Passos Manuel: faz parte das Cortes Constituintes e ajuda a redigir a Constituição de 1838. Além de deputado, desempenha também um papel relevante no programa de educação cultural setembrista, designadamente na renovação da dramaturgia nacional: empenha-se na criação da Inspecção Geral dos Teatros, do Conservatório de Arte Dramática e do futuro Teatro Nacional; no mesmo espírito funda O Entreacto – Jornal de Teatros e leva à cena, com grande êxito, a peça Um Auto de Gil Vicente.&lt;br /&gt;Durante os anos 40, sob o regime autoritário de Costa Cabral, Garrett destaca-se na oposição; no entanto, o entusiasmo e o fervor militante vão-se exaurindo, perante a instabilidade política, o materialismo triunfante e o próprio desvirtuamento do ideal liberal. Descontente com o devir da revolução, afasta-se da vida pública em 1847. Desse desencanto patriótico dão significativo testemunho algumas obras publicadas neste período, o mais fecundo da criação literária garrettiana (O Alfageme de Santarém, Frei Luís de Sousa, Viagens na Minha Terra e O Arco de Sant’Ana, por exemplo).&lt;br /&gt;Em 1851 regressa ao Parlamento, já sob a acalmia política da Regeneração. Recebe nesta derradeira fase da vida alguns gestos oficiais de consagração: é feito visconde, em 1851 e nomeado Par do Reino, no ano seguinte; chega ainda a ocupar um cargo ministerial (Negócios Estrangeiros), de que seria demitido pouco tempo depois.&lt;br /&gt;Morreu em 9 de Dezembro de 1854, depois de uma vida sentimental romanticamente atribulada: um casamento juvenil mal sucedido, com Luísa Midosi; a morte precoce da segunda companheira, Adelaide Pastor, que lhe deixa uma filha ilegítima; e por fim uma paixão adúltera, com a Viscondessa da Luz, celebrada em versos escandalosos.&lt;br /&gt;Amante de prazeres mundanos, galante e apaixonado, foi sempre um conspícuo actor do palco social romântico, sabendo reverter em seu favor a imagem de dandy cosmopolita que sempre cultivou. No auge de uma carreira brilhante e de uma vida intensamente fruída, Almeida Garrett podia justamente orgulhar-se da sua ecléctica presença na cultura portuguesa de Oitocentos; de ser (palavras suas) «… um verdadeiro homem do mundo, que tem vivido nas cortes com os príncipes, no campo com os homens de guerra, no gabinete com os diplomáticos e homens de Estado, no parlamento, nos tribunais, nas academias, com todas as notabilidades de muitos países – e nos salões enfim com as mulheres e com os frívolos do mundo, com as elegâncias e com as fatuidades do século.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Obra (sinopse)&lt;br /&gt;Ancorada no tempo histórico do Liberalismo, a obra literária garrettiana não pode conceber-se alheada do contexto político e cultural que a motivou. Da mesma circunstância decorre a orientação ‘iluminista’ e eticamente empenhada que desde início o seu trajecto literário revestiu, por entender que «o poeta é também cidadão».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A poesia lírica e narrativa dominaria a primeira fase da sua carreira, ainda oscilante entre a lição do neoclassicismo convencional e a nova corrente romântica, de inspiração nacionalista. Depois do controverso Retrato de Vénus (1821) publica, no exílio, os poemas Camões (1825) e Dona Branca (1826) - textos fundadores do Romantismo português – a que seguiria a colectânea Lírica de João Mínimo (1829). Começou também nesta fase o trabalho de recolha e preparação dos textos do cancioneiro tradicional português, fonte inspiradora dos poemas narrativos Bernal Francês e Adozinda (1828). Só posteriormente viriam a lume os três primeiros volumes do Romanceiro (1843; 1851), ainda hoje em parte inédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A par da produção literária, o jornalismo ocupa neste período um lugar importante na sua escrita. Garrett cedo se apercebeu do imenso poder democratizador da Imprensa nas sociedades modernas (enquanto formadora da opinião) e saberia tirar excelente partido desse veículo privilegiado de socialização do público burguês. Já em 1822 lançara um pequeno jornal mundano – O Toucador (destinado às senhoras). No final dos anos 20 dirigiu dois periódicos de referência, O Português e O Cronista. Mais tarde fundaria O Português Constitucional (1836) e o jornal teatral O Entreacto (1837). Datam também dos tempos do exílio dois importantes ensaios: Da Educação (1829), um tratado de filosofia pedagógica dedicado à futura rainha D. Maria II; e Portugal na Balança da Europa (1830), uma notável reflexão de índole histórico-política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase da maturidade (década de 40, sobretudo) seria particularmete fecunda, do ponto de vista literário. Surgem nesta altura as obras maiores do Autor, abrangendo, com notável versatilidade, a lírica, a narrativa e o drama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Garrett atribuía ao Teatro uma alta função civilizadora, e empenhou-se intensamente na sua renovação. Queria uma produção nacional de qualidade, susceptível de elevar o gosto e a cultura do público. A vocação dramatúrgica, revelada na juventude (as tragédias Catão, Lucrécia e Mérope), conhece a partir de 1838 um novo élan, com o êxito de Um Auto de Gil Vicente. Seguir-se-ia um conjunto de peças que modelizam, em diferentes géneros, a sua ecléctica veia teatral: o drama histórico – O Alfageme de Santarém, Frei Luís de Sousa, D. Filipa de Vilhena – e a comédia – Falar verdade a mentir, Profecias do Bandarra, Um Noivado no Dafundo, entre outras. Frei Luís de Sousa (1844) é reconhecidamente a que melhor realiza o seu ideal de sobriedade artística: combinando o pathos da tragédia clássica e a actualidade vivencial do drama familiar, permanece ainda hoje um texto modelar da literatura dramática nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A poesia lírica, embora continue em certos aspectos datada, conhece também uma renovada inspiração. Das duas colectâneas poéticas desta fase – Flores sem Fruto (1845) e Folhas Caídas (1853), a última é sem dúvida a mais interessante, e onde mais livremente se expande o individualismo romântico. Aos temas mais convencionais – a divisão interior, a dialéctica mundo/espírito, o apelo de um idealismo transcendente (O Amor, A Perfeição, Deus, como absolutos da inquieta alma poética) –, acrescenta-se uma nova e ousada expressão do amor, epitomizada no famoso verso «Não te amo, quero-te!».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apesar de escassa, a obra romanesca de Garrett tem um rasgo inconfundível de originalidade. Viagens na Minha Terra (1843/1846) pode considerar-se a primeira narrativa moderna portuguesa: utilizando um estilo desenvolto e informal, em diálogo permanente com o leitor, o autor realiza, à maneira de Stern, uma obra-prima de ironia intelectual; sob o pretexto de uma crónica de viagem (que também é), oferece-nos uma ampla e lúcida representação do tempo histórico e social do Liberalismo. Idêntica estrutura digressiva e aparentemente desconexa caracteriza o romance histórico O Arco de Sant’Ana (1845/ 1851), um texto polémico e repassado de humor, cuja acção se reporta a uma revolta popular contra o bispo do Porto, no século XIV. Ficaria inacabado um terceiro romance, Helena, bem como diversos esboços narrativos deixados inéditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontra-se ainda dispersa e carecendo de estudos temáticos uma vasta produção fragmentária, de natureza literária, ensaística e jornalística (em particular no domínio da crónica política, cultural e mundana), bem como diversos discursos e textos de circunstância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia activa&lt;br /&gt;As Obras de Almeida Garrett encontram-se actualmente disponíveis em várias edições, designadamente as da Editorial Estampa e do Círculo de Leitores. Está também em curso, na Imprensa Nacional, a edição crítica das Obras Completas, dirigida por Ofélia Paiva Monteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edições on-line:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Projecto Vercial (formato pdf): http://web.ipn.pt/literatura//garrettt.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Página web da Biblioteca Nacional (Biblioteca virtual de autores portugueses):&lt;br /&gt;http://purl.pt/index/Geral/aut/PT/21170.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Página web da Assembleia da República (discursos parlamentares):&lt;br /&gt;http://debates.parlamento.pt/monarquia.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia passiva (selectiva)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almeida Garrett: um romântico, um moderno (Monteiro, Ofélia; Santana, M. Helena, org.), 2 vols. Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMORIM, Gomes de, Garrett. Memórias Biográficas. 3 vols., Lisboa, Imprensa Nacional, 1881-1883.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRAGA, Teófilo, Pref. a, Obras Completas de Almeida Garrett. 2 vols, Porto, Lello &amp;amp; Irmão, 1963.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camões. Revista de Letras e Culturas Lusófonas, nº 4 (dedicado a Garrett), Jan.-Março 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colóquio/Letras, nº 153-154 (dedicado a Garrett), Julho-Dez. 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIAS, Augusto da Costa, «Estilística e Dialéctica», pref. a Viagens na Minha Terra, 2ª ed., Lisboa, Estampa, 1983.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Id., Fontes Inéditas do Romanceiro Português. Os Papelinhos de Garrett. Sintra, Câmara Municipal de Sintra, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRANÇA, José-Augusto, «Garrett ou a ilusão desejada», in O Romantismo em Portugal. Estudo de Factos Socioculturais. 2ª ed., Lisboa, Livros Horizonte, 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAWTON, R.A., Almeida Garrett. L’Intime Contrainte. Paris, Didier, 1966.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras. Revista da Biblioteca Nacional, nº 4 (dedicado a Garrett), 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMA, Henrique Ferreira, Inventário do Espólio Literário de A. Garrett, Coimbra, 1948.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MACHADO, Fernando, Almeida Garrett e a Introdução do Pensamento Educacional de Rousseau em Portugal, Porto, ASA, 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTEIRO, Ofélia Paiva, A Formação de Almeida Garrett. Experiência e Criação. 2 vols., Coimbra, Centro de Estudos Românicos, 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Id., «Algumas reflexões sobre a novelística de Garrett», in Colóquio/Letras, nº 30, Março 1976, pp. 13-29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Id., «’Ostinato rigore’: a Edição Crítica das Obras de Almeida Garrett (Propósitos e Questões)», in Crítica Textual e Edições Críticas. Coimbra, Centro de Literatura Portuguesa, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Id., O Essencial sobre Almeida Garrett, Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAITT, Lia Noémia Correia, Garrett and the English Muse. London, Tamesis Books, 1983.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REIS, Carlos; PIRES, M. Natividade, «A. Garrett e a fundação do Romantismo Português», in História Crítica da Literatura Portuguesa, Vol. V, Lisboa, Editorial Verbo, 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROCHA, Andrée Crabbé, O Teatro de Garrett. Coimbra, Coimbra Editora, 1954.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SARAIVA, António José, «A evolução do teatro de Garrett», «A expressão lírica do amor nas Folhas Caídas»,«Garrett e o Romantismo», in Para a História da Cultura em Portugal, vol. II, Lisboa, Publ. Europa-América, 3ª ed, 1972.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANTOS, Maria de Lurdes Lima dos, Intelectuais Portugueses na 1ª metade de Oitocentos. Lisboa, Presença, 1988.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1533335470987087184?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1533335470987087184/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1533335470987087184' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1533335470987087184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1533335470987087184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/aniversario-de-almeida-garrett.html' title='&lt;em&gt;Aniversário de Almeida Garrett&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUvcevIfgrI/AAAAAAAAIiE/C9jcpNdVqg8/s72-c/almeidagarrett.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1905298688597333702</id><published>2011-02-01T15:19:00.006Z</published><updated>2011-02-01T15:26:50.985Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos de Psicologia; Investigações científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades científicas'/><title type='text'>A verdade da mentira revela-se sempre na face</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUglqufAeQI/AAAAAAAAIhY/6bNy4KIVCrM/s1600/lie_to_me-3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568742355206437122" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 78px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUglqufAeQI/AAAAAAAAIhY/6bNy4KIVCrM/s200/lie_to_me-3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O rosto não mente. As emoções expressam-se de forma verdadeira na face, mesmo quando as palavras mentem. Os estudiosos das expressões faciais garantem: aplicando os conhecimentos científicos certos, é possível detectar sempre os mentirosos.&lt;br /&gt;"As pessoas falam sem falar. O rosto grita", diz Armindo Freitas-Magalhães, director do Laboratório de Expressão Facial da Emoção (FEELab) da Universidade Fernando Pessoa. E grita sempre a verdade. Mesmo quando se pretende esconder, simular ou distorcer.&lt;br /&gt;Porque os músculos desenham no rosto (o palco) as emoções geradas no cérebro (camarins) de forma espontânea e involuntária, explica o psicólogo. E sentencia: "A expressão facial nunca mente".&lt;br /&gt;Paul Ekman, famoso psicólogo norte-americano que inspirou a série televisiva "Lie to me", cartografou a expressão das emoções no rosto humano com base nos movimentos musculares da face, olhos, nariz, boca, pálpebras, sobrancelhas, testa e pescoço. O resultado é o Facial Action Coding System (FACS), um instrumento cientificamente validado - ao contrário do polígrafo - usado para muitos fins, incluindo de investigação criminal.&lt;br /&gt;O Paul Ekman Group colabora com o FBI, a CIA, a Scotland Yard e outros órgãos de investigação, tal como acontece na série, ficcionada e exagerada nalguns aspectos, mas com fundamentos científicos, garante Freitas-Magalhães, que também integra a instituição.&lt;br /&gt;Cá em Portugal, o estudo das expressões faciais nunca foi aplicado em investigações policiais e o facto de os inquéritos policiais não serem filmados dificulta a sua aplicação. O director do FEELab confirma a existência de "abordagens não oficiais", aquando do desaparecimento de Madeleine MacCann, tendo chegado a analisar as expressões dos pais em declarações públicas.&lt;br /&gt;Concluiu que, quando afirmaram nunca ter dado sedativos aos filhos, não havia congruência entre a linguagem verbal (palavras) e não verbal (expressões faciais). O que indica que mentiram. "Como se diz é mais importante do que o que diz. Até o pestanejar dá indicações sobre o que se está a sentir", sublinha o psicólogo.&lt;br /&gt;Cada expressão, cada movimento tem significado. Mais: são universais. Um português revela, no rosto, emoções como alegria, desprezo ou surpresa da mesma forma do que um chinês. Ou dito por outras palavras, com os mesmos marcadores faciais. O que difere são as regras de exibição social, explica Freitas-Magalhães, que cita os estudos de Ekman, na Nova Guiné, que demonstraram a universalidade da expressão facial das emoções.&lt;br /&gt;A simulação é possível, claro, e há quem o faça bem, principalmente em situações de vazio emocional, mas as expressões produzidas não cumprem os critérios de genuinidade e quem dominar o FACS consegue detectar as mentiras. Sempre, garante o investigador. Uma das formas de encontrar a falsidade da expressão é analisar a simetria da face: em caso de simulação, os movimentos do lado esquerdo não são iguais aos do lado direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugueses sorriem menos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portugueses estão a sorrir menos e a exibir mais a face neutra, concluiu o Laboratório de Expressão Facial da Emoção (FEELab) da Universidade Fernando Pessoa, após a análise de quase 34 mil fotografias publicadas, durante o ano passado, na imprensa diária.&lt;br /&gt;O estudo faz parte do projecto inédito a nível mundial "Uma década de sorriso em Portugal", iniciado em 2003 e que já examinou mais de 310 mil imagens.&lt;br /&gt;Armindo Freitas-Magalhães interessa-se pelo sorriso há mais de 20 anos, quando conheceu aquela que é hoje a sua esposa. O sorriso dela era diferente, recorda. Diferente na intensidade, na frequência, e seduziu-o, tanto em termos românticos como a nível de investigação. "O sorriso encerra o mistério da ciência", considera o investigador das expressões faciais.&lt;br /&gt;Sete anos de pesquisa sobre o sorriso tornaram evidente uma diminuição relevante na frequência e intensidade do sorriso em 2010. A face neutra foi a expressão mais exibida e o sorriso superior (em que é visível a feira superior de dentes) deu lugar ao fechado (com reduzida actividade muscular, também considerado de sedução). "Há um declínio acentuado na expressividade", sublinha o director do FEELab, que aponta o contexto económico como factor de inibição do sorriso.&lt;br /&gt;Menos sorriso significa menos felicidade e, também, menos saúde mental. O desaparecimento do sorriso, "um dos principais organizadores do psiquismo humano", potencia sentimentos e comportamentos negativos e perturbações mentais.&lt;br /&gt;As mulheres continuam a sorrir mais do que os homens e fazem-no principalmente em situações de tensão e embaraço, segundo Freitas-Magalhães. "As mulheres sentem que se não sorrirem serão mal-interpretadas, enquanto o homem não tem tanta necessidade de ser agradável." As mulheres não só sorriem mais, como reconhecem melhor as emoções dos outros e têm mais tendência para as simular, acrescenta o especialista.&lt;br /&gt;O sorriso é frequentemente forçado, mas um sorriso falso não consegue imitar a dilatação das pálpebras inferiores e as rugas nas extremidades que ocorrem quando o sorriso é verdadeiro, ou seja, resulta de uma genuína emoção de alegria. "Não há dois iguais", conclui Freitas-Magalhães.&lt;br /&gt;O que dizem as caras de Cristiano Ronaldo, Mourinho ou de Sócrates? O JN pediu ao Laboratório de Expressão Facial da Emoção (FEELab) da Universidade Fernando Pessoa para analisar algumas expressões faciais de personalidades nacionais e internacionais. Veja os resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Veja a infografia aqui (clique na imagem, obrigado)&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.jn.pt/multimedia/infografia970.aspx?content_id=1771252"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568742599212824818" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUgl47eqePI/AAAAAAAAIhg/ImkawHN4ZRI/s200/cristiano-ronaldo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1905298688597333702?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1905298688597333702/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1905298688597333702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1905298688597333702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1905298688597333702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/verdade-da-mentira-revela-se-sempre-na.html' title='&lt;em&gt;A verdade da mentira revela-se sempre na face&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUglqufAeQI/AAAAAAAAIhY/6bNy4KIVCrM/s72-c/lie_to_me-3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6888873948793678063</id><published>2011-02-01T15:15:00.002Z</published><updated>2011-02-01T15:18:13.515Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos de Psicologia;'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades científicas'/><title type='text'>Afecto da mãe reduz dor ao bebé</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUgkJIRRhII/AAAAAAAAIhQ/qWC4eZd4OHY/s1600/mae%2Bbebe.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568740678500975746" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUgkJIRRhII/AAAAAAAAIhQ/qWC4eZd4OHY/s200/mae%2Bbebe.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma investigadora da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra conclui que o contacto da mãe com o bebé prematuro na colheita de sangue pode reduzir a dor da criança. A prática poderá ser estudada em outros tratamentos.&lt;br /&gt;Segundo o estudo efectuado por Ananda Fernandes, o contacto pele-a-pele entre a mãe e o bebé, em conjunto com a sacarose e a chupeta (métodos já utilizados habitualmente), podem atenuar a dor sentida pelo bebé. "A aplicação prática deste estudo é a redução da dor durante a colheita de sangue. Ao juntar o contacto mãe/bebé aos outros dois factores reduzimos as expressões da dor nos prematuros", conta ao JN a investigadora, também docente na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC).&lt;br /&gt;Ananda Fernandes analisou as reacções de 110 recém-nascidos sem doença grave, nas Unidades de Cuidados Intensivos das maternidades Bissaya Barreto e Daniel de Matos, em Coimbra. "Os resultados demonstraram que a combinação sacarose, chupeta e "canguru materno" é eficaz e segura em recém-nascidos prematuros, permitindo reduzir a expressão facial e o tempo de recuperação quando comparada com a simples utilização de sacarose com chupeta", descreve uma nota do estabelecimento de ensino onde Ananda Fernandes é docente.&lt;br /&gt;Nas entrevistas feitas às mães, é também salientado o gosto pelo contacto com o bebé durante a colheita de sangue, tendo sentido que o seu poder parental saiu reforçado.&lt;br /&gt;A investigadora admite que esta prática mais afectiva poderá ser utilizada em outros tratamentos. No entanto, terá de ser estudada com mais detalhe. "É preciso reparar que nem todos os procedimentos podem ser feitos ao colo da mãe", lembra, concluindo que há um grande grupo de gente que estuda estas questões.&lt;br /&gt;Ananda Fernandes analisou imagens vídeo com a expressão facial dos bebés e dados fisiológicos da frequência cardíaca e da saturação de oxigénio, que pode baixar perante a dor. Foi utilizado um software próprio desenvolvido no Canadá, que permite ver a percentagem de tempo em que a criança apresenta um determinado comportamento, adianta a nota da ESEnfC. A utilização deste software levou a que a investigadora fizesse um estágio de curta duração no laboratório de investigação da Universidade McGill, no Canadá.&lt;br /&gt;A investigadora explica que a colheita de sangue é dos procedimentos mais frequentes nos bebés prematuros. "Precisam frequentemente de ser controlados e estudados, para que sejam devidamente tratados", justifica. Este procedimento leva a que haja um maior interesse em perceber de que forma pode ser reduzida a dor no bebé. "Há a necessidade de tentar reduzir a dor o mais possível, entre tratamentos mais frequentes e mais evasivos", considera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Pedro Campos&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1771956&amp;amp;page=2&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6888873948793678063?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6888873948793678063/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6888873948793678063' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6888873948793678063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6888873948793678063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/02/afecto-da-mae-reduz-dor-ao-bebe.html' title='&lt;em&gt;Afecto da mãe reduz dor ao bebé&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TUgkJIRRhII/AAAAAAAAIhQ/qWC4eZd4OHY/s72-c/mae%2Bbebe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1045485267682091008</id><published>2011-01-28T13:09:00.002Z</published><updated>2011-01-28T13:12:43.053Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pontos de Vista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>Não basta ser Nobel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TULAplERuvI/AAAAAAAAIgw/bfMlEI838F0/s1600/MedallaNobel.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567223909940574962" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TULAplERuvI/AAAAAAAAIgw/bfMlEI838F0/s200/MedallaNobel.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Seamus Heaney, Derek Walcott ou Romain Rolland são apenas três dos vencedores do Prémio Nobel da Literatura cujas obras não se encontram disponíveis nas livrarias portuguesas. No total, cerca de 35 dos 107 laureados permanecem inéditos ou esgotados em Portugal.&lt;br /&gt;A ideia de que o Prémio Nobel da Literatura é um passaporte para a imortalidade está longe de ser exacta. Tal como autores tão essenciais como Jorge Luis Borges, Vladimir Nabokov, James Joyce ou Henry James não necessitaram do galardão atribuído pela Academia Sueca para ascender ao Panteão das Letras, não faltam exemplos de escritores distinguidos com o "prémio dos prémios" há muito caídos no esquecimento.&lt;br /&gt;Exemplos maiores disso mesmo são os escritores Eyvind Johnson e Harry Martinson, dois suecos (e membros da Academia Real...) escolhidos ex-aequo em 1974, em detrimento de Nabokov e Greene, ou, ainda, de Winston Churchill, notabilizado noutras áreas que não propriamente a literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exiguidade explica lacuna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma consulta pelos catálogos da Biblioteca Nacional e das livrarias virtuais da Wook e Bulhosa permite concluir, porém, que, além da natural ausência dos livros de escritores hoje ignorados até nos respectivos países de origem, há desatenções editoriais gravíssimas, explicáveis em larga medida pelas limitações do mercado português. Só assim se justifica que estejam há muito esgotados os poucos livros publicados por cá de Saint-John Perse, Romain Rolland, Miguel Angel Asturias ou Derek Walcott, apenas para citar alguns exemplos.&lt;br /&gt;Distinguido com o Nobel em 1995, o poeta irlandês Seamus Heaney dispunha, até há poucos anos, de dois títulos em Português, "Antologia poética" e "Luz eléctrica". Todavia, a falência de ambas as editoras que publicaram os respectivos livros (Campo das Letras e Quasi) veio tornar inacessíveis os títulos, privando os leitores nacionais de um dos principais nomes da poesia contemporânea.&lt;br /&gt;Não faltam também exemplos de escritores que, apesar da vasta obra, têm apenas um livro disponível, como acontece com o dramaturgo e polemista irlandês George Bernard Shaw, de que apenas resta uma edição de bolso do lendário "Pigmalião".&lt;br /&gt;No entanto, o mediatismo crescente do Nobel faz com que as editoras prestem mais atenção ao segmento, como acontece com a Cavalo de Ferro, que tem dedicado uma parte importante do seu catálogo à divulgação de vencedores do Nobel quase desconhecidos por cá, como Knut Hamsun, Ivo Andric ou Halldór Laxness.&lt;br /&gt;Para quem domina outros idiomas e pretende conhecer, a título de exemplo, a obra do primeiro laureado - o francês Sully Prudhomme - a inexistente oferta em Português está longe de ser uma fatalidade, pois qualquer livraria virtual minimamente apetrechada disponibiliza, tanto em Francês como em Inglês ou Castelhano, mais de duas dezenas de títulos deste autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Almeida&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1768391&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1045485267682091008?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1045485267682091008/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1045485267682091008' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1045485267682091008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1045485267682091008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/nao-basta-ser-nobel.html' title='&lt;em&gt;Não basta ser Nobel&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TULAplERuvI/AAAAAAAAIgw/bfMlEI838F0/s72-c/MedallaNobel.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6415219063541948207</id><published>2011-01-26T10:34:00.002Z</published><updated>2011-01-26T10:37:04.158Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seminários'/><title type='text'>“A PINTURA” - SEMINÁRIO NA FACFIL - UCP - BRAGA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TT_5QDM6mNI/AAAAAAAAIgA/O2DG4WHpun4/s1600/ucp.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566441718585923794" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 136px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TT_5QDM6mNI/AAAAAAAAIgA/O2DG4WHpun4/s200/ucp.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com o Prof. Nel Rodríguez Rial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data e local: 28 de Janeiro de 2011, das 18H00 às 23H00, na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica em Braga&lt;br /&gt;Objectivo: Explorar as diversas dimensões da obra de arte pictórica: a sua génese e criação, sentido e significação, fruição da sua presença, relação com o meio envolvente, como busca de felicidade e celebração da vida.&lt;br /&gt;Programa a desenvolver: 1. A vida, a necessidade de uma “ecoestética” e o gosto das coisas. 2. A paleta ou reino da Natureza. 3. O pintor ou o reino da Arte. 4. A tela ou o reino da Graça.&lt;br /&gt;Destinatários: Todos os que pretendem aprofundar o seu conhecimento e vivência da arte da pintura: pintores e demais artistas, professores, profissionais que trabalham com as artes visuais, educadores que utilizam a arte como mediação nos processos de ensino-aprendizagem e de intervenção psicológica, animadores culturais, bem como a todos os estudantes de belas-artes.&lt;br /&gt;Inscrições: Custo: 25 euros (incluído o Certificado de Presença), na Secretaria da Fac. de Filosofia da UCP  Telf. 253 208 076  email: arturalves@braga.ucp.pt&lt;br /&gt;Nel Rodríguez Rial, Prof. Titular da Univ. de Santiago de Compostela: um importante pensador da estética contemporânea e artista plástico. Profundo conhecedor da estética fenomenológica, defende a ideia de uma ciência estética baseada no carácter cognitivo do sentir, da sensibilidade e do sentimento. A sua reflexão concebe a experiência estética como uma celebração do esplendor do mundo, a fruição das formas mesmo as mais simples, deixa-se deslumbrar pela beleza cuja presença nos envolve e nos proporciona uma “eudaimonía estética”.&lt;br /&gt;Autor de uma vasta e riquíssima obra sobre a temática do seminário – alguns títulos:&lt;br /&gt;O planeta ferido. Por unha razón ecolóxica, Editorial Novo Século, Iria Flavia-Padrón, 1990.&lt;br /&gt;Curso de Estética fenomenológica, vol. I: “El Hechizo del Ser. Los conceptos fundamentales del método fenomenológico”, vol. II: “Elogio del placer estético. Prolegómenos para una teoría de la experiencia estética”, Universidad de Santiago-Edicións do Castro, O Castro-Sada, 2000&lt;br /&gt;“Nuevas aportaciones al estudio de la Teoría estética de Ortega y Gasset”en Revista AGORA, nº 1, 1981, Universidad de Santiago de Compostela, págs. 283-289.&lt;br /&gt;“Hacia las fuentes de la Naturaleza. La fenomenología arqueológica de Mikel Dufrenne: del hombre a la utopía.”, en Revista AGORA, nº 5, 1987, Universidad de Santiago, págs. 113-133.&lt;br /&gt;“Goya e a destrucción da razón” en Reflexiones filosóficas, Revista de Filosofía, nº 2, Narón, La Coruña, págs.. 13-21.&lt;br /&gt;“Experiencia estética e valores estéticos”, en la Revista Galega do Ensino, nº 15, abril, Consellería de Educación e Ordenación Universitaria, Santiago de Compostela, págs.. 265-279&lt;br /&gt;“Las sombras de la modernidad estética. Sobre los orígenes estéticos de la postmodernidad”, en RODRÍGUEZ CAMARERO, Luís y GONZÁLEZ FERNÁNDEZ, Martín: O legado das Luces, Universidade de Santiago, 2002, pp. 137-176.&lt;br /&gt;“La arquitectura como arte cosmogónico. Reflexiones fenomenológicas sobre las relaciones de la arquitectura con la tierra y las bellas materias”, en Agora. Papeles de Filosofía, nº 22/2, 2003, Universidad de Santiago de Compostela, pp. 103-128.&lt;br /&gt;Mais informações sobre este seminário in http://www.eacfacfil.net/?p=1689&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6415219063541948207?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6415219063541948207/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6415219063541948207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6415219063541948207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6415219063541948207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/pintura-seminario-na-facfil-ucp-braga.html' title='&lt;em&gt;“A PINTURA” - SEMINÁRIO NA FACFIL - UCP - BRAGA&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TT_5QDM6mNI/AAAAAAAAIgA/O2DG4WHpun4/s72-c/ucp.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1728395332041925453</id><published>2011-01-24T16:09:00.001Z</published><updated>2011-01-24T16:11:06.327Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>SUPER-ESCOLA ou o retrato da Escola portuguesa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TT2kiFPF-6I/AAAAAAAAIfo/EYFVOuHdf3I/s1600/escola.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565785619927792546" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 168px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TT2kiFPF-6I/AAAAAAAAIfo/EYFVOuHdf3I/s200/escola.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Onde estão as melhores escolas do mundo? Claro! Está certo! Em... Portugal. Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7.º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico. Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCIPLINAS/ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES:&lt;br /&gt;1. Língua Portuguesa&lt;br /&gt;2. História&lt;br /&gt;3. Língua Estrangeira I - Inglês&lt;br /&gt;4. Língua Estrangeira II - Francês&lt;br /&gt;5. Matemática&lt;br /&gt;6. Ciências Naturais&lt;br /&gt;7. Físico-Químicas&lt;br /&gt;8. Geografia&lt;br /&gt;9. Educação Física&lt;br /&gt;10. Educação Visual&lt;br /&gt;11. Educação Tecnológica&lt;br /&gt;12. Educação Moral R.C.&lt;br /&gt;13. Estudo Acompanhado&lt;br /&gt;14. Área Projecto&lt;br /&gt;15. Formação Cívica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15. Carga horária = 36 tempos lectivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal? Somos demais, mesmo bons!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!! A Escola ainda:&lt;br /&gt;* Integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;&lt;br /&gt;* Integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formaçãopara isso;&lt;br /&gt;* Não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;&lt;br /&gt;* Integra alunos oriundos de outros países que, por as mais das vezes não falam um cu de Português, ou melhor, nem sequer sabem o que quer dizer cu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos, como:&lt;br /&gt;* Currículos Alternativos&lt;br /&gt;* Percursos Escolares Próprios&lt;br /&gt;*Percursos Curriculares Alternativos&lt;br /&gt;*Cursos de Educação e Formação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAS AINDA HÁ MAIS...&lt;br /&gt;A Escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nosmais variados domínios:&lt;br /&gt;*Educação sexual;&lt;br /&gt;*Prevenção rodoviária;&lt;br /&gt;*Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc. ;&lt;br /&gt;*Preservação do meio ambiente;&lt;br /&gt;*Prevenção da toxicodependência;&lt;br /&gt;*Etc, etc...'peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?'(possível interpolação do Ministro da Educação da Finlândia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só se encontra mesmo um único defeito: Os PROFESSORES!!! Uma cambadade selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!). Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a desrespeitar e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM FRANQUEZA!!! Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar. É bom que as pessoas percebam que ter filhos acarreta muita responsabilidade - não só a de os alimentar, vestir, comprar telemóveis, mp3, PC, como também, e principalmente: EDUCÁ-LOS!!!!!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://dererummundi.blogspot.com/2011/01/super-escola-ou-o-retrato-da-escola.html&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1728395332041925453?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1728395332041925453/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1728395332041925453' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1728395332041925453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1728395332041925453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/super-escola-ou-o-retrato-da-escola.html' title='&lt;em&gt;SUPER-ESCOLA ou o retrato da Escola portuguesa&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TT2kiFPF-6I/AAAAAAAAIfo/EYFVOuHdf3I/s72-c/escola.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1330147742977873878</id><published>2011-01-20T15:11:00.001Z</published><updated>2011-01-20T15:13:36.494Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>AirTraffic Worldwide</title><content type='html'>&lt;iframe class="youtube-player" title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/1XBwjQsOEeg?rel=0" frameborder="0" width="460" height="345" type="text/html"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Directamente do You Tube, uma montagem de imagens de satélite onde se representaram por pontinhos luminosos cada um dos aviões que circulam diariamente pelos céus...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1330147742977873878?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1330147742977873878/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1330147742977873878' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1330147742977873878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1330147742977873878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/airtraffic-worldwide.html' title='&lt;em&gt;AirTraffic Worldwide&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/1XBwjQsOEeg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2935224982485665202</id><published>2011-01-18T11:04:00.001Z</published><updated>2011-01-18T11:07:19.707Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colóquios'/><title type='text'>“EL PODER FORMATIVO DEL ARTE” - SEMINÁRIO NA FACFIL - UCP - BRAGA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TTV0QWB0N_I/AAAAAAAAIeg/j_Xmp5RMhyY/s1600/ucp.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563480738826041330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 136px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TTV0QWB0N_I/AAAAAAAAIeg/j_Xmp5RMhyY/s200/ucp.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com o Prof. Alfonso López Quintás&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data e local: 21 de Janeiro de 2011, das 18H00 às 23H00, na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica em Braga&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Objectivo: explorar as possibilidades formativas da obra de arte, em particular a música e as artes visuais, num registo não apenas teórico mas experiencial e prático. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A título de exemplo, o Profº Lopéz Quintás apresentará, como arquétipo insigne, o potencial formativo da Nona Sinfonia de Beethoven a partir da audição do último andamento. Aplicar estas potencialidades às artes visuais é outro exercício prático de grande interesse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destinatários: pelas suas aplicações educativas, psico-pedagógicas e didácticas, e pelo seu enquadramento estético-antropológico e ético profundamente humanista, este seminário interessa aos educadores, docentes, pais, profissionais que utilizam a arte como mediação nos processos de ensino-aprendizagem e de intervenção psicológica; e alunos universitários.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inscrições: Custo: 25 euros (incluído o Certificado de Presença), na Secretaria da Fac. de Filosofia da UCP  Telf. 253 208 076  email: &lt;a href="mailto:arturalves@braga.ucp.pt"&gt;arturalves@braga.ucp.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Alfonso López Quintás, Prof. Catedrático: um nome incontornável da estética contemporânea. Jubilado pela Univ. Complutense de Madrid. Membro da “Real Academia de Ciencias Morales y Políticas” de Madrid. Fundador da “Escuela de Pensamiento y Creatividad” e da Fundación López Quintás. Autor de uma vasta e riquíssima obra sobre a temática do seminário – alguns títulos:&lt;br /&gt;Para comprender la experiencia estetica y su poder formativo, Ed. Verbo Divino, Estella, 1991&lt;br /&gt;El arte de pensar con rigor y vivir de forma creativa, Asociación para el progreso de las ciencias humanas, Madrid, 1993&lt;br /&gt;La formación por el arte y la literatura, Ediciones Rialp, Madrid, 1993&lt;br /&gt;Estética de la creatividad. Juego. Arte. Literatura, Rialp, Madrid, 1998&lt;br /&gt;Inteligencia creativa. El descubrimiento personal de los valores, BAC, Madrid, 1999&lt;br /&gt;La cultura y el sentido de la vida, Rialp, Madrid, 2003 (2ª ed.)&lt;br /&gt;El poder transfigurador del arte, Promesa, Costa Rica, 2003&lt;br /&gt;Liderazgo creativo, Nobel, Oviedo, 2004&lt;br /&gt;Estética Musical. El poder formativo de la música, Rivera edts., Valencia, 2005&lt;br /&gt;Vértigo y éxtasis. Una clave para superar las adicciones, Rialp, Madrid, 2006 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais informações sobre este seminário in http://www.eacfacfil.net/?p=1657 &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2935224982485665202?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2935224982485665202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2935224982485665202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2935224982485665202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2935224982485665202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/el-poder-formativo-del-arte-seminario.html' title='&lt;em&gt;“EL PODER FORMATIVO DEL ARTE” - SEMINÁRIO NA FACFIL - UCP - BRAGA&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TTV0QWB0N_I/AAAAAAAAIeg/j_Xmp5RMhyY/s72-c/ucp.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2280726490794018496</id><published>2011-01-12T10:09:00.000Z</published><updated>2011-01-12T10:10:36.339Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal e arredores...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>"Um Jardim à Beira-Mar Plantado"</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lCc5-uvjClE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lCc5-uvjClE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2280726490794018496?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2280726490794018496/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2280726490794018496' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2280726490794018496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2280726490794018496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/um-jardim-beira-mar-plantado.html' title='&lt;em&gt;&quot;Um Jardim à Beira-Mar Plantado&quot;&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-5562181992488597596</id><published>2011-01-11T15:48:00.001Z</published><updated>2011-01-12T11:09:05.342Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal e arredores...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>"Boa noite, sou um orgulhoso Português"</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6ipd_uIp4Y8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6ipd_uIp4Y8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5562181992488597596?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/5562181992488597596/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=5562181992488597596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5562181992488597596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5562181992488597596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/boa-noite-sou-um-orgulhoso-portugues.html' title='&lt;em&gt;&quot;Boa noite, sou um orgulhoso Português&quot;&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSsst--xB1I/AAAAAAAAIc8/Yql8lPEH5z0/s200/Simon_Marius.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A história e da busca do conhecimento nem sempre é tão linear como parece. Por vezes a atribuição correcta dos louros das descobertas é algo obscuro, digno de uma investigação de Sherlock Holmes. Encontramos personagens injustamente atropeladas pela História ou pela mera sombra dos génios dos seus tempos, desencontros nebulosos de cronologias e até mesmo trapaceiros que reclamaram a glória indevidamente. Eis um caso curioso, o de Simon Marius, astrónomo alemão que nasceu há precisamente 438 anos. No final de 1608 soube que um holandês tinha tentado vender a um oficial de artilharia, na Feira de Frankfurt, o que viria a revelar-se o modelo mais primitivo do telescópio. A partir dos detalhes revelados rapidamente construiu um e, provavelmente a partir de 1609, observou todo um universo que até então estava escondido. Foi um dos primeiros a observar a galáxia de Andrómeda e possivelmente as luas de Júpiter. Possivelmente - porque não publicou tal descoberta, apenas a proclamou na altura! Galileu, inteligentemente, fê-lo, reclamando para si a descoberta das luas a 7 de Janeiro de 1610. Marius tinha fama de batoteiro e, por isso, foi esquecido. De facto, os seus registos da "descoberta" datam de 1613. Ironicamente, ao lado do seu registo anotou nomes para as luas: Io, Europa, Ganimedes e Calisto. E foram esses os nomes eternizados pela História. A descoberta é do imortalizado Galileu, a toponímia do esquecido Marius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Gonçalves&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.ionline.pt/conteudo/97671-azares-esquecimentos-ou-batotices"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.ionline.pt/conteudo/97671-azares-esquecimentos-ou-batotices&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5436251233754717769?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/5436251233754717769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=5436251233754717769' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5436251233754717769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5436251233754717769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/azares-esquecimentos-ou-batotices.html' title='&lt;em&gt;Azares, Esquecimentos ou Batotices?&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSsst--xB1I/AAAAAAAAIc8/Yql8lPEH5z0/s72-c/Simon_Marius.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-4952007247427735029</id><published>2011-01-05T10:51:00.002Z</published><updated>2011-01-05T10:53:04.498Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal e arredores...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'>A volta ao Mundo do Navio-Escola Sagres</title><content type='html'>&lt;a href="http://jn.sapo.pt/multimedia/infografia970.aspx?content_id=1742285"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558652869108430082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSRNVVzp9QI/AAAAAAAAIbc/X9efGCQnK8U/s400/sagres.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Clique na imagem. Obrigado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-4952007247427735029?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/4952007247427735029/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=4952007247427735029' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4952007247427735029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4952007247427735029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/volta-ao-mundo-do-navio-escola-sagres.html' title='&lt;em&gt;A volta ao Mundo do Navio-Escola Sagres&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSRNVVzp9QI/AAAAAAAAIbc/X9efGCQnK8U/s72-c/sagres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3993824970020392710</id><published>2011-01-05T10:26:00.001Z</published><updated>2011-01-05T10:30:29.102Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conferências'/><title type='text'>WORKSHOP “APRENDER PELO DESENHO”</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;EILEEN ADAMS MOSTRA NOVAS APLICAÇÕES DO DESENHO NOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;NA FACULDADE DE FILOSOFIA DA UNIV. CATÓLICA - BRAGA&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Realizar-se-á no próximo dia 07 de Janeiro de 2011, na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, em Braga, um workshop intitulado “Learning Through Drawing” que consistirá na demonstração prática das potencialidades da utilização do desenho nos processos de aprendizagem.&lt;br /&gt;Este workshop será orientado pela Professora Eileen Adams, da Royal Academy of Arts (London).&lt;br /&gt;Como poderá o desenho ser usado como meio de aprendizagem no ensino básico e secundário? Como podem diferentes tipos de desenho promover diferentes tipos de pensamento e raciocínio? Como pode o desenho facultar aos alunos a compreensão de experiências e de ideias, permitindo ainda comunicar e ser criativo? Estas são algumas das questões às quais o workshop responderá não de uma maneira genérica e abstracta, mas através da exemplificação e da prática do desenho.&lt;br /&gt;Exposição com tradução.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mais informações sobre este workshop e Formadora: http://www.eacfacfil.net/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3993824970020392710?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3993824970020392710/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3993824970020392710' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3993824970020392710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3993824970020392710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/workshop-aprender-pelo-desenho.html' title='&lt;em&gt;WORKSHOP “APRENDER PELO DESENHO”&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3227929693859012380</id><published>2011-01-04T15:07:00.002Z</published><updated>2011-01-04T15:10:29.977Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>ESA divulga nova versão do seu mapa-mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSM4DW7xt4I/AAAAAAAAIbU/kkWlO6nIppM/s1600/mapa-da-esa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558347995452389250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSM4DW7xt4I/AAAAAAAAIbU/kkWlO6nIppM/s400/mapa-da-esa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já está disponível no portal do projeto GlobCover a última versão do mapa da superfície terrestre.&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.esa.int/esaCP/index.html"&gt;Agência Espacial Europeia&lt;/a&gt; disponibilizou recentemente uma nova versão do mapa da superfície terrestre que poderá ser descarregado por qualquer internauta no portal do projeto &lt;a href="http://ionia1.esrin.esa.int/"&gt;GlobCover&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;Desenvolvido em parceria com a Universidade católica de Lovaina (Bélgica) este mapa-mundo foi criado a partir de informação recolhida durante o ano passado pelo satélite &lt;a href="http://envisat.esa.int/earth/www/area/index.cfm?fareaid=6"&gt;Envisat&lt;/a&gt; , em órbita desde 2002.&lt;br /&gt;Para além de apoiar a comunidade científica no estudo das alterações climáticas, pretende aumentar a capacidade da comunidade internacional na resolução de catástrofes naturais ou crises humanitárias, disponibilizando informação que de alguma forma ajude a prever situações de emergência.&lt;br /&gt;A última versão deste documento, publicada em 2005, foi descarregada por cerca de 8000 internautas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://aeiou.expresso.pt/esa-divulga-nova-versao-do-seu-mapa-mundo=f623316&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3227929693859012380?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3227929693859012380/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3227929693859012380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3227929693859012380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3227929693859012380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/esa-divulga-nova-versao-do-seu-mapa.html' title='&lt;em&gt;ESA divulga nova versão do seu mapa-mundo&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSM4DW7xt4I/AAAAAAAAIbU/kkWlO6nIppM/s72-c/mapa-da-esa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2609019815533410047</id><published>2011-01-04T11:18:00.001Z</published><updated>2011-01-04T11:22:14.656Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O mundo dos nomes dos futebolistas desafia a imaginação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSMCwc08EzI/AAAAAAAAIbE/nY81DNwOCEs/s1600/hulk.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558289396500534066" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 131px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSMCwc08EzI/AAAAAAAAIbE/nY81DNwOCEs/s200/hulk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Givanildo Vieira de Sousa. Isso mesmo: Givanildo Vieira de Sousa é, até ver, a grande figura das competições nacionais de futebol na época 2010/2011. Quem?! Givanildo Vieira de Sousa. Pronto, Hulk. Esqueçamos Givanildo, longa vida a Hulk, porque é esse o nome "de guerra" do avançado brasileiro do FC Porto, melhor marcador da Liga Zon/Sagres e referência incontornável da excelente carreira dos "dragões".&lt;br /&gt;As semelhanças físicas entre Givanildo e o actor Eric Bana (que faz de dr. Bruce Banner, o homem que se transforma em Hulk quando o irritam, no filme de 2003) abriram a porta para a alcunha, mas ela assenta que nem uma luva num futebolista que parece de outro mundo em termos de força física e potência de remate. É de tal forma coerente a imagem de um Hulk a correr pelo relvado com a bola nos pés que até temos tendência para esquecer que se trata de uma alcunha.&lt;br /&gt;Mas há muitos outros casos no futebol português que são bem mais ostensivos. E o melhor é quando não se trata de cognomes impostos por outrem, mas antes de primeiros nomes e apelidos que geram trocadilhos, atrapalham a língua ou despertam a tendência natural para a malandrice. Uma pesquisa repartida entre os registos da Federação Portuguesa de Futebol (que nos dão os nomes de baptismo) e o site zerozero.pt (com os nomes "profissionais") é uma viagem a um mundo de gente com assinatura.&lt;br /&gt;Nas duas divisões profissionais (Zon/Sagres e Orangina) e dois principais campeonatos amadores (II e III divisões), já não temos no activo o notável Merdakovic, o fantástico Mamadou Bobó, o extraordinário Konadu (que, certo dia, um comentador de rádio sugeriu ser melhor tratar por Vaginadu) ou o maior de todos, o imortal Marlon Brandão. Nem alguma vez se colocou a hipótese de o alemão Frank Foda entrar nos lusitanos relatos radiofónicos e televisivos. Mas, caramba, um futebol que tem Bafodé Carvalho (Louletano) ou Fernando Varalonga (Pombal) nunca fará figura de fraco!&lt;br /&gt;Vejam-se outros maravilhosos casos, como os de Cláudio Pitbull (V. Setúbal), Futre Viríssimo (Machico), Lukas Calhau (Riachense) ou Igor Soviético (Vila Meã). Este último não fica sem resposta, a cargo de Ricardo Suíço (Alba), Zé d"Angola (Alpendorada) ou mesmo Tuga (Mafra). Mais difícil é encontrar um piloto que rivalize com Nelson Piquet (Rebordosa), mas, em contrapartida, não há nada como ter um Moisés para abrir caminho rumo à vitória (há, pelo menos cinco no futebol português).&lt;br /&gt;Políticos e generais são "prata da casa": desde o brasileiro Getúlio Vargas (V. Setúbal) ao timorense Xanana (Câmara Lobos), passando por Aníbal, Júlio César (há dois), Nelson, Pizarro, Napoleão, Rómulo, Ulisses. Outras figuras históricas ou míticas incluem Abraão, Sócrates, Artur, Abel ou Salomão. Artistas? Temos Fábio Júnior, Elvis, Ramazotti e Mika.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reino das alcunhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, e num fenómeno facilmente aceitável, é ao universo de grandes futebolistas que muitos jogadores actuais vão buscar a sua inspiração. A impressionante quantidade de Fábios que se detecta nesta geração com 20 anos torna incontornável que apareça um Fábio Coentrão, mas também se encontram Ricardo Carvalho, Bosingwa, Nani. Para já, parece ainda ser cedo para ronaldos.&lt;br /&gt;Lá de fora vêm Materazzi, Kanu, Diarra, Xavi. E de outros tempos revivem em campo Caniggia, Chalana, Pelé, Baresi, Eusébio, Gamarra, Platini, Zamorano, Kovacevic, Rincon, Klynsman, Yazalde. Mais uns quantos Jardel. E casos como os de Maniche (em homenagem ao alto e louro avançado dinamarquês do Benfica dos anos 1980) e Nuno Gomes (que se chama Ribeiro, mas adoptou o apelido do goleador Fernando Gomes, ex-estrela do FC Porto e da selecção nacional).&lt;br /&gt;O mais incrível é que, apesar da impressionante diversidade e riqueza dos "nomes de guerra" dos futebolistas, "as verdadeiras alcunhas não vêm nas camisolas", como lembra Pedro Henriques, ex-futebolista (Benfica, Belenenses, Vitória de Setúbal) e actual comentador televisivo na SportTV. "As que já vinham antes do futebol, principalmente se são interessantes para o próprio, são as que aparecem." As outras são para "consumo interno", impostas pelos colegas e tantas vezes referentes a pormenores físicos ou desempenhos em campo - "Pencas", "Pezudo", "Mãos de Manteiga"...&lt;br /&gt;Tal como Pedro Henriques, também o treinador Augusto Inácio, antigo futebolista que passou pelo Sporting, FC Porto e pela selecção, destaca o facto de as alcunhas serem um reflexo do bom ambiente que se vive num grupo de trabalho. "Algumas pegam de estaca. Tudo bem desde que o jogador aceite. Mas também há quem não goste, por timidez ou necessidade de marcar posição. E aí há que respeitar. Mas a maioria aceita e isso é o sinal do espírito de família existente entre pessoas que passam grande parte do seu tempo juntas."&lt;br /&gt;Para Givanildo, "Hulk" soava bem. E ele é mesmo o único super-herói em campo. Vagamente parecido, talvez mesmo só Tarzan - actua no Penalva, na companhia de um tal de Joe Júnior, que tem todo o ar de ser a sua identidade secreta quando se desloca à civilização. Aliás, um olhar cuidadoso à extensa lista de centenas de futebolistas em actividade nas competições nacionais permite detectar alguns factos misteriosos.&lt;br /&gt;Por exemplo: como é que alguém se pode chamar Hauw (Naval)? Bom, aqui a resposta será simples: quando o pai do pequeno Alex estava, em França, a dar o nome da criança para registo terá batido acidentalmente com a rótula num parafuso saído no balcão e soltou um grito abafado. Quando a dor passou já era tarde e o nome ficou mesmo assim. Consta que Ukra (FC Porto), Yontcha (Olhanense), Gege (Trofense), Litcha (Bragança) e Zula (Lusitânia) devem as suas graças a incidentes similares, mas não foi possível confirmar mais estas ficções até à hora de fecho desta edição.&lt;br /&gt;Outros mistérios revelam-se muito mais insondáveis. Que na lista de profissões apareça um Carrasco, isso só confirma um velho lugar-comum do "futebolês", que dá esse nome a quem assume protagonismo na derrota do adversário. O mesmo vale para Polícia, que é um grito habitual em campo para avisar alguém que vai receber a bola com um adversário muito próximo. Mas Tecelão, Vedor, Padeiro, Sapateiro ou Marinheiro?&lt;br /&gt;Nalguns casos, porém o nome mostra-se bastante promissor e parece já indicar um caminho empresarial pós-futebol, uma fase em que convém gerir bem os investimentos feitos com o dinheiro acumulado durante a (curta) carreira desportiva. Moreilândia (Trofense) vai abrir um parque de diversões. Previtali (Naval) fundará uma companhia de seguros de saúde, actividade em que terá de enfrentar a concorrência parcial da mais generalista Fidelis (Marítimo). E, também no Marítimo, há alguém que parece talhado para um risonho futuro na indústria da alimentação para bebés. Papas e frutas Sapina. Soa bem, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para todas as classes&lt;br /&gt;Mas tudo isto acaba por ser o lado brilhante da moeda. Porque, sim, há um lado escuro da Força também no futebol. Está bem que a imaginação delirante de pais, padrinhos, funcionários de registo, colegas de escola e amigos de infância não tenha limites, mas uma das regras da democracia é que a nossa liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros. E, neste jogo desigual, quem sai a perder são os locutores de rádio e televisão.&lt;br /&gt;Imagine-se um dérbi entre a equipa do SC Nomes Esquisitos e a sua eterna rival, a Quebra-Línguas FC. De um lado, Siaka Bamba, Kazim Kerim, Igor Sani, Wivisson André, Loukima Tamuniki, Kifuta Makangu, Tchocomar, Renato Merrelho, Sene Sanha, Hénio Sanca e Orriça. Do outro, Panandetiguiri, Stretenovic, Jucélio Jorgino, Ediclei Pantoja, Friday Nqbe, Enosh Osaroejor, Nenenwa Onyekwelu, Muhamadu Trauale, Tsimafei Hrynevich, Moiseis Indegui e Marco Taqbajum. No meio, um repórter a considerar o suicídio...&lt;br /&gt;"Com nomes desses, seria complicado", reage, diplomaticamente João Ricardo Pateiro, que faz relatos na TSF e ainda não se habituou ao facto de, volta e meia, ter de dizer o seu próprio nome em directo. Bom, não o seu, mas o do homónimo Ricardo Pateiro, jogador da União de Leiria. "É estranho, porque o apelido é pouco comum. Não o conheço pessoalmente e, até prova em contrário, nem sequer somos aparentados."&lt;br /&gt;Para mais, este desconforto coincide com a necessidade de relatar "Panandétiguiri" (também jogador da União) sem vacilar. "Tento dizer várias vezes antes do jogo, dividindo por sílabas. E vou treinando até que entra", revela João Ricardo Pateiro. A solução, aliás, parece ser comum entre os radialistas. Pedro Ribeiro, da Rádio Comercial e que relatou jogos internacionais para a SportTV, também usa o mesmo truque. "Se começamos a olhar para o nome inteiro ficamos assustados. Assim é mais fácil."&lt;br /&gt;O agora animador da Comercial lembra-se de alguns futebolistas que sempre lhe fizeram impressão: "Kupressani, porque era nome de supositório"; e outro que não tem camisola para tantas letras, o holandês Jan Vennegoor of Hesselink (actualmente no Rapid de Viena). No caso de João Ricardo Pateiro, complicado mesmo era relatar jogos em que entrava o alemão Franco Foda ("Ainda hoje não sei qual é a pronúncia correcta"), enquanto Pedro Henriques recorda com risos o dia em que encontrou Bafodé Carvalho na ficha de um jogo que ia comentar.&lt;br /&gt;Mas às vezes não há maneira de encontrar uma saída airosa, pelo que resta recorrer ao velho e tradicional "desenrascanço" lusitano. Recorda Pedro Ribeiro: "No Mundial de sub-20, num Portugal-Coreia do Sul, a ficha de jogo chegou muito tarde e os nomes dos sul-coreanos eram, claro, uma confusão. Por isso, escolhi três ou quatro e só esses tocaram na bola durante o jogo..."&lt;br /&gt;Se simplificar vale para os relatadores, também se mostra uma boa solução para os futebolistas. E com tal voluntarismo o fazem que, bastas vezes, ficamos sem perceber nada do que o diminutivo queria dizer. Do mal o menos: neste esforço linguístico reside uma bela ponte entre dois mundos aparentemente inconciliáveis, o do pontapé na bola e o da alta sociedade.&lt;br /&gt;Impossível?! Então façamos o exercício de formar duas equipas, imaginando uma final da Taça das Tias entre a Quinta da Marinha, representando a zona Sul, e o Bairro da Foz, defendendo as cores do Norte. As equipas alinhariam da seguinte maneira: NORTE - Stigas, Kuka, Nana K, Cara, Chipa, Mara, Bé, Juni, Nera, Cuta e Pikua; SUL - Micas, Rica, Lila, Tigas, Kikas, Cuca, Tera, Soca, Perica, Jóni e Venú. Nos dois bancos sentar-se-iam valores confirmados como Maka, Jaka, Digas, Mika, Piri ou Titá. Imperdível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virtude e tentações&lt;br /&gt;Justificada ou não, a verdade é que os futebolistas não se livram da fama de serem danados para a brincadeira sempre que têm oportunidade de sair à noite. Talvez seja apenas uma minoria a prejudicar a imagem da classe e é bem verdade que quem vê caras não vê corações, mas é impossível não estremecer quando estamos perante nomes como Rambóia (Vieira), José Moca (Fão), Mokas (Merelinense), Pintas (Amares), David Ginja (Sacavenense), Rodrigo Murcela (Riachense), Diogo Cacho (Vigor e Mocidade), Fábio Adegas (Lusitânia), Manuel Pipa (Ac. Viseu), Tonel (Sporting), Emanuel Caneco (Peniche), Mini (Sourense), Mexer (Olhanense) ou Hippy (Avanca).&lt;br /&gt;Se acha que a lista já vai longa, então saiba que há "índios" no Marinhense, no Chaves e no Crato; "maganos" na Oliveirense e no Leça; dois Fadista no Estrela FC; um Pirata no Fiães, um Traquina no Pampilhosa, um Reguila no Trofense, um Gandaio no Cova da Piedade. Visto daqui, parece uma vida de Festas (Leça), muito Gel (Amares), danças e Contradança (Cova da Piedade), sempre na perspectiva de apanhar algum Pendura (Amares) pelo caminho.&lt;br /&gt;Toda esta actividade extracurricular tem o condão de dar a volta à cabeça de alguns promissores talentos, que assim se perdem para o futebol. E, diga-se, não é fácil pensar em trabalhar quando somos Narciso (Vilanovense), Janota (Trofense) ou Belo (Penalva). Muito menos se chegamos aos píncaros da auto-estima de um Elindo (Alcochetense), de um Bele Formoso (G.D. Fabril), de um Pitéu (Pombal) ou de um Adónis (Esp. Lagos).&lt;br /&gt;Depois, claro, admiram-se quando se leva a conversa para o sexo. Mas como evitá-lo se João Coito (Casa Pia), Rodrigo Coito (Caldas) ou Bobó (Sacavenense) estiverem presentes? É que, neste contexto, até nomes como Tanela (Merelinense), Maricato (Gândara), Pirota (Alpendorada) ou Rabiola (Aves) ganham conotações tramadas. Já agora, um aviso à navegação: o Sporting anda por aí a cobiçar um Pila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guia para treinadores&lt;br /&gt;Neste espinhoso caminho entre a virtude e a depravação, muitos jovens têm dificuldade em encontrar-se e manter o equilíbrio psicológico. Gonçalo Lelé (Sintrense) é um caso paradigmático, só comparável ao de Lelé (Santiago), mas há fortes suspeitas de que Francisco Esguedelhado (Pescadores Caparica) vai pelo mesmo caminho. Às vezes, é na reflexão, na abordagem filosófica, que se encontra a solução e é isso mesmo que têm tentado João Fins (Sacavenense) e Gonçalo Haja (Ol. Bairro).&lt;br /&gt;Para outros, assumir as suas limitações publicamente é uma forma de se afirmarem perante os outros. Somos todos imperfeitos, caramba. Grosso, Longo, Baixinho, Grande, Curto ou Forte, o ser humano é um manancial de diversidade. O Gordo, o Seco, o Novo, o Batoca, o Baixote, o Farto, o Pote, o Rombão. Mas também o Cabeleira, o Caveira, o Testas. Todos diferentes, todos iguais. O futebol não tem barreiras, disse o presidente da Federação Internacional. Falta traduzir isso para o árabe, a tempo de os homossexuais poderem ir ao Mundial do Qatar, mas ainda temos até 2022.&lt;br /&gt;Não é fácil, como vimos, a vida dos treinadores. Mas é sempre possível evitar alguns problemas no momento de formar o plantel. E não há nada mais reconfortante para quem se senta no banco aos gritos lá para dentro e a fazer sinais frenéticos com as mãos do que ter a certeza de que, mesmo sem ouvir ou perceber o que quer que seja, há quem dê garantias de levar a nau a bom porto.&lt;br /&gt;Primeira certeza: todas as equipas precisam de um Patrão, seja ele João (Leixões) ou Luís (Tocha). E de alguém que seja um Mestre na arte futebolística - o Fátima (Bruno), o Casa Pia (Bráulio) e o Cova da Piedade (Márcio) têm-no. A experiência de um (Carlos) Veterano dá sempre jeito, como é sabido no Cesarense. Ter um Francisco Seguro (Vigor e Mocidade) na defesa vem mesmo a calhar, mas se a coisa falhar, no Crato podem sempre contar com Fábio Socorro. Já o FC Porto é uma equipa à prova de sustos graças a Sereno.&lt;br /&gt;Para evitar a desorganização, o Fafe tem um Coronel e o Alpendorada um Major, enquanto o Anadia aposta no voluntarismo de Chico Trabuka. Mas, mesmo num desporto de equipa, às vezes é o talento individual a fazer a diferença. Que o digam Zé Estrela (Pontassolense) ou Miguel Super (Odemirense). Nenhum treinador os trocaria por quem quer que seja. A não ser que Primo (Fafe), Mário Manteiga (Crato) ou Nuno Graxinha (Angrense) conseguissem convencê-los do contrário.&lt;br /&gt;O melhor mesmo, para evitar tristezas, é colocar em campo jogadores com espírito positivo, alto astral e boa onda. Grandes homens como Vitória, José Vitória, Paulo Alegria, Paixão, Ruben Paixão, Fixe, João Felecíssimo ou Feliz. Juntemos-lhe a consciência global de Armindo Sociedade, a erudição de Paulo Letras e a dedicação de André Amador e obtém-se uma equipa à prova de infelicidade.&lt;br /&gt;Por fim, e não é coisa que conte muito em alta (ou nem tão alta assim) competição, mas no futebol amador ainda há um muito cobiçado troféu à mercê de quem fizer por merecê-lo. Podemos não ter a melhor equipa do campeonato, a nossa defesa mostrar-se tão permeável como a correspondência diplomática dos EUA, o meio-campo ser organizado como a contabilidade do Serviço Nacional de Saúde e o ataque assumir a atitude agressiva de um cão labrador de barriga cheia. Tudo isso pode ser verdade. Mas, com um pouco de juízo e muita paciência, podemos ganhar a Taça Disciplina.&lt;br /&gt;Não é tarefa fácil, mas aqui fica uma bela lista de jogadores que, neste campo do bom comportamento, dão garantias a qualquer dirigente: Marco Airosa, Leal, Davide Justo, Tiago Honrado, Mário Verdades, João Querido, Nuno Veludo, José Justo, Luís Franco, Ricardo Rigor e Amar. Não há-de ser fácil ao árbitro puxar do cartão amarelo para qualquer um destes exemplares jogadores e cidadãos...&lt;br /&gt;O único problema poderá ser o de encontrar na mesma prova um "onze" formado por Salvador, Nelson Santo, André Anjo, Gonçalo Angélico, Marvin Freira, Luís Bispo, Bispo, Nuno Apóstolo, Rui Fradinho, Fábio Aparecido e Marco Jesus. Seria pecado não lhes entregar o troféu.&lt;br /&gt;Entre a I Liga e a III Divisão vai toda a diferença do mundo, a começar pelo enorme fosso entre profissionais bem preparados e amadores apenas voluntariosos. Mas algumas regras são - ou deviam ser - iguais para todas as equipas. Por exemplo: ter um jogador chamado Nabo, como acontece com o Grupo União Sport, parece claramente contraproducente...&lt;br /&gt;E está, espantosamente, longe de ser um caso isolado! Então concebe-se que haja quem entre em campo todos os fins-de-semana com nomes como Bolinhas, Patego, Ró-ró ou Rodinhas? Será possível a atletas como Fifas, Fábio Flor, Chica, Valtinha, Pipóia ou Fabeta arrepiarem-se com o som dos pitons no chão da cabina? Como é que o Lagoa ousa colocar na ficha de jogo um Januca e um Pituca ao lado de um Boiças? Não pode dar bom resultado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um com o seu Menina&lt;br /&gt;Há bebés por todo o lado, mas o pior nem é isso. O pior é percebermos que quem disse um dia que o futebol não era para meninas não olhou para os plantéis do Capelense e do Micaelense. Cada um tem o seu Menina.&lt;br /&gt;Saúde-se, por isso, o facto de ainda haver quem erga firmemente o estandarte da masculinidade no desporto-rei. Num jogo entre os supracitados futebolistas de nome duvidoso e uma equipa constituída por machos como João Rijo, Fernando Rijo, Emanuel Malho ou Vítor Martelo, quem levaria a melhor? Uma coisa é certa: esta última seria certamente uma equipa de futebol viril, duro, contando com a ajuda de Pedras, Ferro, Gancho, Carolo, Rocha, Cascalho, Bronze e Pedra.&lt;br /&gt;Mas se há nomes que não se usam, outros parecem ter sido feitos à medida. Espera-se de um extremo chamado Ventosa que se cole à linha; um defesa de nome Lapa não falhará na marcação individual; quando um avançado é conhecido por Balizas, já sabemos no que está a pensar. Pelo contrário, será de evitar que Maneta jogue a guarda-redes... Mas, e não há regra sem excepção, também encontramos um avançado chamado Marreco que se farta de marcar golos.&lt;br /&gt;E se o Marco Lança, também é um facto que o Alexandre Senta, o Nuno Guia, o Danilo Poupa, o Daniel Madruga, o Nuno Mata (a jogada, naturalmente) e o Ricardo Viola (as redes, bem entendido). No Torreense há um Camarão que Coça. E ainda ficou o Filipe Guardado para a segunda parte. Temos mesmo um jogador que, quando questionado sobre o que faz em campo, só tem uma resposta: "Marco Canto."&lt;br /&gt;Tudo isto faz sentido. Mais difícil é perceber onde se foram buscar apelidos ou alcunhas como Caicó, Espincho, Parracho, Boteta, Bonheira, Caipiro, Catchana, Romicha, Merendinha, Machuqueira, Cabeças, Conchinhas, Bagorro, Bombico, Gandum, Manzoupo, Bicalho, Begucho ou Bacanhim. Ou, já agora, Vasconselos? Pidocha?&lt;br /&gt;Provavelmente - e neste submundo da fronteira entre o real e o inimaginável só nos resta imaginar que assim seja... - nos mesmos rebuscados arquivos onde se registaram nomes próprios como Edivândio, Ronyellyson, Adaqilton, Leocísio, Didácio, Dárcio, Lovoalo, Rubenilson, Hélvio, Edmero, Dinarte, Eduíno, Adozinho, Élvio e Décio.&lt;br /&gt;Com tais cruzes do baptismo para carregar, não espanta que muitos optem por ser conhecidos no métier por qualquer outro nome, mesmo que para isso tenham de aceitar algum diminutivo. Vem daí a praga de "inhos" e "inhas", "itos", "icos" e "ocas". Em sentido contrário, futebolistas como Luisão, Carlão ou Paulão (só para usar exemplos da I Liga) entram em campo já a intimidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três reinos&lt;br /&gt;Como já se viu antes, o reino mineral aparece bem representado, mas o futebol é uma coisa viva e não espanta, por isso, que a fauna e a flora surjam ainda com maior exuberância. Do lado das plantas, temos Café, Melão, Cebola, Pêssego, Laranja, Repolho, Chíxaro, Oliveirinha e Marmelo. Destaques especiais ainda para a forma superlativa como o União da Madeira aborda o assunto, com Alexandre Matão e Fábio Ervões, e para o carácter espinhoso do Lusitânia, que faz alinhar quatro Silva e dois Silveira. Mas o Óscar "verde" vai mesmo para o Fafe, em cuja lista de inscrições se encontram três Pereira, dois Nogueira, um Pinheiro, um Carvalho e um Oliveira!&lt;br /&gt;Saindo da floresta, convém descansar um pouco antes de enfrentar o assalto do reino animal. Porque, ó senhores, bicharada é o que não falta por esses campos (de futebol, claro)!&lt;br /&gt;As duas grandes reservas nacionais de biodiversidade ficam em Moreira de Cónegos (seis espécies representadas no Moreirense) e em Ponte de Sor, onde cinco "animais" diferentes convivem no plantel do Eléctrico. Mas há mais para saber, muito mais. A nível doméstico, temos coelhos, pintos e leitões em barda, mas também Galo, Carneiro (2), Cordeiro, Gato, Bezerra e Vacas (2).&lt;br /&gt;Muitos insectos também se movem perto do chão (Grilo, Carochinho, Barata, Carrapato). Outros voam (Abelha, Abelhinha, dois Mosca). Ou saltam (Piojo - algum piolho espanhol que passou a fronteira...). Tudo bicharada pequena, pouco visível, ao contrário de belas aves como Pintassilgo, Falcao, Carriço, Pisco (dois), Rola (dois), Gaio, Picanço, Fragata ou Grou. E, sendo Portugal um país à beira-mar plantado, não podiam faltar as espécies aquáticas, sejam elas mais ou menos dependentes do sal (Lulinha, Besugo, Cachucho, Robalo), habitantes de rios e barragens (Bogas, Pimpão) ou simplesmente genéricos (Peixe, Peixinho).&lt;br /&gt;Esta riqueza biológica só encontra paralelo nas referências geográficas. Olhando apenas para o mapa nacional, encontramos Braga (2), Barcellos, Felgueiras, Laranjeiro, Espinho, Madeira, Coimbra (3), Gouveia, Resende, Viana, Guimarães, Évora, Serpa, Borba, Sabugueiro, Moura, Pontinha, Aveiro. Cidades estrangeiras? Bom, nem sempre a grafia é a mais correcta, mas o que conta é a intenção. Só na I Liga há três Sidnei (Benfica, Rio Ave e Marítimo), um Madrid (Braga) e um Valência (Portimonense). Mas daí para baixo a lista estende-se: há países, como China (3), Israel, Bolívia, e França; bem como regiões e cidades - vejam-se Corunha, Califórnia (2), Bolonha, Bari, Maranhão (3), Paraíba, Ceará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clubes de topo&lt;br /&gt;Não há, praticamente, em Portugal equipa de futebol que se mostre imune à praga de nomes esquisitos. Mas em algumas, mais do que sintomas isolados, conseguimos detectar verdadeiras epidemias. No Marítimo, por exemplo, a secretaria poupa imenso em tinta na impressora, porque abundam nomes como Baba, Balu, Kanu, Sami ou Tchô. O Arouca (Babo, Kiko, Néné, Edu) e o Trofense (Gege, Rafa, Dani, Licá) também são poupadinhos nos caracteres, mas, sob esse ponto de vista, o Belenenses (Nené, Riça, Calé, Balú, Pelé) e o Varzim (Pica, Neto, Tito, Luca, Agra, Dedé) não dão hipóteses.&lt;br /&gt;O Vizela consegue juntar, no mesmo plantel, Madjer, Eusébio e Jardel. Mas nenhum deles é avançado... E do mesmo problema padece o Belenenses, com Baggio, Pelé e Romário a jogarem fora da linha da frente. Mas será que os treinadores andam a dormir?!&lt;br /&gt;O Capelense, com Nunoca, Menina, Ruizinho, Vitinha e Julinho, deverá ter problemas em impor a sua autoridade em campo. O Xavelhas dá um exemplo de civismo anti-racista, fazendo alinhar Eduardo Negrinho e Renato Branco no mesmo "onze". Por outro lado, a vida não há-de ser fácil para o treinador do Amares, obrigado a conciliar figuras como Cebola, Gel, Pendura, Bispo e Pintas. Já o Crato é um espectáculo à parte: ele há Vinagre, Manteiga, Conchinhas, Cascavel, Índio, Kolata (Fábio Socorro), Bagorro, Alemão, Farto. A tradição alentejana para os nomes estranhos, aliás, sai reforçada com a colaboração do Atlético de Reguengos de Monsaraz (Rato, Tamuniki, Melgão, Poupa, Freira, Amador, Pintinho, Canelas), do Juventude de Évora (Toy, Viula, Pisco, Maneta, Gaio, Letras, Martelo e Cao) e do Moura (Begucho, Barão, Franco, Sapo, Barata, Verdades, Rodinhas)&lt;br /&gt;Tudo isto dava um filme e até se poderia pedir a João Botelho (Camacha) que o fizesse. Talvez Cícero (Rio Ave) pudesse contar a história em belas sessões públicas, enquanto Cervantes (Aves) trataria de a passar para romance, Dante (Louletano) trataria da poesia e Miguel Ângelo (Avanca) haveria de nela se inspirar para pinturas sublimes.&lt;br /&gt;Mas isto são artistas. A nós, comuns mortais, resta-nos gritar Banjai! (Oliveirense) antes de nos atirarmos à tarefa de compilar todos os nomes do nosso futebol e soltar um sentido desabafo no final da missão: Dasse! (É jogador do Penafiel.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Francisco&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1473495&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2609019815533410047?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2609019815533410047/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2609019815533410047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2609019815533410047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2609019815533410047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/o-mundo-dos-nomes-dos-futebolistas.html' title='&lt;em&gt;O mundo dos nomes dos futebolistas desafia a imaginação&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSMCwc08EzI/AAAAAAAAIbE/nY81DNwOCEs/s72-c/hulk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3863114197236835461</id><published>2011-01-03T15:56:00.001Z</published><updated>2011-01-03T15:58:08.262Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>Aristóteles e Alexandre</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSHx_fNHKEI/AAAAAAAAIas/qx9HcWlfSvk/s1600/Arist%2525C3%2525B3teles%252Be%252BAlexandre.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5557989488162449474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 132px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSHx_fNHKEI/AAAAAAAAIas/qx9HcWlfSvk/s200/Arist%2525C3%2525B3teles%252Be%252BAlexandre.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Autor: Annabel Lyon&lt;br /&gt;Editora : Publicações Dom Quixote&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinopse:&lt;br /&gt;Este romance é uma ousada reconcepção de um dos mais intrigantes relacionamentos da História, entre o lendário filósofo Aristóteles e o seu mais famoso pupilo, o jovem Alexandre, o Grande.&lt;br /&gt;342 a.C.: Aristóteles resiste a pôr de lado as suas ambições pessoais para ser tutor de Alexandre, o rebelde filho do seu amigo de infância Filipe da Macedónia. Não tarda, porém, que o filósofo se aperceba de que a formação daquele adolescente encantador, surpreendente e, por vezes, horripilante - herdeiro do trono da Macedónia e obrigado a pisar o campo de batalha antes do tempo - constitui uma desesperada necessidade no meio das intrigas cada vez mais sinistras da corte de Filipe.&lt;br /&gt;Narrado na voz brilhantemente retratada de Aristóteles - de uma inteligência acutilante e muitas vezes de um humor bastante negro -, Aristóteles e Alexandre devolve-nos vividamente a Grécia da antiguidade através da história desta notável amizade entre duas figuras maiores, o inovador e o conquistador, de cujas visões do mundo ainda hoje encontramos ressonâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=4990&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3863114197236835461?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3863114197236835461/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3863114197236835461' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3863114197236835461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3863114197236835461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2011/01/aristoteles-e-alexandre.html' title='&lt;em&gt;Aristóteles e Alexandre&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TSHx_fNHKEI/AAAAAAAAIas/qx9HcWlfSvk/s72-c/Arist%2525C3%2525B3teles%252Be%252BAlexandre.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1869686351410807829</id><published>2010-12-22T11:43:00.003Z</published><updated>2010-12-22T11:47:31.216Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sabia Que...Fraudes à Vista'/><title type='text'>Iogurtegate</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHk2UyI5gI/AAAAAAAAIZ4/cAlizz2LVls/s1600/activia_start_visual.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553471437467608578" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHk2UyI5gI/AAAAAAAAIZ4/cAlizz2LVls/s200/activia_start_visual.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Danone &lt;a href="http://www.doublex.com/blog/xxfactor/activia-challenge-fails-miserably"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;acordou pagar 21 milhões de dólares &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;no âmbito de acordo com os reguladores norte-americanos, por causa do "activia challenge", &lt;a href="http://dererummundi.blogspot.com/2010/02/15-dias-comer-iogurtes.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;uma charlatanice pseudo-científica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;que consiste em convidar pessoas (jornalistas, de preferência) a comer iogurtes num hotel de luxo durante quinze dias e a olhar para as próprias fezes, para concluir que o activia "regula o trânsito intestinal" ou que cura uma treta qualquer que passa sozinha.&lt;br /&gt;A Danone reconheceu ainda no âmbito do acordo que não há qualquer evidência que os iogurtes com pro-bióticos façam aquilo que eles dizem que fazem. Não sem acrescentar que "milhões de pessoas acreditam firmemente nos benefícios para a saúde dos iogurtes da danone" e que lhes vão continuar a vender iogurtes.&lt;br /&gt;Não sei quantos iogurtes são 21 milhões de dólares, mas dá-me ideia que isto não afecta o trânsito intestinal dos marketeers da Danone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Marçal&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://dererummundi.blogspot.com/2010/12/iogurtegate.html&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1869686351410807829?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1869686351410807829/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1869686351410807829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1869686351410807829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1869686351410807829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/iogurtegate.html' title='&lt;em&gt;Iogurtegate&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHk2UyI5gI/AAAAAAAAIZ4/cAlizz2LVls/s72-c/activia_start_visual.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-5845214778857897032</id><published>2010-12-22T11:40:00.001Z</published><updated>2010-12-22T11:42:33.095Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bioética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'>Biologia sintética não traz riscos, diz comissão de bioética dos EUA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHj9kJGKsI/AAAAAAAAIZw/X1ITwlYNXdo/s1600/craig%2Bventer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553470462337886914" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHj9kJGKsI/AAAAAAAAIZw/X1ITwlYNXdo/s200/craig%2Bventer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Relatório está a gerar polémica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área nascente da biologia sintética, em que os cientistas criam novos organismos sintetizando e manipulando ADN, não coloca de momento grandes riscos, que exijam a imposição de nova regulação.&lt;br /&gt;Quem o diz é a Comissão Presidencial para o Estudo de Temas de Bioética dos Estados Unidos, num relatório divulgado esta semana, que está já a gerar polémica — pois há quem não concorde com esta conclusão.&lt;br /&gt;A comissão foi encarregue em Maio de estudar a questão por Barack Obama, após a publicação pela equipa coordenada pelo cientista Craig Venter, na Science, de um artigo em que dava conta de que se tinha começado a multiplicar em laboratório a bactéria que tinham criado, com uma receita de ADN que não existe na natureza.&lt;br /&gt;A auto-regulação, pelo menos por ora, é suficiente, concluiu a comissão. Os peritos consideraram mesmo “imprudente” declarar uma moratória sobre a biologia sintética até se poder determinar se existem de facto riscos. Recomendam é “um sistema contínuo de vigilância prudente que monitorize de forma cuidadosa, identifique e mitigue riscos potenciais e reais” (ver http://www.bioethics.gov/).&lt;br /&gt;Craig Venter louvou as conclusões, considerando-as “sábias e cuidadosas”, em declarações ao New York Times. “Vão garantir que esta área nova possa florescer de uma forma positiva.”&lt;br /&gt;Mas as conclusões, emitidas quinta-feira, estão já sob fogo. Um grupo de 58 organizações — ambientais, religiosas e outros, entre os quais os Amigos da Terra ou o Centro Internacional para a Avaliação da Tecnologia — enviou uma carta de protesto à comissão.&lt;br /&gt;Dizem que o relatório tem falhas graves porque não avaliou de forma adequada os riscos ambientais de os organismos sintéticos poderem entrar em contacto com a natureza (ver http:/www.etcgroup.org/en/node/5244) e insistem numa moratória, até serem melhor compreendidos os riscos que representam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Clara Barata&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5845214778857897032?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/5845214778857897032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=5845214778857897032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5845214778857897032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5845214778857897032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/biologia-sintetica-nao-traz-riscos-diz.html' title='&lt;em&gt;Biologia sintética não traz riscos, diz comissão de bioética dos EUA&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHj9kJGKsI/AAAAAAAAIZw/X1ITwlYNXdo/s72-c/craig%2Bventer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-781689408744293656</id><published>2010-12-22T09:52:00.003Z</published><updated>2010-12-22T09:59:03.518Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>As vantagens de estudar Filosofia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://stephenlaw.blogspot.com/2010/12/verbal-vs-mathematical-aptitude-in.html"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553443617839445362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 308px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHLjAl69XI/AAAAAAAAIZo/XS4hSoNge2M/s400/gre1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Clique na imagem e analise este estudo, muito interessante, que coloca a formação em filosofia como das mais completas que se pode oferecer nas universidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fontes: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://stephenlaw.blogspot.com/2010/12/verbal-vs-mathematical-aptitude-in.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://stephenlaw.blogspot.com/2010/12/verbal-vs-mathematical-aptitude-in.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://filosofiaes.blogspot.com/2010/12/vantagens-de-estudar-filosofia.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://filosofiaes.blogspot.com/2010/12/vantagens-de-estudar-filosofia.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-781689408744293656?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/781689408744293656/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=781689408744293656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/781689408744293656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/781689408744293656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/as-vantagens-de-estudar-filosofia.html' title='&lt;em&gt;As vantagens de estudar Filosofia&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHLjAl69XI/AAAAAAAAIZo/XS4hSoNge2M/s72-c/gre1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-4228993488999836744</id><published>2010-12-22T09:35:00.002Z</published><updated>2010-12-22T09:38:04.232Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filósofos e outros...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Faleceu Jacqueline de Romilly, especialista na civilização e língua gregas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHGw0uVM2I/AAAAAAAAIZY/Un1vjnb_l-w/s1600/Jacqueline%2BRomilly.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553438357613523810" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHGw0uVM2I/AAAAAAAAIZY/Un1vjnb_l-w/s200/Jacqueline%2BRomilly.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A académica francesa Jacqueline de Romilly, 97 anos, especialista na civilização e língua gregas, que foi a primeira mulher docente do Collège de France, morreu, ontem, sábado, disse hoje o seu editor, Bernard de Fallois.&lt;br /&gt;A agência noticiosa France Presse afirma que Jacqueline de Romilly encarnava os estudos gregos e clássicos em França assim como uma conceção exigente e humanista da cultura, tendo em 60 anos escrito numerosas obras.&lt;br /&gt;Em 1988 tornou-se a segunda mulher eleita para a Academia Francesa, depois da escritora Marguerite Yourcenar.&lt;br /&gt;Membro correspondente estrangeiro da Academia de Atenas, Jacqueline de Romilly obteve a nacionalidade grega em 1995 e foi nomeada embaixadora do helenismo em 2000.&lt;br /&gt;"É uma perda para o nosso país", disse à imprensa a secretária perpétua da Academia, Hélène Carrère d'Encausse.&lt;br /&gt;"Era uma mulher que dedicou toda a sua vida à língua e cultura gregas porque considerava que era uma educação para a compreensão da liberdade e do indivíduo, e de empenho na democracia", sublinhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte e foto: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1738713&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-4228993488999836744?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/4228993488999836744/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=4228993488999836744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4228993488999836744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4228993488999836744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/faleceu-jacqueline-de-romilly.html' title='&lt;em&gt;Faleceu Jacqueline de Romilly, especialista na civilização e língua gregas&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHGw0uVM2I/AAAAAAAAIZY/Un1vjnb_l-w/s72-c/Jacqueline%2BRomilly.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-578726851567193254</id><published>2010-12-22T09:32:00.003Z</published><updated>2010-12-22T09:33:45.310Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>Obrigado a todos os visitantes!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHF4EdWiiI/AAAAAAAAIZQ/Ap9rbKGTMvw/s1600/Cabe%25C3%25A7alho%2BHist%25C3%25B3rico-Filos%25C3%25B3ficas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553437382584732194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 79px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHF4EdWiiI/AAAAAAAAIZQ/Ap9rbKGTMvw/s400/Cabe%25C3%25A7alho%2BHist%25C3%25B3rico-Filos%25C3%25B3ficas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O blogue "Histórico-Filosóficas" alcançou a bonita marca de &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;100.000 visitantes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-578726851567193254?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/578726851567193254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=578726851567193254' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/578726851567193254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/578726851567193254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/obrigado-todos-os-visitantes.html' title='&lt;em&gt;Obrigado a todos os visitantes!!&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHF4EdWiiI/AAAAAAAAIZQ/Ap9rbKGTMvw/s72-c/Cabe%25C3%25A7alho%2BHist%25C3%25B3rico-Filos%25C3%25B3ficas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-4789537321111900114</id><published>2010-12-22T09:29:00.002Z</published><updated>2010-12-22T09:30:49.252Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cartoons'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Shakira escreve livro para crianças</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHFIj_KX_I/AAAAAAAAIZI/_rG6aLIiLPE/s1600/Shakira%2Bescreve%2Blivro%2Bpara%2Bcrian%25C3%25A7as.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553436566414319602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHFIj_KX_I/AAAAAAAAIZI/_rG6aLIiLPE/s400/Shakira%2Bescreve%2Blivro%2Bpara%2Bcrian%25C3%25A7as.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cartoon de Henrique Monteiro&lt;br /&gt;Clique na imagem para aumentar. Obrigado!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-4789537321111900114?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/4789537321111900114/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=4789537321111900114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4789537321111900114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4789537321111900114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/shakira-escreve-livro-para-criancas.html' title='&lt;em&gt;Shakira escreve livro para crianças&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRHFIj_KX_I/AAAAAAAAIZI/_rG6aLIiLPE/s72-c/Shakira%2Bescreve%2Blivro%2Bpara%2Bcrian%25C3%25A7as.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2293306582582186812</id><published>2010-12-21T09:20:00.002Z</published><updated>2010-12-21T09:23:54.349Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>"A Bíblia é um cortejo de horrores"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRByG0HI-xI/AAAAAAAAIY4/z_IiMoApXnM/s1600/A%2Bassombrosa%2Bviagem%2Bde%2BPomp%25C3%25B3nio%2BFlato"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553063801941195538" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 127px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRByG0HI-xI/AAAAAAAAIY4/z_IiMoApXnM/s200/A%2Bassombrosa%2Bviagem%2Bde%2BPomp%25C3%25B3nio%2BFlato" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se não há nada de mais sagrado do que o humor, Eduardo Mendoza (Barcelona, 1943) resolveu levar esse axioma até às últimas consequências, parodiando as personagens bíblicas num policial sedutor intitulado "A assombrosa viagem de Pompónio Flato" (Sextante).&lt;br /&gt;Para o vencedor do Prémio Planeta 2010, a religião não passa, aliás, de "um sistema absurdo inventado por uns homens malvados que queriam submeter os restantes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que um ateu escreve um livro tão fundamentado sobre as religiões?&lt;br /&gt;Como ateu, pude observar com mais objectividade. Além do mais, os textos religiosos não me são estranhos, porque a educação que recebi permitiu-me conhecê-los a fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro é um divertimento. Escrevê-lo também foi assim tão divertido?&lt;br /&gt;Comecei a escrevê-lo como um divertimento. Quis fazer uma paródia à moda dos thrillers esotéricos. E cedo concluí que poderia expressar através do humor ideias sobre a religião e a História.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro não suscitou uma reacção enérgica nos meios religiosos. Ficou desiludido?&lt;br /&gt;Não. Este romance nem é blasfemo nem desrespeitoso. Por isso foi entendido como uma piada gentil. Se a Igreja reagisse de outra forma, teria sido ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ténue a barreira entre as críticas construtiva e gratuita?&lt;br /&gt;As críticas não devem ser analisadas como algo pessoal, pois são uma das poucas vias para entendermos o resultado da escrita. Um livro nunca é como o autor o imagina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espanta-o o poder que a religião ainda tem, a ponto de justificar guerras?&lt;br /&gt;A religião possui um factor de irracionalidade que encerra sempre perigo. Como o patriotismo. Todavia, é uma realidade difícil de ser eliminada, porque faz parte da própria natureza humana. Há que contar com a religião e lutar para impedir a sua manipulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que sentido é que a relação dos homens com a religião tem-se transformado ao longo dos anos?&lt;br /&gt;Como o homem é o único animal que tem consciência de que vai morrer, procura respostas. É por isso que acredita no irracional. Tem havido poucas alterações ao longo dos tempos. Ainda há poucos dias, uma mulher foi condenada à morte por ter blasfemado, uma situação que, há vários séculos, ocorria em toda a Europa. Por isso, talvez tenhamos progredido pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresenta Jesus como um rapaz traquina. Acredita que Jesus foi, enquanto jovem, um ser igual a todos os outros?&lt;br /&gt;Não sabemos como Jesus era. Nem temos a certeza se existiu mesmo. Como os evangelhos canónicos não falam da infância de Jesus, decidi jogar com este vazio, como podia ter inventado uma história sobre o Rei Artur ou o Super-Homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro esboço do livro foi escrito em pouco tempo. Costuma suceder-lhe isso com frequência?&lt;br /&gt;Cada romance tem uma vida diferente. Este começou com uma ideia divertida que desenvolvi muito depressa. Ao fim de algum tempo não sabia como continuar ou terminar, nem que sentido dar à anedota. É aqui que começa o trabalho do escritor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No romance Caim", Saramago suscitou a fúria da Igreja ao defender que a Bíblia é um manual de maus costumes. Subscreve a tese?&lt;br /&gt;Totalmente. A Bíblia propõe a conquista pela força, a vingança, o assassinato, a submissão da mulher, a superioridade de uma raça e de uma religião sobre as demais. É um conjunto de horrores. Mas não deixa de ser um relato muito divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve uma forte educação religiosa. Recorda-se do que o fez rebelar-se contra os ensinamentos católicos?&lt;br /&gt;Não foi uma rebeldia repentina. Fui-me desprendido das ataduras. Primeiro da terrível repressão, sexual e todo o tipo. Era cruel submeter a uns rapazes o temor constante por um Deus implacável. Mais tarde dei-me conta de que tudo não passava de um sistema absurdo inventado por homens malvados que queriam submeter os restantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhou na ONU como tradutor. A visão que temos do poder em nada corresponde à realidade?&lt;br /&gt;É difícil generalizar. Apesar de todos os seus defeitos, a liberdade de expressão produz cidadãos mais inteligentes e educados politicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surpreendeu-o o teor dos documentos revelados pela Wikileaks?&lt;br /&gt;Sempre se soube que as embaixadas servem para enviar informações e não para preparar recepções. Acaba por ser natural que contem uma versão distinta da oficial. O importante é que não revelou nada de grave. Não me admirava nada que a filtragem fosse feita pelo Governo dos Estados Unidos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Almeida&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1739442&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2293306582582186812?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2293306582582186812/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2293306582582186812' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2293306582582186812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2293306582582186812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/biblia-e-um-cortejo-de-horrores.html' title='&lt;em&gt;&quot;A Bíblia é um cortejo de horrores&quot;&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TRByG0HI-xI/AAAAAAAAIY4/z_IiMoApXnM/s72-c/A%2Bassombrosa%2Bviagem%2Bde%2BPomp%25C3%25B3nio%2BFlato' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6181512566499350281</id><published>2010-12-10T12:34:00.002Z</published><updated>2010-12-10T12:37:29.753Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;object height="385" width="440"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tgtnNc1Zplc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xe1600f&amp;amp;color2=0xfebd01"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tgtnNc1Zplc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xe1600f&amp;amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="440" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como as Redes Sociais, a web e o mobile contam a História da Natividade.O Natal através do Facebook, Twitter, YouTube, Google, Wikipedia, Google Maps, GMail, Foursquare, Amazon...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6181512566499350281?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6181512566499350281/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6181512566499350281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6181512566499350281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6181512566499350281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/historia-do-natal-digital.html' title='HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2152954205023454676</id><published>2010-12-10T10:42:00.004Z</published><updated>2010-12-10T10:46:27.380Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dia D'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'>Dia D...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TQIE5lvANTI/AAAAAAAAIXA/wOeZhR_6TZ8/s1600/direitos%2Bhumanos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549003078302184754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 298px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TQIE5lvANTI/AAAAAAAAIXA/wOeZhR_6TZ8/s400/direitos%2Bhumanos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Dia dos Direitos Humanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Declaração dos Direitos Humanos surgiu a 10 de Dezembro de 1948 como um alerta à consciência humana contra as atrocidades cometidas durante a II Guerra Mundial. Desta forma, inscrevia-se no objectivo fundador da ONU, a luta pela paz e pela boa convivência entre as diferentes nações, credos, ideologias, etc.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2152954205023454676?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2152954205023454676/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2152954205023454676' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2152954205023454676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2152954205023454676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/dia-d.html' title='Dia D...'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TQIE5lvANTI/AAAAAAAAIXA/wOeZhR_6TZ8/s72-c/direitos%2Bhumanos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1327550238294958202</id><published>2010-12-09T11:00:00.002Z</published><updated>2010-12-09T11:01:55.695Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cartoons'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Brilharete Escolar!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TQC28_aUChI/AAAAAAAAIW4/lmolA4vmiUU/s1600/Brilharete%2BEscolar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5548635899850656274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 288px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TQC28_aUChI/AAAAAAAAIW4/lmolA4vmiUU/s400/Brilharete%2BEscolar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Cartoon de Henrique Monteiro&lt;br /&gt;Clique na imagem para aumentar, obrigado!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1327550238294958202?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1327550238294958202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1327550238294958202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1327550238294958202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1327550238294958202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/brilharete-escolar.html' title='&lt;em&gt;Brilharete Escolar!&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TQC28_aUChI/AAAAAAAAIW4/lmolA4vmiUU/s72-c/Brilharete%2BEscolar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-8687587343880720490</id><published>2010-12-06T16:41:00.000Z</published><updated>2010-12-06T16:42:49.964Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>100 LIVROS MAIS NOTÁVEIS DE 2010 NOS ESTADOS UNIDOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O "New York Times" acaba de anunciar, no seu suplemento dominical de livros (na Net sai mais cedo), os 100 livros mais notáveis deste ano. Alguns deles já estão traduzidos, outros vão ser livros notáveis entre nós no próximo ano. &lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/12/05/books/review/100-notable-books-2010.html?_r=2&amp;amp;nl=books&amp;amp;emc=booksupdateema1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ver aqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-8687587343880720490?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/8687587343880720490/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=8687587343880720490' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8687587343880720490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8687587343880720490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/100-livros-mais-notaveis-de-2010-nos.html' title='&lt;em&gt;100 LIVROS MAIS NOTÁVEIS DE 2010 NOS ESTADOS UNIDOS&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-4510694276639798254</id><published>2010-12-06T16:38:00.001Z</published><updated>2010-12-06T16:40:26.002Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cartoons'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Os reis vão nus</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0R3xKFOyI/AAAAAAAAIWA/bvD8rE7bTJ8/s1600/Os%2Breis%2Bv%25C3%25A3o%2Bnus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547609965776419618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 308px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0R3xKFOyI/AAAAAAAAIWA/bvD8rE7bTJ8/s400/Os%2Breis%2Bv%25C3%25A3o%2Bnus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; Cartoon de Henrique Monteiro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-4510694276639798254?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/4510694276639798254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=4510694276639798254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4510694276639798254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/4510694276639798254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/os-reis-vao-nus.html' title='&lt;em&gt;Os reis vão nus&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0R3xKFOyI/AAAAAAAAIWA/bvD8rE7bTJ8/s72-c/Os%2Breis%2Bv%25C3%25A3o%2Bnus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-936284345704790781</id><published>2010-12-06T16:09:00.003Z</published><updated>2010-12-06T16:11:23.494Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>10 de Dezembro</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0K_xuJXEI/AAAAAAAAIV4/MrmXJghm8NM/s1600/Cartaz%2B2%2BRui%2BS%25C3%25A1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547602406785244226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 295px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0K_xuJXEI/AAAAAAAAIV4/MrmXJghm8NM/s400/Cartaz%2B2%2BRui%2BS%25C3%25A1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0KyQLDdTI/AAAAAAAAIVw/g58gSyQAWHw/s1600/Cartaz%2B2%2BCron%25C3%25B3pios.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547602174441387314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 295px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0KyQLDdTI/AAAAAAAAIVw/g58gSyQAWHw/s400/Cartaz%2B2%2BCron%25C3%25B3pios.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-936284345704790781?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/936284345704790781/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=936284345704790781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/936284345704790781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/936284345704790781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/10-de-dezembro.html' title='&lt;em&gt;10 de Dezembro&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TP0K_xuJXEI/AAAAAAAAIV4/MrmXJghm8NM/s72-c/Cartaz%2B2%2BRui%2BS%25C3%25A1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2342392707695610999</id><published>2010-12-02T11:05:00.001Z</published><updated>2010-12-02T11:07:50.702Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas de Portugal e arredores...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos Filosóficos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colóquios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conferências'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Figuras da História de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>Obra de Fernando Pessoa ainda é um desassossego</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TPd979LfOnI/AAAAAAAAIVg/5NwzMEkznfs/s1600/pessoa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5546039935118555762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 154px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TPd979LfOnI/AAAAAAAAIVg/5NwzMEkznfs/s200/pessoa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fernando Pessoa morreu há 75 anos (30 de Novembro, mas a obra continua a suscitar interesse, sobretudo no estrangeiro. Em França, o "Livro do desassossego" já vendeu 185.000 cópias e a palavra "intranquilité" ("desassossego") vai entrar no dicionário da Academia da Língua Francesa.&lt;br /&gt;"Os portugueses cansam-se facilmente de tudo", sintetizou, a propósito do relativo "abandono" a que o escritor tem sido votado, o ensaísta Eduardo Lourenço, em conversa com o JN à margem do II Congresso Internacional Fernando Pessoa realizado na passada semana.&lt;br /&gt;"O caso de Fernando Pessoa é o caso paradigmático de alguém por quem os portugueses dizem sentir grande apreço, mas do qual, no fim, nem sequer se apercebem da dimensão internacional", disse, por seu turno, Inês Pedrosa, directora da Casa Fernando Pessoa, que, desde há dois anos, tem vindo a organizar aqueles encontros pessoanos.&lt;br /&gt;A obra e o pensamento do autor de "Mensagem" - que morreu aos 47 anos - continuam a influenciar artistas contemporâneos de diversas áreas. Daí que não seja estranho que uma obra como "O livro do desassossego", publicada pela primeira vez há 120 anos, continue com honras de "best seller" em países como França, Itália ou Brasil.&lt;br /&gt;A paixão pela obra de Fernando Pessoa assenta em múltiplas e variadas interpretações. Tome-se como exemplo o trabalho do músico, compositor e ensaísta brasileiro José Miguel Wisnik. Defende este investigador que Fernando Pessoa entrou no chamado Tropicalismo e entrou no movimento da Bossa Nova através do professor Agostinho da Silva, que, por sua vez, foi levado para a Bahia pelo próprio Eduardo Lourenço.&lt;br /&gt;Para José Miguel Wisnik, "Fernando Pessoa levou o mito do V Império a uma transfiguração que tinha a ver com um novo futuro, uma ordem mundial futura em que a língua portuguesa voltaria a ser predominante". E o investigador sublinhou ainda o facto de Fernando Pessoa "se ter popularizado no Brasil através da canção, (muitos compositores brasileiros musicaram poemas seus) demonstrando, assim, como a mais "alta" cultura se misturou com a cultura "popular", a enriqueceu e criou a especificidade da cultura brasileira".&lt;br /&gt;"Esta é uma visão curiosa que acaba por ser muito estimulante para as pessoas que têm aquele medo de entrar num mundo que é aparentemente de chave fechada", defendeu Inês Pedrosa.&lt;br /&gt;"Pessoa congrega pessoas muito diferentes, às vezes, até com posturas antagónicas. É engraçado como, sendo ele tão tímido e ensimesmado, suscita paixões tão ardentes de compreensão exclusiva e suscita heterónimos tão vivos e diferentes quanto os que ele criou", sublinhou.&lt;br /&gt;O fascínio tem uma explicação. Pessoa não foi só poeta ou escritor de prosa, foi também ensaísta político e teórico sobre religião e estética filosófica. Um debate em torno de Pessoa acaba, assim, por ser um debate em torno do século XX em Portugal e não só.&lt;br /&gt;"Pessoa foi o sonhador de todos os sonhos, mesmo os mais improváveis", lembrou Eduardo Lourenço, que, no âmbito do congresso, foi distinguido, conjuntamente com a especialsita em assuntos pessoanos Maria Aliete Galhoz, com a "Ordem do desassossego".&lt;br /&gt;A distinção, criada pela Casa Fernando Pessoa, visa "honrar aqueles que honram Pessoa e honram Portugal, sabem amá-lo e têm uma atitude de desprendimento e de curiosidade genuína como a que caracterizou Pessoa".&lt;br /&gt;O filósofo, de 87 anos,sublinhou a importância da obra do poeta dos heterónimos, que definiu como "o grande poeta da incondição humana", e recordou que foi em 1942/43 que o encontrou, comentando: "Encontrarmos alguém que já nos viveu é qualquer coisa de paradoxal."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Vitória&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1723309&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2342392707695610999?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2342392707695610999/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2342392707695610999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2342392707695610999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2342392707695610999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/12/obra-de-fernando-pessoa-ainda-e-um.html' title='&lt;em&gt;Obra de Fernando Pessoa ainda é um desassossego&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TPd979LfOnI/AAAAAAAAIVg/5NwzMEkznfs/s72-c/pessoa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6315739448859641269</id><published>2010-11-30T15:24:00.001Z</published><updated>2010-11-30T15:26:31.898Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Figuras da História de Portugal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>CARTA DE D. CATARINA DE BRAGANÇA AO SEU ESPOSO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TPUXc93wBbI/AAAAAAAAIVQ/_LGtPJFEbWM/s1600/catarina%252Bbragan%2525C3%2525A7a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5545364302588806578" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 134px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TPUXc93wBbI/AAAAAAAAIVQ/_LGtPJFEbWM/s200/catarina%252Bbragan%2525C3%2525A7a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na exposição sobre os portugueses na Royal Society (fundada em 1660 e com carta régia desde 1662), que está patente na Biblioteca Joanina em Coimbra é exibido o original de uma carta da rainha Catarina de Bragança ao seu esposo, Carlos II de Inglaterra, datado de 1661, quando a rainha, casada à distância, ainda não tinha ido para Inglaterra.&lt;br /&gt;Curiosamente, a jornalista e escritora Isabel Stilwell, incorpora parte do texto dessa carta na sua biografia romanceada "Catarina de Bragança. A coragem de uma infanta portuguesa que se tornou rainha de Inglaterra", Esfera dos Livros, 1ª edição, 2008. Lê-se na p. 257:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Meu caro marido e senhor meu,&lt;br /&gt;Se o contentamento de me ver com carta de Vossa Magestade pudesse ser satisfação igual da pena que me havia custado a falta dela, não seria necessário dizer-lhe a estimação que dela fiz, bem como a alegria com que festejei a chegada de quem ma trouxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Mas quererá Deus trazer a armada breve e levar-me à vossa presença, pois só ver-vos apaziguará as minhas saudades. Entretanto, rogo que Ele vos dê prosperidade, como aquela de que depende toda a minha felicidade.&lt;br /&gt;De Vossa Magestade&lt;br /&gt;Sua mulher que mais o ama e sua mãos beija&lt;br /&gt;Catarina R." &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta foi escrita pela mão da rainha em português porque ela não sabia inglês assim como o marido não sabia português. A armada inglesa veio buscá-la a Lisboa (uma magnífica gravura mostra, na exposição, a exuberância do cortejo), mas o marido não foi recebê-la a Portsmouth, mandando antes o irmão. O casamento, como é sabido, correu mal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://dererummundi.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6315739448859641269?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6315739448859641269/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6315739448859641269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6315739448859641269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6315739448859641269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/carta-de-d-catarina-de-braganca-ao-seu.html' title='&lt;em&gt;CARTA DE D. CATARINA DE BRAGANÇA AO SEU ESPOSO&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TPUXc93wBbI/AAAAAAAAIVQ/_LGtPJFEbWM/s72-c/catarina%252Bbragan%2525C3%2525A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1488229560130149577</id><published>2010-11-19T12:16:00.002Z</published><updated>2010-11-19T12:18:46.247Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades científicas'/><title type='text'>Redes sociais podem causar stress e asma</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TOZrAxc4q2I/AAAAAAAAIUQ/z-7bBA0Bgd0/s1600/asmas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541234052544637794" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TOZrAxc4q2I/AAAAAAAAIUQ/z-7bBA0Bgd0/s200/asmas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A ligação ao Facebook foi a causa de sucessivos ataques de asma de um jovem italiano de 18 anos. A esta conclusão chegou uma equipa médica do Hospital A. Cardarelli, em Nápoles, Itália. Segundo alertou, a ligação às redes sociais pode ser uma nova fonte de stresse psicológico.&lt;br /&gt;O estudo foi elaborado por uma equipa de cinco médicos italianos do Hospital A. Cardarelli, em Nápoles, Itália.&lt;br /&gt;Tudo começou quando a namorada de um jovem de 18 anos terminou a relação com ele e decidiu eliminá-lo da sua página no Facebook. A situação deixou o jovem deprimido. Mais triste ficou quando soube que, após tê-lo eliminado da sua página na rede social, aceitou como amigos muitos outros rapazes.&lt;br /&gt;Acto contínuo, o jovem criou um outro perfil e, disfarçado dessa forma, conseguiu que a ex-namorada o aceitasse de novo no Facebook. A verdade é que, sempre que o jovem entrava na página da sua "ex", manifestava uma respiração entrecortada.&lt;br /&gt;Os ataques de asma levaram o jovem ao hospital. Ali foi pedido à sua mãe que medisse o pico do fluxo respiratório antes e depois que o jovem se ligasse ao Facebook. E ficou constatado que, finda a ligação àquela rede social, os valores eram reduzidos, com uma variabilidade superior a 20%.&lt;br /&gt;O tratamento incluiu sessões de terapia com um psiquiatra, que conseguiu fazer com que o jovem deixasse de se ligar ao Facebook. E os ataques de asma acabaram.&lt;br /&gt;De acordo com o estudo, ao observar o perfil da namorada, o sistema respiratório fazia hiperventilação, o que originava os ataques de asma. Outros possíveis factores ambientais foram excluídos após exame físico e aos seus antecedentes.&lt;br /&gt;Na conclusão, a equipa médica italiana conclui que o Facebook, assim como as demais redes sociais, podem ser uma nova fonte de stresse psicológico e representar um factor desencadeante de convulsões nos indivíduos asmáticos deprimidos.&lt;br /&gt;"Considerando a alta prevalência da asma, em especial entre os jovens, sugerimos que este tipo de desencadeante seja considerado na avaliação dos ataques de asma", concluíram os médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Basto&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1714810&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1488229560130149577?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1488229560130149577/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1488229560130149577' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1488229560130149577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1488229560130149577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/redes-sociais-podem-causar-stress-e.html' title='&lt;em&gt;Redes sociais podem causar stress e asma&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TOZrAxc4q2I/AAAAAAAAIUQ/z-7bBA0Bgd0/s72-c/asmas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-5667816013769791234</id><published>2010-11-17T11:15:00.003Z</published><updated>2010-11-17T11:19:18.501Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários...'/><title type='text'>“ARTES VISUAIS E CRIATIVIDADE PEDAGÓGICA”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TOO6Eky-XzI/AAAAAAAAITw/rfbYXXN_X44/s1600/facfil.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540476554355564338" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TOO6Eky-XzI/AAAAAAAAITw/rfbYXXN_X44/s200/facfil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Faculdade de Filosofia organiza um Curso de Aprofundamento sobre a temática “Artes Visuais e Criatividade Pedagógica”. Este Curso é constituído por cinco seminários orientados por reconhecidos académicos nacionais e estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formadores:&lt;br /&gt;&gt; Adolfo Lópes Quintás  Univ. Complutense  Madrid&lt;br /&gt;&gt; Eileen Adams  Royal College of Arts  UK&lt;br /&gt;&gt; Fátima Lambert  Instituto Politécnico  Porto&lt;br /&gt;&gt; Fernando Ilídio  Univ. do Minho  Braga&lt;br /&gt;&gt; Marko Rupnik  Fac. Hist. et Bon. Cult – PUG  Pont. Athen. Anselm.  Pont. Consiglio per la Cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais objectivos do Curso:&lt;br /&gt;&gt; Conhecer as potencialidades formativas da arte e as suas incidências na transformação da percepção da realidade&lt;br /&gt;&gt; Reconhecer os processos de desenvolvimento da criatividade centrada nos estímulos estético-artísticos&lt;br /&gt;&gt; Contactar com novas ferramentas que potenciem as aplicações pedagógicas e didácticas das artes visuais de modo a fazê-las corresponder aos benefícios pretendidos pelos diversos actores.&lt;br /&gt;&gt; Reflectir criticamente as articulações da arte e da pedagogia provindas dos novos contextos culturais contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Início do Curso (1º seminário):&lt;br /&gt;&gt; 19 de Novembro de 2010&lt;br /&gt;&gt; O Curso poderá ser frequentado na totalidade ou apenas nos seminários escolhidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação do Curso, Inscrições, Datas e Outras Informações &gt; &lt;a href="http://www.eacfacfil.net/?page_id=1486"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;consulte este link&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informação enviada pela Faculdade de Filosofia de Braga, da Universidade Católica Portuguesa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5667816013769791234?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/5667816013769791234/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=5667816013769791234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5667816013769791234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5667816013769791234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/artes-visuais-e-criatividade-pedagogica.html' title='&lt;em&gt;“ARTES VISUAIS E CRIATIVIDADE PEDAGÓGICA”&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TOO6Eky-XzI/AAAAAAAAITw/rfbYXXN_X44/s72-c/facfil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6863208698684991011</id><published>2010-11-12T11:50:00.001Z</published><updated>2010-11-12T11:59:03.404Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofando...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><title type='text'>DO RACIONAL AO IRRACIONAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TN0r-rcHNnI/AAAAAAAAITo/D-VOEpCykpM/s1600/racionalidade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538631472548099698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TN0r-rcHNnI/AAAAAAAAITo/D-VOEpCykpM/s200/racionalidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É fácil encontrar hoje cientistas cujo discurso toca as fronteiras do racional e, por isso, as fronteiras do irracional (fronteiras essas que não são fixas). Parece-nos até, com o avanço vertiginoso da ciência, que o racional e o irracional estão por vezes muito próximos. A ciência que se desejaria racional tem amiúde assomos de irracionalidade. Para só referir exemplos da física, na teoria da relatividade geral fala-se de viagens no tempo e na mecânica quântica fala-se de comunicação instantânea à distância. Não se deve ficar preocupado com isso. Nem se deve, por causa disso, deixar a ciência acusando-a de irracionalidade.&lt;br /&gt;Deve notar-se que não é possível fundamentar com a ciência toda a realidade. A ciência pode tratar de muitas coisas, mas não é tudo o que o homem é capaz. A arte e a religião são, por exemplo, duas grandes actividades humanas que pouco ou nada têm de científico apesar de, naturalmente, se cruzarem com as ciências. A ciência é um processo limitado de apreensão do mundo e do homem, e não lhe pedir mais do aquilo que ela pode dar. Mas, por vezes ela tem a tentação de entrar onde não é chamada, procurando responder a anseios humanos.&lt;br /&gt;No livro “As Derivas da Argumentação Científica” (Instituto Piaget, 2000), a filósofa francesa Dominique Terré efectua uma análise muito interessante daquilo que pode ser visto como a irracionalidade produzida por alguns cientistas. A autora fornece-nos abundantes exemplos, como o matemático René Thom, que aplicou ou deixou aplicar a noção matemática de catástrofe bem fora do seu contexto original, o físico Brian Josephson que depois de ter ganho o prémio Nobel da Física enveredou por caminhos do misticismo, o físico Fritjof Capra, que procurou ver semelhanças entre a mecânica quântica e a filosofia oriental, o químico Ilya Prigogine, que a partir da sua teoria dos fenómenos irreversíveis procurou construir toda uma cosmovisão, o biólogo Henri Atlan, que passou da auto-organização natural para o misticismo judaico, etc. Todos eles apresentam derivas da argumentação científica, todos eles parecem de certa maneira à deriva na sua argumentação.&lt;br /&gt;Em quase todos esses casos trata-se de levar metáforas e analogias demasiado longe. A metáfora e a analogia são parte essencial do discurso científico, são criadoras de racionalidade, mas uma metáfora nunca é uma descrição completa e uma analogia nunca é uma equivalência. Assim, se não houver vigilância, tanto uma como outra podem ser geradoras de irracionalidade. As metáforas e analogias, frutos da imaginação humana, são tão úteis como perigosas. Pascal, nos seus “Pensamentos”, referiu-se à imaginação como “essa mestra do erro e da falsidade, e tanto mais velhaca que nem sempre o é”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Fiolhais&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://dererummundi.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6863208698684991011?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6863208698684991011/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6863208698684991011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6863208698684991011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6863208698684991011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/do-racional-ao-irracional.html' title='&lt;em&gt;DO RACIONAL AO IRRACIONAL&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TN0r-rcHNnI/AAAAAAAAITo/D-VOEpCykpM/s72-c/racionalidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-8307844271738959465</id><published>2010-11-11T10:59:00.002Z</published><updated>2010-11-11T11:01:07.298Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dia D'/><title type='text'>Dia D... São Martinho</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNvM1sgZ0oI/AAAAAAAAITA/pXZDR3-_xgg/s1600/S_Martinho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538245389634359938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNvM1sgZ0oI/AAAAAAAAITA/pXZDR3-_xgg/s320/S_Martinho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNvMvgtcwlI/AAAAAAAAIS4/sFLEMOEQRLk/s1600/SaoMartinho-09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538245283388637778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNvMvgtcwlI/AAAAAAAAIS4/sFLEMOEQRLk/s320/SaoMartinho-09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-8307844271738959465?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/8307844271738959465/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=8307844271738959465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8307844271738959465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/8307844271738959465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/dia-d-sao-martinho.html' title='&lt;em&gt;Dia D... São Martinho&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNvM1sgZ0oI/AAAAAAAAITA/pXZDR3-_xgg/s72-c/S_Martinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3694949027364175316</id><published>2010-11-10T08:41:00.002Z</published><updated>2010-11-10T08:43:45.238Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Matemática é como o sexo: exige prática</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNpbNbdSXeI/AAAAAAAAIR4/tUMS6pczHEM/s1600/13.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537838978072468962" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNpbNbdSXeI/AAAAAAAAIR4/tUMS6pczHEM/s200/13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Matemática é como o sexo: só se aprende com a prática, diz o matemático Jorge Buescu, citando um antigo professor. Não há atalhos, é preciso treino e persistência, mas pode ser um caminho muito interessante, garantem os autores de "Treze viagens pelo mundo da Matemática".&lt;br /&gt;Escrito por dezenas de professores de Matemática, a obra, lançada ontem, terça-feira, no Porto, aborda diversos temas que, não tendo correspondência directa com os programas do Secundário, podem ser "valiosos instrumentos para dar cor às aulas", na opinião de Nuno Crato, que prefacia a obra.&lt;br /&gt;Para os puristas da Matemática, querer demonstrar a sua beleza recorrendo à sua aplicabilidade é tão irritante como perguntar a um poeta a utilidade de um soneto, diz António Machiavelo, autor de um dos 13 capítulos que compõem o livro editado por Carlos Correia de Sá e Jorge Rocha, professores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Todavia, provar algumas das utilizações práticas pode ser uma via para interessar os jovens por uma disciplina tão mal-amada.&lt;br /&gt;Jorge Buescu, que fez a apresentação da obra, acredita que "a Matemática pode ser sexy" para os jovens se os desafiar a descobrir que "o mundo de hoje - o Google, os telemóveis, os cartões de crédito - baseia-se em códigos matemáticos", que podem ser compreendidos.&lt;br /&gt;Os editores contam, na introdução do livro, que o jovem príncipe Alexandre da Macedónia terá questionado o seu mestre se não seria possível aprender geometria de forma mais célere. O geómetra Menecmo terá respondido que "não há estrada real para a geometria", referindo-se à via que ligava Susa a Sardis (correspondente às vias de alta velocidade dos nossos dias). Não havia na Antiguidade e continua a não haver agora, no tempo da internet e das potentes máquinas de cálculo. "Não se aprende sem esforço", sublinha Carlos Correia de Sá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena Norte&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1706788&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3694949027364175316?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3694949027364175316/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3694949027364175316' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3694949027364175316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3694949027364175316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/matematica-e-como-o-sexo-exige-pratica.html' title='&lt;em&gt;Matemática é como o sexo: exige prática&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNpbNbdSXeI/AAAAAAAAIR4/tUMS6pczHEM/s72-c/13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-7249345150342362192</id><published>2010-11-09T10:49:00.002Z</published><updated>2010-11-09T10:51:03.433Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>Chico Buarque vence Prémio Portugal Telecom</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNkniQZefwI/AAAAAAAAIRY/MI7gkPHADMU/s1600/chico.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537500686299594498" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 144px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNkniQZefwI/AAAAAAAAIRY/MI7gkPHADMU/s200/chico.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O romance "Leite Derramado", do escritor e compositor Chico Buarque, venceu a oitava edição do Prémio Portugal Telecom de Literatura, que homenageou José Saramago, anunciaram na segunda feira os organizadores.&lt;br /&gt;As obras "Outra Vida", do brasileiro Rodrigo Lacerda, e "Lar", do também brasileiro Armando Freitas Filho, ficaram, com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.&lt;br /&gt;Quarto romance de Chico Buarque, "Leite Derramado" conta a história de um velho, com mais de 100 anos, preso a um leito de hospital, de onde relata, a quem quiser ouvir, a história de sua vida.&lt;br /&gt;Depois de receber o prémio, Chico Buarque disse considerar "natural" o fato de ser mais conhecido como compositor do que como escritor.&lt;br /&gt;"As pessoas não me consideram um escritor, a música é muito mais popular, aparece no rádio e na televisão", salientou.&lt;br /&gt;Na cerimónia, foi feita uma homenagem ao Nobel da Literatura José Saramago, falecido em Julho, cujo romance "Caim" foi retirado da lista final do galardão deste ano, por iniciativa da Fundação Saramago e da Companhia das Letras, editora do escritor no Brasil.&lt;br /&gt;Antes do anúncio do prémio, apresentado pelo humorista Jô Soares, foram exibidos alguns trechos do documentário "José e Pilar", do realizador Miguel Gonçalves Mendes.&lt;br /&gt;Pilar del Rio recebeu uma distinção especial a José Saramago oferecida pelos organizadores do galardão e conversou com Jô Soares sobre o documentário.&lt;br /&gt;"Adorei, gostei das interpretações, está muito respeitoso, cheio de vida, de momentos concretos, a câmara foi discreta, a equipa foi muito delicada", afirmou.&lt;br /&gt;Criado em 2003, o prémio distingue romances, contos, poesias, crónicas, dramaturgias e autobiografias, escritos originalmente em língua portuguesa, com primeira edição no Brasil, entre 01 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2009.&lt;br /&gt;Participaram igualmente obras com primeira edição no estrangeiro, entre 01 de Janeiro de 2006 e 31 de Dezembro de 2009, desde que tenham tido a primeira edição no Brasil em 2009.&lt;br /&gt;Gonçalo M. Tavares foi o primeiro escritor português distinguido com o galardão, em 2007, com "Jerusalém".&lt;br /&gt;Os outros seis finalistas deste ano foram "A passagem tensa dos corpos", de Carlos de Brito e Mello, "Avó Dezanove e o segredo do soviético", de Ondjaki, "Monodrama", de Carlito Azevedo, "O filho da mãe", de Bernardo Carvalho, "Olhos secos", Bernardo Ajzenberg, e "Pornopopéia", de Reinaldo Moraes.&lt;br /&gt;Os vencedores receberam prémios de 100.000 reais (42.372 euros), 35.000 reais (14.830 euros) e 15.000 reais (6.355 euros), respectivamente, primeiro, segundo e terceiro classificados.&lt;br /&gt;No ano passado, o escritor brasileiro Nuno Ramos, autor do livro "Ó", venceu o Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa.&lt;br /&gt;Os também autores brasileiros João Gilberto Noll, com "Acenos e Afagos", e Lourenço Mutarelli, com "A Arte de Produzir Efeito sem Causa", ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1706384&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-7249345150342362192?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/7249345150342362192/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=7249345150342362192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7249345150342362192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/7249345150342362192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/chico-buarque-vence-premio-portugal.html' title='&lt;em&gt;Chico Buarque vence Prémio Portugal Telecom&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNkniQZefwI/AAAAAAAAIRY/MI7gkPHADMU/s72-c/chico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-5877665846856559808</id><published>2010-11-04T10:23:00.001Z</published><updated>2010-11-04T10:24:54.341Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Encontros de Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colóquios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conferências'/><title type='text'>Jornada Ibérica aborda Ortega y Gasset</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535638522792579794" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNKJ6EwFEtI/AAAAAAAAIQ4/_9Sc7WV5kxw/s200/imagedownload.jpg" border="0" /&gt;O Departamento de Filosofia da Universidade de Évora e o Instituto Cervantes realizam nos próximos dias 17 e 18 de Novembro, uma Jornada Ibérica ligada à temática da "Técnica em José Ortega y Gasset".&lt;br /&gt;Estas jornadas que comemoram os 75 anos da publicação dos artigos de Ortega y Gasset sobre a técnica reflectem o trabalho deste notável filósofo espanhol.&lt;br /&gt;Assim, no dia 17 de Novembro, pelas 18h30 no Instituto Cervantes, em Lisboa irão intervir Javier Bonilla e Margarida Amoedo, docente do departamento de Filosofia da UE. No dia seguinte, no Colégio do Espírito Santo, pelas 18 horas as palestras estarão a cargo de Javier Bonilla, António Sáez Delgado, docente do departamento de Linguística e Literaturas e de Margarida Amoedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Barnabé  UELINE&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://www.ueline.uevora.pt/newsDetail.asp?channelId=C6A8744C-AA7B-4958-B6C4-FEF21E66DB6F&amp;amp;contentId=BBC9C7B2-BA2E-4C2F-93F9-7A70B56BB9CE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-5877665846856559808?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/5877665846856559808/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=5877665846856559808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5877665846856559808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/5877665846856559808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/jornada-iberica-aborda-ortega-y-gasset.html' title='&lt;em&gt;Jornada Ibérica aborda Ortega y Gasset&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNKJ6EwFEtI/AAAAAAAAIQ4/_9Sc7WV5kxw/s72-c/imagedownload.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6514168841209686575</id><published>2010-11-03T09:09:00.001Z</published><updated>2010-11-03T09:11:21.795Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Comentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para Pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Poema do alegre desespero</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNEnDb4qRNI/AAAAAAAAIQw/UqSnMZW_syI/s1600/caricaturaromulo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535248356993549522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 136px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNEnDb4qRNI/AAAAAAAAIQw/UqSnMZW_syI/s200/caricaturaromulo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Poema do alegre desespero&lt;/em&gt;, de António Gedeão, publicado em 1967 no livro Linhas de Força (Coimbra: Atlântida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo Rómulo de Carvalho professor, percebia claramente que o conhecimento tem valor, e estava consciente de que a função de quem ensina é transmiti-lo, fazendo-o renascer, fazendo-o servir... para que a herança da Humanidade possa ser preservada, revista, acrescentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Compreende-se que lá para o ano três mil e tal&lt;br /&gt;ninguém se lembre de um certo Fernão Barbudo&lt;br /&gt;que plantava couves em Oliveira do Hospital,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou da minha virtuosa tia-avó Maria das Dores&lt;br /&gt;que tirou um retrato toda vestida de veludos&lt;br /&gt;sentada num canapé junto de um vaso com flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E até mesmo que já ninguém se lembre que houve três impérios no Egipto&lt;br /&gt;(o Alto Império, o Médio Império e o Baixo Império)&lt;br /&gt;com muitos faraós, todos a caminharem de lado e a fazerem tudo de perfil,&lt;br /&gt;e o Estrabão, o Artaxerxes, e o Xenofonte, e o Heraclito,&lt;br /&gt;e o desfiladeiro das Termópilas, e a mulher do Péricles, e a retirada dos dez mil,&lt;br /&gt;e os reis de barbas encaracoladas que eram senhores de muitas terras,&lt;br /&gt;que conquistavam o Lácio e perdiam o Épiro, e conquistavam o Épiro e perdiam o Lácio,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e passavam a vida inteira a fazer guerras,&lt;br /&gt;e quando batiam com o pé no chão faziam tremer todo o palácio,&lt;br /&gt;e o resto tudo por aí fora,&lt;br /&gt;e a Guerra dos Cem Anos,&lt;br /&gt;e a Invencível Armada,&lt;br /&gt;e as campanhas de Napoleão,&lt;br /&gt;e a bomba de hidrogénio,&lt;br /&gt;e os poemas de António Gedeão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreende-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais império menos império,&lt;br /&gt;mais faraó menos faraó,&lt;br /&gt;será tudo um vastíssimo cemitério,&lt;br /&gt;cacos, cinzas e pó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreende-se.&lt;br /&gt;Lá para o ano três mil e tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o nosso sofrimento para que serviu afinal?&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://dererummundi.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://dererummundi.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-6514168841209686575?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/6514168841209686575/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=6514168841209686575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6514168841209686575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/6514168841209686575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/poema-do-alegre-desespero.html' title='&lt;em&gt;Poema do alegre desespero&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNEnDb4qRNI/AAAAAAAAIQw/UqSnMZW_syI/s72-c/caricaturaromulo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-463657860399093059</id><published>2010-11-03T08:47:00.002Z</published><updated>2010-11-03T08:50:50.278Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 11º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>História da ciência em Portugal resumida em livro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNEiN1egiHI/AAAAAAAAIQQ/sYVuvD8U1mU/s1600/hist%C3%B3ria+da+ci%C3%AAncia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535243038103734386" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNEiN1egiHI/AAAAAAAAIQQ/sYVuvD8U1mU/s200/hist%C3%B3ria+da+ci%C3%AAncia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A história da ciência em Portugal e os “personagens” que constituíram e protagonizaram o seu percurso estão agora "condensados" num livro da autoria de Carlos Fiolhais, professor catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra (UC) e director da Biblioteca Geral da UC, e de Décio Martins, professor de física do mesmo departamento.&lt;br /&gt;O lançamento desta obra, que resume a ciência em Portugal desde o tempo dos Descobrimentos até ao fim do Estado Novo, está marcado para dia 3 de Novembro, às 18h00, no Gabinete de Física do Museu da Ciência da UC.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Breve História da Ciência em Portugal”&lt;/em&gt; destaca nomes como Pedro Nunes, Garcia da Orta, Avelar Brotero, Egas Moniz e outros cientistas desconhecidos do público em geral, mas que foram igualmente importantes para o desenvolvimento científico português.&lt;br /&gt;De acordo com os autores, “investigar a história da ciência é a única forma de trazer à luz aspectos da história de Portugal que expliquem melhor quem somos e para onde devemos ir”, sendo que esta obra permite ao leitor “fazer uma viagem no tempo, conhecendo episódios que marcaram a actividade científica nacional”.&lt;br /&gt;Este livro, uma co-edição da Imprensa da UC e da Gradiva, “destina-se a todo o público interessado na história da ciência em Portugal, um tema que ainda não tinha sido divulgado no nosso país de forma resumida e acessível ao público não especializado”, explicam os autores.&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;“Breve História da Ciência em Portugal”,&lt;/em&gt; o leitor pode encontrar a história de Cristophorus Clavius, um dos mais notáveis matemáticos e astrónomos do final do século XVI e início do século XVII.&lt;br /&gt;“Cristophorus Clavius foi um jesuíta que estudou em Coimbra e um dos principais autores do Calendário Gregoriano, o calendário utilizado nos países ocidentais. Depois de concluir os seus estudos em Coimbra, foi para Roma, tornando-se amigo de Galileu”, explicam os dois físicos.&lt;br /&gt;A apresentação de Breve História da Ciência em Portugal, com entrada livre, está a cargo de Fernando Catroga, professor catedrático da Faculdade de Letras da UC. Durante a sessão, vai decorrer uma visita guiada às colecções expostas no Gabinete de Física da UC, orientada pelos autores do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte e imagem: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=45870&amp;amp;op=all&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-463657860399093059?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/463657860399093059/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=463657860399093059' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/463657860399093059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/463657860399093059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/historia-da-ciencia-em-portugal.html' title='&lt;em&gt;História da ciência em Portugal resumida em livro&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TNEiN1egiHI/AAAAAAAAIQQ/sYVuvD8U1mU/s72-c/hist%C3%B3ria+da+ci%C3%AAncia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2483338319584885787</id><published>2010-11-02T15:18:00.001Z</published><updated>2010-11-02T15:18:49.293Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia 11º ano'/><title type='text'>Monty Python - Legendado - The Argument Sketch</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KiXEG87Gx1A?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KiXEG87Gx1A?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2483338319584885787?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2483338319584885787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2483338319584885787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2483338319584885787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2483338319584885787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/11/monty-python-legendado-argument-sketch.html' title='&lt;em&gt;Monty Python - Legendado - The Argument Sketch&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2237704957676461493</id><published>2010-10-27T16:04:00.002+01:00</published><updated>2010-10-27T16:07:10.653+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Irão cria enciclopédia online sobre o islão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TMhADHd5ntI/AAAAAAAAIPg/VHd2xkdYxec/s1600/wik.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532742564512898770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TMhADHd5ntI/AAAAAAAAIPg/VHd2xkdYxec/s320/wik.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Irão vai criar uma enciclopédia online dedicada exclusivamente a difundir e esclarecer aspetos da filosofia e da religião islâmicas, que se chamará Wiki-fiqh, similar à já existente Wikipédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os artigos serão escritos por estudantes dos seminários islâmicos, cuja identidade será pública e que integrarão uma rede", explicou o director do Serviço para a Propagação da Ideologia Islâmica, Mehdi Khamushi.&lt;br /&gt;Em declarações à agência noticiosa iraniana Mehr, o clérigo sublinhou a importância de colocar o islão no ciberespaço, "num momento em que a rápida comunicação electrónica liga as pessoas de todo o mundo".&lt;br /&gt;Mesmo assim, sublinhou a importância das redes sociais e das enciclopédias online como fontes de saber e como fóruns para a discussão académica.&lt;br /&gt;A iniciativa do Serviço para a Propagação da Ideologia Islâmica choca com o zelo censor dos dirigentes iranianos, que têm bloqueado milhares de acessos a páginas da Internet sob o argumento de proteger os bons costumes.&lt;br /&gt;No Irão não se pode aceder livremente a redes sociais como o Twitter ou o Facebook, nem tão pouco ler páginas sobre sexo, direitos das mulheres ou até medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1695790&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2237704957676461493?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2237704957676461493/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2237704957676461493' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2237704957676461493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2237704957676461493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/10/irao-cria-enciclopedia-online-sobre-o.html' title='&lt;em&gt;Irão cria enciclopédia online sobre o islão&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TMhADHd5ntI/AAAAAAAAIPg/VHd2xkdYxec/s72-c/wik.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-1635619781759034027</id><published>2010-10-27T11:11:00.001+01:00</published><updated>2010-10-27T11:12:21.769+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos Filosóficos'/><title type='text'>Quais os melhores artigos de Filosofia de 2009?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Foi recentemente divulgada uma selecção dos “dez melhores artigos de filosofia publicados em 2009” em língua inglesa, feita por um painel de 50 filósofos. Vale como proposta. E tem a vantagem de disponibilizar os artigos. O endereço é o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pgrim.org/philosophersannual/index.html"&gt;&lt;strong&gt;http://www.pgrim.org/philosophersannual/index.html&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-1635619781759034027?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/1635619781759034027/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=1635619781759034027' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1635619781759034027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/1635619781759034027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/10/quais-os-melhores-artigos-de-filosofia.html' title='&lt;em&gt;Quais os melhores artigos de Filosofia de 2009?&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-2538600225645251254</id><published>2010-10-27T11:06:00.002+01:00</published><updated>2010-10-27T11:12:47.836+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia e novidades literárias'/><title type='text'>Revista de Filosofia da Faculdade de Letras da UP</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Revista de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto está integralmente disponível na internet. Todos os artigos estão em livre acesso. Mais uma boa notícia para quem procura artigos académicos nesta área. Para aceder a todas as revistas clique &lt;a href="http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id04id16&amp;amp;sum=sim"&gt;&lt;strong&gt;aqui!!&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-2538600225645251254?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/2538600225645251254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=2538600225645251254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2538600225645251254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/2538600225645251254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/10/revista-de-filosofia-fa-faculdade-de.html' title='&lt;em&gt;Revista de Filosofia da Faculdade de Letras da UP&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-3590836480767649700</id><published>2010-10-27T10:56:00.004+01:00</published><updated>2010-10-27T11:02:12.578+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia 12º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Novidades científicas'/><title type='text'>Abelhas batem computadores nos cálculos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TMf4kv7_nlI/AAAAAAAAIPY/5WgK4OzOMLM/s1600/abelha+maia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532663977475022418" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TMf4kv7_nlI/AAAAAAAAIPY/5WgK4OzOMLM/s200/abelha+maia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Segundo um estudo, o pequeno cérebro das abelhas consegue resolver problemas matemáticos complexos que fazem os computadores "deitar fumo".&lt;br /&gt;As abelhas conseguem estabelecer o percurso mais curto entre as flores onde pousam arbitrariamente, resolvendo de forma eficaz o "problema do caixeiro viajante", um dilema que os computadores podem demorar dias a resolver, dizem investigadores da Royal Holloway, Universidade de Londres.&lt;br /&gt;O "problema do caixeiro viajante" consiste no processo matemático de determinar o circuito mais curto que é possível efectuar entre determinadas cidades de modo a que cada cidade seja visitada apenas uma vez.&lt;br /&gt;"As abelhas resolvem este problema todos os dias. Visitam flores em múltiplos locais e, uma vez que despendem muita energia para voar, determinam rotas que lhes permitam voar o menos possível", diz Nigel Raine, da escola de biociências da Royal Holloway.&lt;br /&gt;A experiência, feita com flores computorizadas, tinha como objectivo saber se os insectos seguem uma rota simples definida pela ordem em que pousam nas flores ou se tentam encontrar a trajectória mais curta. Depois de explorarem a localização das flores, as abelhas economizam tempo e energia, percorrendo a menor distância possível.&lt;br /&gt;"Apesar dos pequenos cérebros, as abelhas são capazes de comportamentos extraordinários. Temos de compreender como conseguem resolver o problema do caixeiro viajante sem um computador", disse Raine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1694785&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/669339938788436511-3590836480767649700?l=historicofilosoficas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/feeds/3590836480767649700/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=669339938788436511&amp;postID=3590836480767649700' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3590836480767649700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/669339938788436511/posts/default/3590836480767649700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historicofilosoficas.blogspot.com/2010/10/abelhas-batem-computadores-nos-calculos.html' title='&lt;em&gt;Abelhas batem computadores nos cálculos&lt;/em&gt;'/><author><name>Sérgio Morais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09390222616896755485</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/SQrr9Y03GII/AAAAAAAADPg/XuktWylIe-o/S220/sergio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TMf4kv7_nlI/AAAAAAAAIPY/5WgK4OzOMLM/s72-c/abelha+maia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-669339938788436511.post-6545577123024150384</id><published>2010-10-23T00:23:00.002+01:00</published><updated>2010-10-23T00:26:55.461+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><title type='text'>Biblioteca de Fernando Pessoa disponível online</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531015800866679538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bKVhTFKXVzY/TMIdkPm7KvI/AAAAAAAAIOc/t5zstPESI68/s320/desenho-de-fernando-pessoa-por-almada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A partir de hoje a biblioteca particular de Fernando Pessoa passa a estar disponível online. Quem a consultar terá acesso não só aos livros que o autor de "Mensagem" adquiriu ao longo da vida, mas também às anotações que deixou impressas nas suas páginas.&lt;br /&gt;Ao longo dos últimos anos só uma visita à Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, permitia uma consulta à bilbioteca pessoal do poeta. Mas, a partir de hoje, todo esse acervo, constituído por 1140 volumes e pela colecção de manuscritos (ensaios e poemas) deixados pelo própriopoeta nas páginas desses livros passa a estar disponível online. A apresentação do site em http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt. terá lugar pelas 18 horas no emblemático edifício da Rua Coelho da Rocha, 16.&lt;br /&gt;A inovação agora introduzida faz com que esta seja a primeira biblioteca portuguesa integralmente digitalizada. Deste modo, é facultado a todos os leitores, em qualquer parte do globo, o acesso ao importante legado de uma das figuras maiores da cultura portuguesa.&lt;br /&gt;No âmbito deste projecto todas as páginas de cada volume foram digitalizadas e disponibilizadas para consulta página a página ou após o download de uma obra completa.&lt;br /&gt;Para além da possibilidade de consulta de cada livro por autor, por ano ou por ordem alfabética, faculta-se ainda a classificação por categorias temáticas.&lt;br /&gt;Para facilitar a compreensão da biblioteca como um todo, foram destacadas as páginas que incluem manuscritos do próprio Fernando Pessoa e foram adicionadas interpretações sobre as suas motivações para a aquisição de determinadas obras.&lt;br /&gt;Este acesso à biblioteca particular de Fernando Pessoa foi possível graças a uma combinação de esforços da 
